Se Voce Chora eu Choro

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Aprendi a me calar no momento que deveria gritar...
Aprendi a conter o choro para não causar a outrem sofrimento
Aprendi a recorrer ao meu silêncio para não externar minhas angustias
Aprendi que viver assim é estar condenada na própria solidão...
Será que sou invisível, ou indecifrável? É a pergunta que me faço todos os dias pelas manhãs...
A minha terapia diária é acreditar que tenho o amanhã
O elixir que trará minha sorte ou causará minha condenação

Aqui nesse quarto escuro volto a ser criança, um choro incessante, um medo desesperador!!!
Mas agora o medo não é mais do escuro, quisera o fosse!
Agora não me refugio mais nos braços seguros de minha mãe...
Sabe o mundo?
Pois é... é ele que me amedronta nos dias escuros e chuvosos!
Os segundos voam, voam e voam...
E com eles se vão um pouco de minha vida, e eu me pergunto se estou fazendo esses segundos valerem a pena,se estou me empenhando a alcançar meus objetivos,se tenho dado assas aos meus sonhos,ou se tenho dado chão aos meus pés...
Se tenho dado o devido valor ás pessoas a minha volta, se tenho realmente noção de que a qualquer momento posso perde-las para sempre,sem ter tempo de me despedir ou de falar o quanto são importantes em minha vida...
Mãe
O meu amor por ti é infinito e incondicional
Mas seus braços já não podem resolver todos os meus medos
Queria que fosse coma na infância que tudo se resolvia quando você acendia a luz e todo o meu medo ia embora, e que quando em seus braços eu encontrava toda a segurança que eu precisava...
Queria hoje poder, bater na porta do seu quarto e dizer que sinto medo, me refugiaria em seus braços e pediria para que você acendesse a luz,
A luz desse meu mundo escuro e sombrio
Mas já é madrugada, e todos dormem...
Hoje sou adulta, e a escuridão que me tira o sono e me amedronta mãe,
Não é a escuridão do meu quarto!
É a do mundo, e temo que talvez você não possa acender a luz pra mim mãe.
Pois essa escuridão também te mete medo...

Ele começou a suspirar devagar para não chorar. O suspiro é o choro da boca.

Se for pra chorar chore, não importa que seja por um dia, o que importa é que depois do choro o seu sorriso seja ainda mais radiante...

Não choro por amor perdido, choro pela amizade desfeita...

E quantas vezes fui forte e não chorei, e agora como choro por ser tão forte.

Me ame no choro no riso.
Me ame no olhar no beijo no abraço…
Me ame no infinito, nas ondas do mar…
Mas o que eu mais quero.
É que me ame e deixe eu te amar…

Fará alguns meses, que se agrupados em dias daria o número 365. Ainda choro. Ainda...

Se amo o impossivel,e pelo impossível choro,mas é impossivel esquecer,o impossivel que adoro..."apesar de acreditar que nada é impossivel quando acreditamos em nós...

O Palhaço tem o dom de emocionar
Através do riso, do choro
E do singelo olhar.

Choro dia e noite de saudades. saudades de te ver, saudades de te ter.

E essa minha mania de viver sorrindo... De demonstrar que tá tudo bem... Sendo que choro por dentro. Tentando lavar o coração!

Passamos muito tempo sendo fortes, pois fomos ensinados a engolir o choro.
Muitas vezes guardamos sentimentos sufocados, pelo simples fato de sermos superiores e não darmos o braço a torcer.
Pura tolice!!!
O que nos faz grande é o fato de sermos nós mesmos sempre. E deixarmos os nossos sentimos a florir.

⁠“O choro é a limpeza da alma".

Não se cala o som do choro, o corpo é abrigo cansado, seca com os soluços.
Virão gritos, danos, o gosto amargo da perda.
É suportar o vazio onde antes havia um beijo.
Antes era: “Que seja infinito enquanto dure.”
A despedida não aceita poesia: ela é o fim do poema.

Poesia — “Entre Fronteiras”

Estou entre a linha do riso e do choro,
Entre o passado que grita e o presente sem coro.
Entre lembrar e deixar pra lá,
Entre o que fui… e o que ainda há.

Amigos pedem, memórias puxam,
O coração sangra, mas as mãos ainda ajudam.
Quero cuidar de mim, mas me dou demais,
E acabo vazio nas madrugadas reais.

Feridas que não cicatrizam,
Nomes que ainda se repetem na brisa.
Aquela pessoa… ainda me fere em silêncio,
E as lágrimas… escorrem por dentro.

Mas mesmo assim, permaneço.
Mesmo em pedaços, eu mereço.
Mesmo perdido, sei que há direção.
Mesmo doendo, há força no meu coração.

E se hoje sou sombra, amanhã serei sol,
Não mais ingênuo, mas inteiro e melhor.
Porque quem sente assim tão fundo,
Carrega o tipo de alma que transforma o mundo.

Choro, choro e choro, e não resolve nada. Quem
disse que chorar faz bem estava mentindo, ou
estava chorando com os problemas já resolvidos.

Às vezes me vejo pensando sozinho
Em qual sentido a vida pode me levar
Se choro, se rio, se brinco
Por onde eu devo andar


Cada um molda seu destino
E conquista aquilo que lhe convém
Cada um faz teu próprio rabisco
Formando o mais belo desenho aquém


Uns de maneira mais forte
Outros de forma suave
Porém cada um no seu tempo
Cada um respeitando a sua fase


Vejo no vento várias maneiras de ser feliz
Vejo em ti minha esperança
Pois onde os objetivos são traçados
Nenhum mal me alcança


Como as fivelas mais amarradas
Teus passos guiam sua trajetória
Como o mais belo jardim
Semeando a mais bela rosa.

Nos dias de tristeza profunda;
Nos momentos de dor e sofrimento!?


O teu choro, as tuas lágrimas rasgando os teus olhos!?


Não é apenas desespero;


Tua alma está jogando para fora, tudo que lhe faz mal por dentro.


Deixe sair...

Silêncio, grito preso, choro preso, silêncio.
Tranca, cadeado, cofre. Onde está a dor? Em qual lugar desse corpo vazio se esconde?
Onde está o sangue, o calor? Por que as veias estão vazias?
A pressão enlouquece ao mesmo tempo que anestesia. A mente engana, sai em desvaneio e de repente foca no ponto, e aí, aí vagueia de novo em um ciclo sem fim...
Só um buraco, oco, vazio.
As cores se foram, o cinza chegou.
Me tornei um dia comum, nublado, sem sol, mas também sem chuva, sem calor ou vento.
Só nublado, cinza, eterno.
O ponto de virada dramático
O eco do vazio preenche cada espaço. Não há nada. Não há sequer a dor, apenas a ausência. O sangue e o calor se foram, e a memória de quando estavam lá é o único fardo que o vazio não consegue apagar. A lembrança de um tempo colorido, de uma pulsação, é a tortura final, o sussurro de uma mentira que a mente insiste em reviver antes de se calar.
A tranca se dissolve, não por quebra, mas por corrosão. O cadeado enferruja até virar pó, porque não há mais nada a ser protegido. O cofre se abre, revelando nada além do ar rarefeito.
O cinza não é uma espera, é a resposta final. A mente já não vagueia, ela flutua, um grão de poeira insignificante em um espaço infinito e desprovido de qualquer coisa. E o drama maior é a constatação de que não há drama. Não há tragédia, não há reviravolta. Apenas o nada, perfeito, completo e eterno, que se instalou e a memória do que existiuecoa para sempre no que restou de minha vida.
a.c.g.c