Se Vi longe e Pq me Apoiei em Ombros de Gigantes

Cerca de 141425 frases e pensamentos: Se Vi longe e Pq me Apoiei em Ombros de Gigantes

Tudo era apenas uma brincadeira
E foi crescendo, crescendo, me absorvendo
E de repente eu me vi assim
Completamente seu

Vi a minha força amarrada no seu passo
Vi que sem você não há caminho, não me acho
Vi um grande amor gritar dentro de mim...

Hoje quando eu acordei e te vi
Você com um sorriso iluminando como sol radiante em minha janela.
Tinha certeza que o dia seria lindo e você minha única musa, amante e bela.
Você disse oi e se foi.
A escuridão serrou meu olhar
E agora só tenho uma esperança.
Que quando o amanhã chegar e você voltar.

Hoje em dia, fazer o que você tem vontade virou "loucura" e fazer a vontade dos outros virou "normal".

Quando você é ausente na vida de alguém, com o tempo, essa pessoa também será ausente na sua vida.


Isso acontece muito entre pais e filhos. Pais que foram ausentes no passado acabam recebendo, no futuro, a falta de atenção dos filhos.


Toda ação gera uma reação, mais cedo ou mais tarde.

Quem não entende a vida que você quer viver também não vai entender o seu sofrimento por não viver; de qualquer forma, não vão entender, então viva!

Vi _ver
Eu quero ver
Eu gosto de ver
Eu preciso ver
Para sobreviver...

Então o sábado aflorou
O sabiá cantou animado.
Enquanto o bem te vi ensaiava um verso.
O beija-flor fazia festa.
Aproveitando essa seresta.


Bom dia com paz e alegria 🤍💕🌺

Atravessando a distância que nos separa existe um caminho que nos leva a felicidade.
Meu coração viaja em sentimentos para o mais longínquo horizonte de brisas e firmamentos em um pensamento em tua imagem que nasce entre o espaço e a distância que nos separa.
Vivo a sonhar com você, não sai mais da minha cabeça quero o teu amor e não importa quando nem onde vou ter seu coração.

Meu bosque verde, sem você se torna sombrio com o ar fresco e suave porem sem emoção.
O sopro da vida que me mantém quente é sopro da plenitude que pretendo alcançar.
A essência de um sentimento é a eminência de um coração instantaneamente feliz.
Transpassavam-me as palavras intensamente sonoras, porem singelas que me despertou ligeiramente a emoção.

⁠Eu vi o amor em carruagem de fogo
Senti ferida que não doía em cicatriz
de novo e de novo...
Mesmo descontente, não me atrevia
esperar no que acontecia!


No mais bem querer, de querer andar
para não esquecer... De que solitário estou
Viver em um contentamento no mais
longiquo amor...


Sem vontade ou querer de está preso por amor
Ou vencer com vitória sem levar o prêmio
O mesmo sem a causa de poder ter benefícios
ao teu favor!
É o amor, amor... Amor!

“Quando Deus te faz brilhar, até a escuridão reage”

Nunca vi um inseto atacar uma luz apagada.

Os “insetos” sempre são atraídos pela luz acesa, porque o brilho incomoda. E sabe por quê? Porque a luz revela as sombras e expõe aquilo que estava escondido.

Quando Deus acende uma luz sobre a sua vida, ela incomoda quem vive na escuridão. O inimigo sabe que uma nova vitória está a caminho e, por isso, envia pessoas para tentar roubar a sua paz, a sua alegria e a sua fé.

Mas não se preocupe. Quem te traiu, te humilhou, te desprezou ou faltou com a palavra será obrigado a ver a sua luz continuar brilhando. Não porque você é maior, mas porque o Deus que te sustenta é fiel.

O Deus que você serve não falha. Ele promete e cumpre. Ele dá a palavra e não volta atrás. O que Ele preparou para a sua vida ninguém pode impedir.

Continue brilhando. A sua luz é a prova de que Deus ainda está escrevendo a sua história.

Eu vi a cultura acorrentada e a democracia saindo do teatro calada depois que a arrogância subiu no palco fantasiada

Eu vi um palhaço sentido frio
Eu vi um um coração vazio


Eu vi um desconhecido os acolher

Eu vi muita gente importante na platéia e poucas no palanque

Eu vi um gigante rosnando feroz
E fui atirado na testa dele
E ele caiu

Eu vi quem prometeu segurar minha mão,
Soltar, e ir embora sem aceno.
Aprendi que nem toda chegada vira morada.

Beleza que Reflete Serenidade e a Poesia que sai do seu Reflexo

Numa fotografia, vi atenciosamente uma beleza estática dentro de uma cena entusiasmante — a expressão de uma poesia sem palavras. A janela estava aberta e a serenidade se sentiu convidada e, como sempre, ela foi muito bem recebida e prontamente abraçada.

Olhos brilhavam em um belo semblante; os raios de sol tocavam com gentileza a pele. Uma arte veemente no interior sendo o reflexo de uma linda paisagem do lado de fora — soma de vários detalhes distintos, unidos de uma maneira harmônica — traços de calor e romantismo.

E agora, uso esses versos para dar voz a essa rica imagem que estava em silêncio, mas que tinha muito a dizer de acordo com o meu senso poético: significados; sentimentos e a vida existente além do registro admirável de um simples momento, expressivo, profundamente sereno.

"O feminismo é igualdade", dizem elas. Contudo, eu nunca vi qualquer relação de igualdade/equidade ser construída levando-se em conta apenas um lado da balança.

DO LIVRO: MIGALHAS DA GRANDE MESA.
CAPÍTULO VI.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
A CÓLERA COMO FEBRE DO ORGULHO MORAL.
Existe uma enfermidade silenciosa que atravessa séculos e civilizações sem jamais perder a força destrutiva. Ela não nasce do corpo. Não procede do sangue. Não emerge dos nervos. Sua raiz repousa no espírito imperfeito que ainda deseja impor-se acima dos outros. A cólera, segundo a interpretação doutrinária de O Evangelho Segundo o Espiritismo, é uma exteriorização do orgulho ferido.
Sob os aspectos de “Migalhas Da Grande Mesa”, a cólera não deve ser analisada apenas como explosão emocional. Ela representa uma falência momentânea da consciência moral. O homem colérico perde a serenidade porque ainda não aprendeu a suportar a contradição. Sua alma exige submissão do mundo exterior. Quando essa submissão não acontece, ele se revolta contra pessoas, objetos, circunstâncias e até contra Deus.
O texto doutrinário espanhol é profundamente lúcido ao afirmar que o orgulho conduz o homem a acreditar-se superior aos demais. Eis o núcleo do problema. O espírito orgulhoso cria para si uma imagem engrandecida. Julga-se intelectualmente elevado. Moralmente distinto. Socialmente relevante. Em consequência, qualquer confronto transforma-se em ameaça ao próprio ego.
A cólera nasce quando a realidade destrói a fantasia da superioridade.
Dentro da visão espírita, isso possui implicações vastíssimas. A Doutrina Espírita ensina que o espírito atravessa múltiplas existências trazendo consigo tendências morais construídas ao longo de séculos. O homem irascível não está apenas reagindo ao presente. Ele exterioriza conteúdos espirituais antigos ainda não evangelizados pela consciência.
Quando o Espírito protetor afirma que os acessos de fúria aproximam o homem do bruto, não se trata de metáfora poética. Existe um rebaixamento vibratório real. Durante a explosão colérica, o espírito entrega o governo da razão aos instintos inferiores. A lucidez desaparece. A prudência dissolve-se. O discernimento torna-se escravo da paixão.
“Migalhas Da Grande Mesa” encontra nesse ponto uma das maiores reflexões sobre a dignidade humana. O homem que não domina a própria alma jamais poderá governar verdadeiramente qualquer outra coisa. Pode possuir dinheiro. Cultura. Prestígio. Influência. Ainda assim será espiritualmente miserável se permanecer escravo da própria violência íntima.
A cólera revela fraqueza e não força.
O mundo material costuma glorificar explosões temperamentais como demonstrações de personalidade forte. Entretanto, o Espiritismo inverte completamente essa lógica. Forte não é aquele que impõe medo. Forte é quem domina a si mesmo. A verdadeira grandeza moral não consiste em vencer adversários externos, mas em silenciar os tumultos interiores.
Por isso o texto afirma que a ira faz do homem objeto de piedade. O colérico acredita intimidar os outros, mas frequentemente produz tristeza, constrangimento e compaixão. Quem observa alguém dominado pela fúria contempla um espírito temporariamente vencido pelas próprias imperfeições.
Existe ainda uma dimensão profundamente dolorosa. A cólera raramente destrói apenas quem a sente. Ela atinge os que cercam o indivíduo. Filhos crescem traumatizados. Esposas adoecem emocionalmente. Amigos afastam-se. Ambientes tornam-se pesados. O lar converte-se em região de tensão invisível.
Sob a ótica espírita, essas agressões emocionais possuem consequências fluídicas reais. O pensamento colérico contamina o ambiente psíquico. Ondas mentais inferiores são exteriorizadas continuamente. A atmosfera doméstica torna-se espiritualmente enferma. Espíritos perturbados aproximam-se dessas vibrações, intensificando ainda mais os conflitos.
“Migalhas Da Grande Mesa” conduz a uma reflexão severa. Muitos homens acreditam que pecam apenas através dos atos visíveis. Contudo, o espírito também destrói através das atmosferas emocionais que produz. Existem pais que jamais levantaram as mãos contra os filhos, mas feriram profundamente suas almas mediante gritos, humilhações e intimidações constantes.
A cólera é uma pedagogia da dor.
Outro ponto extraordinário do texto doutrinário está na destruição da falsa desculpa biológica. Quantos afirmam possuir “gênio forte”. Quantos culpam o temperamento. Quantos responsabilizam os nervos, a hereditariedade ou o organismo.
A resposta espiritual é contundente.
O corpo não cria os vícios. Apenas oferece instrumentos de manifestação. O espírito permanece sendo a causa fundamental. Um organismo pode facilitar determinadas tendências, mas não cria moralidade nem perversidade. Caso contrário, não existiriam responsabilidade nem mérito.
Essa visão possui profundidade filosófica imensa. O Espiritismo rejeita tanto o fatalismo materialista quanto a ideia de condenação inevitável. O homem pode transformar-se porque o espírito é educável. Eis uma das maiores esperanças da Doutrina Espírita.
Ninguém está condenado à cólera eterna.
A vontade firme, perseverante e moralmente orientada possui poder regenerador. O Evangelho, a oração sincera, a vigilância emocional, o autoconhecimento e a disciplina interior modificam gradualmente as tendências inferiores.
O texto de Hanbemann é categórico ao afirmar que o homem é colérico porque quer permanecer colérico. Essa frase não deve ser interpretada com superficialidade cruel. Ela significa que, no fundo, muitos ainda alimentam secretamente o orgulho que sustenta a ira. Desejam vencer discussões. Desejam impor-se. Desejam possuir razão absoluta.
Enquanto o ego for adorado, a cólera continuará encontrando alimento.
“Migalhas Da Grande Mesa” encontra aqui uma das suas maiores verdades morais. A alma só encontra paz quando abandona a necessidade de superioridade. O homem verdadeiramente evangelizado não sente necessidade de esmagar opiniões alheias para sentir-se grande. Sua serenidade nasce da consciência limpa e não da aprovação externa.
Existe uma caridade silenciosa em permanecer calmo diante da provocação.
Existe uma humildade sublime em aceitar correções sem revolta.
Existe uma grandeza invisível naquele que consegue silenciar quando poderia ferir.
O Cristo não ensinou apenas bondade exterior. Ensinou domínio íntimo. A reforma espiritual começa nas regiões invisíveis do pensamento. Antes de controlar palavras, o espírito precisa aprender a governar emoções.
A cólera é incompatível com a verdadeira caridade porque destrói exatamente aquilo que o amor procura construir.
No fim, todo homem colérico trava guerra contra si mesmo. Seu sofrimento nasce do orgulho que ainda resiste à humildade regeneradora. Por isso o Evangelho Espírita não trata a ira apenas como defeito emocional, mas como obstáculo espiritual ao progresso da alma.
E talvez uma das maiores maturidades da existência consista precisamente nisto. Aprender a permanecer sereno quando o orgulho deseja incendiar tudo.
Obras consultadas:
O Evangelho Segundo o Espiritismo
O Livro dos Espíritos
A Gênese
#geeff #cems #espiritismo #kardec #revistaespirita #vidaaposamorte #psicologiaespiritual #doutrinaespirita #mediunidade #filosofiaespiritual #consciencia #despertar #lei #moral

Somos ilhas para os quais acreditamos nas lágrimas que derramou seja a verdadeira esperança que vive em nossos corações...