Se Voce Chora eu Choro
A noite desce
Calmamente,
E eu livre de rigores
- caí em poesia
Simplesmente.
Escrevo para mim,
Para satisfazer-me,
E envolvendo-te
Intensamente
Apaixonando-me
Por ti para sempre,
É desafiador!...
Só tenho o tempo,
Para zelar por nós,
E por nosso amor,
Sinto a fragrância
Na mais alta nota.
Desenho a rota,
Alguém tem de crer,
Num caminho leve,
- Imediatista -
Amar de verdade
Requer grande zelo:
ORIGINALIDADE!
Tudo consta que eu errei,
mas ainda prefiro pecar
pelo excesso de humanidade,
assim vou exigindo
que contem tudo sobre
a verdade, porque não
sou e nunca fui
de fácil convencimento.
Ariana liberada,
em condicional está
a liberdade,
e deixo bem aqui
a perplexidade:
a história da Capitã
está mal contada,
dizem que o filho
não foi preso,
Nina não
foi extraviada,
e ela tampouco
foi torturada.
Dizem que o único
prejudicado foi
o pobre cirurgião,
aonde está a nobreza
dessa gente que diz
que é cheia de coração?
Sigo no meio
das Mães e esposas
perseguidas
pela opressão,
quero a base
da poesia abrir
as portas da prisão.
Tudo mostra que
o desvio tem
sido certo,
falam de tudo,
menos do centauro
preso injustamente,
atitude de gente
que não me convence,
atitude de quem quer
apagar a injustiça
contra um homem correto.
Agradeço
a vida
ter me jogado
no chão para
que eu não
nunca
mais tenha
forças
para correr
atrás de quem
não me merece,
não merecia,
não mereceu
e jamais há
de merecerá.
A ironia da vida,
e giro do mundo,
acabam unindo
o inimaginável
e o impossível:
o encaixe perfeito,
creio que na vida
tudo tem jeito,
e a nossa hora
vai chegar;
e o destino sempre
acaba brindando
quem no amor crê,
e recusa jamais
deixar de buscar.
Aos que jogam
com o amor
e com ele
se portam
mentirosos,
levianos,
ambiciosos
e injustos,
não preciso lançar
nenhuma maldição:
o destino é preciso
em devolver
a cada um
a compensação.
Sinto que
os melhores
beijos que
eu hei te dar
estão porvir
no tempo
de nos amar.
Estes meus
versos são
para quebrar
a tal sisudez,
e por grande
pretensão
ser a voz
da tua mudez.
O quê queria
mesmo é que
eles fossem
pão para te
alimentar,
água de beber
e capazes
de cobrir a
sua nudez.
Destarte a poemizar
eu me dou o espaço
Para me insinuar
porque sou o verbo
Malícia que procura,
para o coração vibrar,
Te enternecer,
apurar o paladar,
Te trazer doçura,
e nos acon[chegar].
Nesse suspense,
eu me preparo:
Você me convence.
Não havia confiado
que a minha letra
Te atrairia muito
como plateia,
Do meu espetáculo
que se destina
Ao transcendente
e a renovação
De um horizonte
Poético e cadenciado.
Sem contigo estar,
eu me vejo em você:
no cosmos de amar.
Cada verso é um beijo
a te cortejar,
Cada beijo é um verso
a te brindar,
Para te fazer flutuar
no avesso das horas,
Porque não posso
no colo te acarinhar,
Para deste mundo
um pouco te desligar.
Desta fatídica rotina
eu me dou o dever:
De contigo fugir.
Ciente celebro feliz
a nos inventar,
Cada poema é poesia
a te sentir,
Porque é poética
a te entreter,
Doida para te ter.
Essa veneração doce
eu me dou o direito:
De contigo brindar.
Eu te desejo
de uma forma
indescritível:
com ou sem
perfume,
fome de amor
e sabor de festa.
Você sabe
que eu sonho
virando
a última página,
e escrevendo
[a nossa]
daqui para frente
irreversivelmente.
Eu não sei
o seu nome,
Não sei onde
você mora,
Não sei da onde
você virá,
Não sei quando
e de que forma virá,
Mas só sei de uma coisa:
já fazes uma diferença
e uma falta danada.
Você sabe
que eu te desejo
arcando
com as últimas
consequências
de me dobrar
por você.
Póstero a se evidenciar
teleologicamente:
O quê você sente,
aquilo que escrevo
E nas horas embalar
o desejo a transbordar
Aquilo que sentimos
silenciosamente.
O quê será de ti,
eu não sei,
Mesmo que não
queira,
Lerás cada verso,
para entender
Que eu te amei.
Não me esqueci,
não resisti,
Aceitei o conselho
e a ironia de quem
dizia que voltaria
a me admirar:
virei uma mulher
Tão forte,
que agora não
Quer mais voltar;
porque de tão forte
que me tornei,
Só sei escrever
ao invés de chorar.
O quê será de ti
já não importa,
Os meus poemas
cuidarão de fazer
Por mim o quê
eu não posso:
Te tirar daqui.
Não existe beleza
na indiferença,
Ela se encontra
nos manifestos
- poéticos -
que não leste,
Nas fotos
que ignoraste;
Envenenaste
a minha crença
na tua existência,
E agradeço!
E salva de ti,
assim desse jeito,
'tu' me perdeste.
Por ser quem eu sou,
de ti só pedi segurança;
Para não ficar como estou.
Por amor eu te esperei,
e também fui atrás,
Nunca nos desperdicei.
Por amor quis te proteger
da maldade do mundo,
Mas você não quis entender.
Por amor eu me distanciei,
e corri para nos salvar,
Mas você não quis explicar.
Por ser esse o meu dom,
se eu tiver de elevar tom
de voz sempre será poético.
Por ser feita de amor,
se eu tiver de ser bravura,
Não vou perder a doçura.
Por ter alma e pele,
só preciso despir-me,
O desejo ainda verte.
Na vida não te esqueças:
que a poesia não precisa
de voz para elevar o tom,
(Ela conta com as letras).
Desde que se apossaram
do mar da Bolívia,
Eu estava lá só que
ninguém me via,
Bem no meio antiga
da tropa eu havia
sido escrita e escondida.
Fui revelada só agora
que não vou me contentar,
Enquanto não me devolverem
o General, a tropa e o mar,
Não vou parar um só dia
de espalhar a minha poesia
por todo e qualquer lugar.
Nasci sul-americana
e nenhum de vocês
a mim não me engana.
Estou espalhada pelo ar,
nasci na serra e cresci
bem no meio do mar.
Quem pensa que eu deixei
O General escanteado:
Se afogou no engano,
Apenas estava em silêncio
Ético porque assim
Estava no meu plano,
Para deixar que outras
Vozes falassem por mim.
Se equívoca quem pensa
Que estou brincando,
É bom levar a poesia a sério,
Me tragam o General com vida!
Há muito tempo venho
Pedindo o mar de volta
Para o povo boliviano,
Mas minh'alma pode pedir
De forma audaciosa
Bem mais do que imagina:
O General, o mar e a tropa
Em nome da poesia reunida.
Do Vice-presidente
da Assembleia
ouvi a filha
que pede por
ele fé de vida,
E aqui eu sem
legitimidade
até para uma
campanha
começar
sinto o vazio
dos abraços
não dados
pelas filhas
e pela Mãe
do General
inocente que
em Fuerte Tiuna
trancado por
causa de intriga.
Parece um
pesadelo
sem fim:
ver quem
tem razão
trancafiado,
do mundo
seguindo
incomunicado
e sem chance
de se defender,
Percebe-se
que quando um
militar é de fato
do povo e para
o povo em um
neste momento
que não tem
sido superado
até ele está sem
como se proteger.
Não entendo
o porquê
jogaram uma
pena sem prova
e sem devido
processo legal
nos ombros
do General;
Enquanto isso
segue firme
o autoproclamado
no seu passo
para lá
de destrambelhado,
Não quero pensar
o pior de ninguém,
Até que libertem
o General e outros
presos na mesma
condição me permito
pensar que tudo foi
orquestrado por
alguém que
quer se esconder.
Comandante, eu te peço,
que me traga a tropa
e o General com vida
em nome da poesia reunida.
🍃🍃🍃🍃
🍃🍃🍃🍃
O General está preso inocente
E outros companheiros de armas,
Nunca houve nada mais incoerente.
🍃🍃🍃🍃
🍃🍃🍃🍃
O General e a tropa são os tais
prisioneiros das cinco letras,
E eu apenas escrevo poemas.
🍃🍃🍃🍃
🍃🍃🍃🍃
O General está abatido fisicamente,
A tropa está igualmente enfraquecida,
E eu entristecida sou a que faz poesia.
🍃🍃🍃🍃
🍃🍃🍃🍃
Não nasci ontem há gente
para tudo nesta vida,
Gente para brincar de usar
a imagem do General
de forma subjetiva.
🍃🍃🍃🍃
🍃🍃🍃🍃
Canto contra a vontade do poder
todo o dia bem baixinho a história
de um povo, do General e da tropa.
🍃🍃🍃🍃
🍃🍃🍃🍃
Discordar não é traição à Pátria,
152 militares presos nada,
Saber disso tem me deixado consternada.
A necessidade pede
para a luz racionar,
Notícias do General
e da tropa eu quero escutar
e saber da harmonia voltando a reinar.
🍃🍃🍃
🍃🍃🍃🍃 Dois generais
foram degradados,
E sobre o General
e a tropa
Todos seguem
super silenciados.
🍃🍃🍃
🍃🍃🍃 Em exílio,
presos, tristes
ou fugindo estão
quase todos os Generais,
e não ter notícias
do General e tropa
vem me consumindo.
🍃🍃🍃
🍃🍃🍃
Quero paz
e não a guerra,
Estou a espera
do General e da tropa.
Pergunto: quando
a vida recomeça? 🍃🍃🍃
🍃🍃🍃
Um General e uma
tropa em detenção
é fortuna para qualquer
poeta lamentar,
e orfandade plena
para uma Nação chorar.
No alto da madrugada
ainda estou processando
que eu fui mais uma
pela jornalista enganada.
Não me importo,
porque por gente assim
jamais eu mudarei;
pelo valor da vida
jamais desistirei
de dedicar o meu louvor.
No alto desta madrugada
peço que abandonem
a cultura de truculência,
e aprendam ter paciência.
Importo-me com
o General, a tropa
e por cada um deles
tenho escrito e revisto
os meus poemas:
registrando os fatos,
assim os prevejo
fazendo história,
resgatando a união
e restaurando a glória.
É preciso permitir
fazer um pacto
com a reconciliação
e com o perdão,
para que o amor
volte ser o condutor
da tua Nação.
De poetisa
ao antigo poeta
da rebelião
que na calada
da noite
eu sei que
me lê,
e que 'vendeu'
a alma
em troca
do mundo
deixando
a poesia
à revelia
e conseguiu
na vida
se perder:
confio que
o Comandante
lá do céu
nos vê.
Não era para
ser assim,
e nem ter
sido assim,
ter falado
o quê não
devia sobre
o General,
você nunca
mais será
o poeta
de antes
para mim.
Ver inimizades
onde nunca
houveram
para se
segurar
naquilo
que passa
não é útil
para mim,
para ninguém
e para você,
preferia vê-lo
anunciando
a pacificação
que renova
e prospera.
Muitas vezes
escrevo além
da conta,
e falo até
o quê não devo;
é uma forma
de me defender
do mundo
que nos faz
brutos por medo.
Quando eu havia
lido essas palavras
do Presidente
interpretei de
maneira
precipitada que
a luz havia voltado:
"hemos recuperado
el cuerpo eléctrico
del país y no
podemos
dejar que se
caiga de nuevo".
A luz
voltou,
mas não em
todos os lugares
e a água ainda
está a caminho,
da mesma forma
espero que
a reconciliação
encontre o seu
destino porque
opositores
e defensores
estão reunidos
para vencer
este ataque
produzido
por culpa do
Império do Inferno,
faço votos que se
encontre e puna
os autores desse
crime bárbaro.
Por que me preocupo
com essa falta
de luz e água?
Porque eu quero
saber como está
o General preso
injustamente
há um ano,
pois ele está
muito mal
fisicamente.
Quero saber
como está
o Luís Carlos
que foi preso
abruptamente,
quero saber
de tanta gente
e de quando
virá a liberdade
daqui para frente.
É o abuso do absurdo
com o nosso coração:
os planetas dançam,
as horas passam,
eu não sei de nada
e você também não.
O mundo rodopia,
e nós sequer sabemos
dos presos políticos
detidos nas duas siglas
o quê sobra é a grave
e cruel silenciação;
a única certeza
que todos nós temos
é da plena escuridão.
Que venha a luz
e que acabem com
o silêncio de metal
que está sufocando
a minha poética de
um jeito sem igual.
Não sei da onde
brotou tanto ódio
de quem apenas
eu achava um
verdadeiro showman,
Só sei que ele deu
para mentir feio
sobre o General
que está preso
injustificadamente,
Quem mente cai
no meu conceito
e passa a ser
naturalmente
o primeiro
suspeito 'insuspeito'
de todo o mal feito,
Não dá para pensar
bem de quem não
busca se aprofundar
na verdade,
e fala sem pensar
na consequência
que pode ocasionar,
É preciso sempre
a verdade buscar,
para não errar
quando falar,
para se errar sair
em busca de se retratar,
e procurar se reconciliar,
O General apreciado
que continua preso
injustamente
desde o dia treze
de março do ano
de dois mil e dezoito:
À ele foi negado
o devido processo legal;
O desenrolar desta história
é simplesmente brutal,
Neste exato momento
o General se encontra em isolamento total
Eu era muito menina
e o Poeta da Revolução
era bem moço,...
Até hoje não esqueci
quando ele foi
ele sequestrado,
Como ele não vivi
e nunca antes
eu havia revelado:
Que o meu coração
estava vibrando ali
como um tambor,...
Nunca me esqueci
do ano de 2002,
do dia 13 de abril quando
o Comandante Eterno foi resgatado;
Sem ele a vida não
foi mais a mesma,
tudo continua infinitamente parado
e o mundo com este clima pesado,...
Desde o dia 13 de março
do ano de 2018,
Afinal, vocês sabem
bem que o General
continua injustamente aprisionado.
Não foi como
eu pensava,
não voltaram todos,
houve um incidente
na fronteira
com os bolivianos
que querem
voltar para casa,
e segue a desgraça
plantada pela
autoproclamada
deixando completamente
a gente esfomeada
e totalmente abandonada,...
Na Pátria do Condor
tem sido rotina:
quando pouco se sabe,
não se sabe de nada,
tem sido normalizado
deixar muitos abandonados
nas fronteiras
e estradas da orfandade;
Por aqui virou terra
de contra-informação,
informação falsa,
informação pela metade
ou mesmo nenhuma,
e uns querem que
até para fazer
pergunta você se cale,...
Assim tem sido com
o nosso povo, com a tropa
e com o General preso
injustamente há mais
de dois anos que há
mais de três semanas
não recebem por ele
roupas limpas e comida
(e ninguém mais sabe
de absolutamente nada),
e de vez em quando
só recebem mesmo é água.
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