Se Vi longe e Pq me Apoiei em Ombros de Gigantes
-Quando eu te vi pela primeira vez...
É bem certo que eu duvidei.
Na verdade você parecia um sonho!
E eu tão indecisa e imatura,
que me surpreenderia se aquele nosso lance durasse.
Mas, naquele instante eu te amei...
Então, você chegou outra vez..
e eu te olhei, e de novo te amei...
Pelas minhas incertezas e tuas inconstâncias...
será que não dá prá você fazer-me possuir
a certeza de que você possa amar-me novamente e constantemente?
☆Haredita Angel
A única forma de Neymar ganhar uma bola de ouro e alcançar o estatus de Messi e CR7 é no mundo virtual, jogando PES ou FIFA!
Com tanto Bandido escondido sob a Segunda Pele do braço armado do Estado, ele está prestes a virar mais um Poder Paralelo.
É uma constatação que incomoda — e talvez deva mesmo incomodar.
Não por generalizar, mas por expor uma fissura perigosa: quando aqueles incumbidos de garantir a lei e a ordem passam a negociar com o caos, o pacto social começa a apodrecer por dentro.
O problema não é apenas a existência de desvios individuais, mas a repetição deles até que deixem de soar como exceção e passem a insinuar um padrão.
A autoridade, quando perde sua integridade, não se transforma apenas em ausência de ordem — ela se converte em uma força concorrente.
E isso é ainda muito mais grave.
Um criminoso comum age à margem; um agente corrompido atua com as ferramentas do próprio sistema.
Ele conhece os caminhos, os atalhos e os silêncios institucionais.
Sabe onde a vigilância falha e onde a confiança é cega.
Sua atuação não é só ilegal — é estratégica.
O resultado disso não é apenas o aumento da violência, mas a erosão da credibilidade.
E sem confiança, nenhuma instituição se sustenta por muito tempo.
A população, já quase cansada de promessas e operações midiáticas, começa a olhar para o uniforme não mais como símbolo de proteção, mas como uma incógnita.
E esse é o ponto de ruptura: quando o cidadão teme quem deveria protegê-lo, o Estado perde sua face legítima.
Mas é preciso cuidado com a tentação do julgamento absoluto.
Há milhares de profissionais que honram diariamente suas funções, muitas vezes em condições precárias e sob riscos reais.
Ignorar isso seria injusto — e até contraproducente.
No entanto, reconhecer os bons não pode servir como escudo para relativizar os maus.
Pelo contrário: quanto mais digna for a maioria, mais urgente é separar, expor e responsabilizar a minoria que contamina o todo.
O verdadeiro risco não está apenas no policial que se corrompe, mas na estrutura que tolera, protege ou relativiza essa corrupção.
Quando mecanismos de controle falham, quando denúncias são abafadas, quando a punição não chega — ou chega seletivamente —, o sistema envia uma mensagem muito silenciosa, porém poderosa: há espaços onde a lei não alcança.
E é justamente nesses espaços que nascem os medonhos Poderes Paralelos.
A reflexão que se impõe, portanto, não pode ser simplista.
Não se trata de atacar instituições, mas de exigir delas aquilo que as legitima: transparência, responsabilidade e compromisso com o interesse público.
Porque um Estado que não vigia seus próprios vigilantes corre o risco de se tornar refém deles.
E, quando isso acontece, já não é apenas a segurança que está em jogo — é a própria ideia de justiça.
Como é bom e importante receber um “Bom Dia”, seja como for: presencial, telefônico, eletrônico, virtual e até sinal de fumaça. Vindo então da pessoa amada, instantaneamente, o dia fica mais colorido, o sorriso invade seu rosto e com certeza, feliz!
Tirei uma dúvida com a janela do meu quarto: além do bem-te-vi despertador de todo dia; da visita de um solitário beija-flor; e rota das maritacas, quando chego na janela não espanto a turma e não espantando, evidencia que existe empatia, solidariedade e amizade comigo também. Assim, pelo privilégio, a janela e eu ficamos felizes e confortados, pois a solidariedade é inimiga da solidão.
Conto uma Bunga Akar Kuning
por uma como quem despreocupada
conta muitas estrelas douradas
na Via Láctea sem me importar
como o tempo por mim passa,
Sou o poeta exilado que conta
versos nos poemas no silêncio
d'alma inspirados pelo tempo
inventado do Homem como remédio.
...
Bunga Jejarum
floresce no caminho,
Nos teus olhos
está escrito o destino,
E no meu coração
o quanto pressinto.
...
Bunga Tasbih esplendente
tal qual o coração
que pelo teu amor sente,
Tudo entre nós é crescente.
...
Anggerek Ungu florescendo
serena enquanto outros
querem se sobressair uns aos outros,
Sou como ela que não
se permite nada que interrompa
o seu florescimento,
sem me importar quanto tempo,
e sem temer o esquecimento.
O brasileiro não pode ter orgulho da arte, da cultura, das belezas do país, não pode comemorar vitórias em nenhum campo para no futuro ficarem vulneráveis para passar o Brasil para o nome de qualquer um, ninguém precisa me falar nada, que eu já entendi tudo!
Sem nenhum exagero por hora,
gostaria de não ter visto,
o pior capítulo que vi na vida,
Qualquer minúscula mercadoria
do Tehran Grand Bazar
tem infinitamente mais valia,
do que qualquer umazinha
que se preste a serventia,
em nome dos pecados capitais
para ceifar vidas como ninguém
importasse nenhum pouco mais.
Uma minúscula mercadoria
mesmo sob ruínas e destroços
dos corredores que foram
pelas bombas explodidos,
tem o seu valor mantido,
porque nela estão contidos
os valores que jamais
se tombam nem às armas,
diferentemente de umas e outras
que se renderam à morte,
e ao absurdo vulgar nas praças.
Falo das deslumbradas,
que servis capturadas
tiraram os véus, fotografaram
a nudez, o caráter e a insensatez,
e sem nenhum pudor dançaram
para se expor diante dos olhos
de todos nós os próprios corpos
empunhando a bandeira nacional;
Tudo em nome de uma liberdade
que custasse o que custasse
o preço da vida do seu povo,
a história e a memória
para servir ao escuso jogo.
In Memoriam às meninas de Minab.
Eu vi galinhas no telhado!
A Humanidade sabe o caminho
de volta para a Lua,
Só ainda não aprendeu a parar
de usar o nome de Cristo
para justificar guerras.
Eu juro que vi galinhas no telhado!
Um Tribunal de Direitos Humanos
confundir suicídio com cuidado,
Vejo defensores de Direitos Humanos
olhando para o próprio lado,
Não queria nada disso ter enxergado.
Eu vi galinhas no telhado!
Na terra que dizem ser Terra Santa
o corredor da morte foi legalizado!
Tudo ao seu redor te ensinou
a ser forte, não nego,
O que vi me fez enamorada,
aprecio e presto reverência
à cada nuance moldada
que há de me fazer abrigada.
Cada demonstração sua,
há de ser recompensada
com a minha vulnerabilidade,
O meu nome há de ser
trocado facilmente pelo seu
- e nos reconheceremos
totalmente liberdade,
nos queremos de verdade.
A potente sedução retomou
a ordem natural das polaridades,
Não nos rendemos ao comum,
somos o que somos:
amor, corpos e sonhos.
Transmutar-se para a cena
de cristais derretidos na caverna
rendidos à êxtase e aos delíquios
têm sido repassados na cabeça
como um roteiro de cinema,
desde a primeira vez que te vi
não consegui mais ser a mesma.
O está escrito o descanso jubiloso
na fortaleza do seu forte peito,
ser a tua fome e forma reino,
não nego que tem sido o meu desejo,
é algo que toda hora prevejo.
Em nós existe o encontro
do nossos hemisférios
além do inverno que se aproxima,
Como lianas, cipós e trepadeiras
em agarramento nos dosséis
das florestas da América do Sul,
com apetite de feras não há mais
nada na vida que nos renda, e preencha.
A minha América do Sul
se tornou terra onde
ninguém mais descansa,
Que houve festança
pela vitória e recebeu disparos
intencionais de misantropia;
Para fazer o povo esquecer
que é a alegria que traz vida.
Só sei que quase ninguém
ultimamente está prestando
atenção com o desenrolar
da história na Bolívia,
Ainda trago algo mantém
forte tudo para que
faça que eu não desista.
Há quem destrua pontes
de boa comunicação,
E quando chegar a vez
da minha ponte ser destruída,
Darei a total distância,
mudarei a direção,
e optarei pela reconstrução;
Porque não quero perder
os meus olhos dos seus e nem do céu.
Que não há alma?
Existe a nossa - que é única.
Insensatos! Eu a vi: é de luz...
Nos teus olhos - inequívoca.
Com relação à minha luz:
(Assoma às tuas pupilas
quando me olhas tu.)
Quem me disse foi
o poeta Rubén Darío, e não tu!
(As "Rimas XII" são dele e minhas.)
Não fui a única testemunha,
sob o sol e sob a chuva,
que vi os 50 gols do Vini JR.
Enquanto a vitória estava ali,
a um palmo, para se agarrar,
no primeiro tempo,
o pênalti foi espatifado no ar —
mas no final a honra foi salva
ao menos com um gol do Neymar.
As lições desejáveis que ficam
são que, além de aprender a remar,
é preciso aprender a domar
a atenção, para não se dispersar.
Quem persiste em se achar,
perderá, inevitavelmente na vida,
a oportunidade de golear.
"Ainda não vi ninguém assumir que o próprio é isso ou aquilo. Mas quase todos (mesmo não nos conhecendo) vivem dizendo que nós (e os outros) temos dezenas de defeitos!"
Frase Minha 0024, Criada no Ano 2006
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
"Quem disse que papagaio brasileiro não fala? Ontem vi e ouvi dois deles falando 'fashion', 'teen', 'game', 'kid', 'delivery' e papagaiadas semelhantes!"
Frase Minha 0335, Criada no Ano 2009
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"Enterro de anão? Não apenas vi... Ajudei a carregar o 'caixãozinho', quando aquele senhor foi-se. Gente falando mal dos outros? Ih, é o que mais vejo todos os dias. O que nunca vi, nem verei, aposto, é esses mesmo falando mal deles próprios."
Frase Minha 0351, Criada no Ano 2009
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"Mesmo os curiosos mais antigos jamais 'morrem' ou 'acabam'. Então, não chore por 'defunto vivo' e, pior, 'imortal' (ou 'inacabável)' ! "
Frase Minha 0417, Criada no Ano 2010
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"Ontem vi aquele casal "humilde", no coquetel da empresa. Avançaram no salmão, no caviar e no arenque defumado. Desprezaram as azeitonas, é obvio!"
Frase Minha 0441, Criada no Ano 2010
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"Assim que me vi refletido nos espelhos do Castelo de Versailles, fui acometido de certa FILAUCIA, o que não é comum em mim e que me desagrada relativamente. Encerrei a visita, claro!"
Frase Minha 0453, Criada no Ano 2010
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"Todos temos sonhos. O meu, embora simples, está difícil de ser realizado. Meu sonho, como vi acontecer com um sujeito no ponto do ônibus, é ver duas (ou mais) mulheres, brigando por mim, na via pública e eu ali, assistindo tudinho!"
Frase Minha 0517, Criada no Ano 2011
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
