Se Voce Chora eu Choro

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Sem trocadilhos sarcásticos. Nenhuma ironia substitui o tiro que eu deveria ter te dado.

Talvez eu seja um sádico, um anjo, um mágico, juiz ou réu, um bandido do céu.
Malandro ou otário, quase sanguinário
franco atirador se for necessário.

O mundo inteiro diz que tempo é dinheiro.
Eu digo, tempo é vida.

Amizade colorida ou romance em preto e branco tanto faz, eu só quero uma boa companhia pra me mostrar um pouco de cada coisa!

Eterno nada é, posso dizer
Mas eu vou fazer o possível pro nosso amor ser.

Já que eu não posso dizer que te amo, prefiro não te dizer nada.

Paixão avassaladora,
e ao mesmo tempo
tentadora, cabeça de
menina e corpo de mulher
Venha, eu sei que voce me quer!

“Mas quer saber? Eu olho pra ele e fico pensando sozinha: será que alguém nesse mundo faria o que ele faz por mim? Porque ele me escuta, me aguenta, me mima, me inspira, me faz sentir a mulher mais linda e especial do mundo. E eu acredito nele, acredito em mim e acho que o amor é a coisa mais egoísta que existe. A gente ama o outro por tudo aquilo o que ele nos faz sentir… E ser…"

Finalmente chorei todos os meus amores que acabaram, todas as portas que eu deixei entreabertas (porque sou péssima em fechá-las) e que se fecharam pela vida...

Tenho aprendido que, não importa o caminho que eu siga ou as escolhas que eu fizer, algumas pessoas simplesmente nunca irão gostar de mim. E para essas pessoas, por mais engraçada que seja uma piada que eu conte, elas nunca irão sorrir. É questão de empatia. Não significa que eu seja bom e elas sejam ruins. É uma matemática simples e natural. Por isso, manter-se firme na sua opinião é fundamental para preservar a sua essência. Até porque, você nunca vai agradar a todo mundo, muito menos quem só espera você se manifestar para bater de frente. Apenas leve o amor no coração e seja leve. Lembre-se que o sentimento de ódio une as pessoas. Mas, o amor une somente pessoas especiais.

Eu sou o que ninguém pode enxergar. Sou o que errei, o que aprendi, o que lutei, o que perdi, o que venci. Já tentei mudar meu jeito de ser pra agradar e percebi o quanto da errado... Já sorri pra esconder a lágrima que me atormentava em sair dos olhos, mas fechei e ela escorreu pela minha alma. Já sofri por amor, Fiz alguém sofrer por mim. Tive medo de me entregar ao amor, Tive coragem de dar um conselho pra um amigo que serviu pra mim também. Tenho o brilho do sol, mas as vezes sou como a lua, que precisa do brilho de alguém para funcionar. Já menti, fui enganada e me arrependi. Já disse que amava da boca pra fora, já disse que não amava com o coração apertado. Já tentei esquecer e não consegui. Tentei gostar de outro alguém, para substituir e vi que deu errado... Já me pensei sem um amigo e quase morri. Já me pensei sem aquele amigo e me senti mais feliz... Amei e fui amado, mas também fui enganado. Já chorei lembrando de alguém antes de dormir. Já disse que não viveria sem alguém e realmente vivo sem qualquer pessoa, porque hoje eu tenho amor próprio. Já me arrependi das palavras que falei e também me arrependi porque um dia fiquei com silêncio quando queria falar, Já senti a dor da solidão mesmo estando entre mil pessoas, Já me senti completa com apenas uma pessoa ao meu lado! Já tive vários amigos que mesmo o destino nos separando eu vou amar eternamente. Já quis ter uma pessoa para sempre e percebi que o “para sempre” sempre... acaba! Tive medo da escuridão, mas percebi que o claro não é tão seguro também. Sigo hoje guardando tudo em meu coração, porque é difícil esquecer o inesquecível .

Eu e meus discípulos, mesmo que ocorram vários obstáculos e maldades, desde que não se crie a dúvida no coração, atingiremos naturalmente o estado de Buda. Não duvidem dos benefícios do Sutra de Lótus mesmo que não haja proteção dos céus. Não lamentem a ausência de segurança e tranqüilidade na vida presente. Embora tenha ensinado dia e noite a meus discípulos, todos, criando a dúvida, abandonaram a fé. O que é costumeiro no tolo é esquecer nas horas cruciais o que prometera nas horas normais.

(Abertura dos Olhos-Parte II, END, vol. IV, pág. 209-210. Edição Revisada.)

Eu acho que AMOR é a única religião que o mundo anda precisando. Eu tenho visto tanta gente que levanta as mãos pra ‘louvar’ e não estende as mesmas mãos pra levantar alguém que precisa de ajuda. Tanta gente que aponta o dedo pra julgar, mas não abre os braços pra acolher. Tanta gente que pede perdão a Deus, mas não perdoa os outros (...) !

Poema transitório

Eu que na Era da fumaça: - trenzinho
Vagaroso com vagarosas paradas
Em cada estaçãozinha pobre
Para comprar
Pastéis
Pés-de-moleque
Sonhos
- principalmente sonhos!
porque as moças da cidade vinham
olhar o trem passar:
eles suspirando maravilhosas viagens
e a gente com um desejo súbito
de ficar ali morando sempre...
Nisto, o apito da locomotiva
e o trem se afastando
e o trem arquejando
é preciso partir
é preciso chegar
é preciso partir é preciso chegar...
Ah, como esta vida é urgente!
... no entanto
eu gostava era mesmo de partir...
e - até hoje – quando acaso embarco
para alguma parte
acomodo-me no meu lugar
fecho os olhos e sonho:
viajar, viajar
mas para parte nenhuma...
viajar indefinidamente...
como uma nave espacial perdida entre as estrelas.

Eu não sou louca, eu sou criativa.

E olhando em volta de mim eu tenho que dizer que não poderia ser melhor. De todos os perrengues, de todas as lutas -- internas e externas --, de todos os corações partidos e vontades agudas depositadas em caixinhas com fita de setim; eu acabei por sair ilesa. Acabei me tornando alguém muito mais cética, mas ao mesmo tempo mais pé no chão e bem mais madura.

⁠Ordenou-me que ficasse; e eu, como boa submissa, obedeci ao meu senhor.
Somos o encontro perfeito do amor; ele a ordem e eu uma submissa sem pudor.

Hoje eu resolvi passar um tempo com a minha consciência. Percebi que tenho que dar conselhos para ela.

Eu não tenho medo de amar, tenho medo de a pessoa que vai receber esse amor não saber usá-lo.

Eu preciso da solidão para a minha escrita; não como a de um ermitão — isso não seria o suficiente — mas como a de um homem morto.