Se um dia Tiver que Escolher
Quando escolher alguém para partilhar a continuação da sua vida, escolha alguém com essência, não só com aparência, alguém com paciência, alguém que até pode perder a paciência mas sem perder a postura, alguém que tenha postura mesmo quando você não estiver por perto, alguém que te olhe de perto do mesmo jeito que te olha de longe, alguém que enxergue tão longe a ponto de ver o seu interior primeiro do que qualquer coisa.
Eu não sei se você já sabe disso mas eu vou te contar agora, beleza um dia acaba, beleza é passageiro, sim é importante e todo mundo gosta de se sentir bem consigo mesmo, mas em um relacionamento não é o principal.
Ao escolher alguém, escolha a que te faz bem, a que te olhe nos olhos e que te faça rir, a que te faça viajar mesmo sem sair do lugar.
Falar sobre final normalmente não é bom nos relacionamentos, mas que o final seja o da vida, e que no final da vida a essência, o brilho, o caráter, e toda a beleza interior possa ser ainda mais atraente do que aquela beleza do início que já era tão linda.
Aprendi a escolher batalhas com critério, não entro em todas as lutas, seleciono propósito, a economia de guerra poupa forças.
O caminho se torna mais leve quando aprendemos a escolher com sabedoria as nossas batalhas, compreendendo que nem todo desafio merece nosso desgaste. Algumas coisas, na verdade, exigem apenas o silêncio, uma forma de vitória elegante e superior que protege a nossa energia. Já fomos iludidos por promessas vazias, mas hoje a crença reside nas atitudes concretas, pois a verdade sempre assume forma e quem realmente quer, age, o resto é ruído que não merece atenção. A vida nos ensinou a desconfiar das facilidades, sabendo que o que vem rápido se esvai na mesma velocidade, e que a verdadeira permanência exige esforço e construção. Mesmo nos dias em que caminhamos sentindo que estamos sem um destino aparente, o propósito e a guia de Deus permanecem firmes e silenciosos, bastando a certeza de que nunca caminharemos sós. É crucial entender que, embora nem todos mereçam uma segunda chance da nossa parte, nós sempre merecemos recomeçar, sendo o nosso próprio ponto de partida, o nosso destino e a única bússola a seguir em frente.
É difícil de escolher as diversas coisas, pois bagunça seus interesses, e não convence definitivamente a proposta.
Querer não é poder; isso significa que não consegue escolher a opção influente ou dedicar os resultados melhores sem limites ou possibilidades.
Viver em Mairiporã é o privilégio de escolher o silêncio da Serra como lar, um verdadeiro refúgio onde o oxigênio da mata renova a alma e o tempo desacelera no ritmo calmo da represa.
Reno Fioraso
"Nada em mim foi covarde. Até as minhas desistências carregaram a coragem de escolher."
@Suedson_Corey
Escolher ficar hoje em dia é quase um ato revolucionário digno de documentário que ninguém pediu, mas todo mundo deveria assistir. Porque enquanto o mundo grita “próximo!”, eu estou ali, sentada emocionalmente no mesmo lugar, olhando pra mesma criatura com as mesmas manias irritantes de sempre e pensando, curiosamente em paz, é… ainda é aqui.
Não porque é perfeito, longe disso. Se fosse perfeito, eu desconfiava. Coisa perfeita demais ou é filtro ou é golpe. Mas é porque eu já conheço os defeitos, já sei onde pisa errado, já decorei até os silêncios inconvenientes. E tem algo estranhamente confortável nisso. É tipo aquele sofá velho que já afundou no formato do meu corpo. Não é bonito, não impressiona visita, mas me entende profundamente.
Porque começar do zero parece lindo até você lembrar que o zero vem com manual de instruções oculto. A pessoa nova pode vir embalada em promessas e boas intenções, mas também traz defeitos inéditos, surpresas desagradáveis e aquele clássico momento em que você pensa, meu Deus, troquei seis por meia dúzia gourmet. Pelo menos aqui, o caos já é conhecido, quase íntimo, quase doméstico.
E não, isso não é sobre se contentar com pouco. É sobre entender que muito não é ausência de problema, é presença de disposição. Relação não é porcelana de vitrine que quebra na primeira queda e vira tragédia grega. Relação é concreto. Pesado, bruto, às vezes feio, mas resistente. Racha, sim. E vai rachar mesmo. Só que também dá pra reforçar, remendar, reconstruir. Dá trabalho? Dá. Mas desde quando o que vale a pena vem pronto e fácil?
A grande ironia é que o mundo vende intensidade como se fosse amor. Aquela coisa de arrepiar, de acelerar, de perder o fôlego. Mas isso até café forte resolve, minha filha. Amor mesmo é quando o café esfria, o dia pesa, a paciência acaba, e ainda assim você olha pra pessoa e pensa, tá, vamos continuar. Não porque não existe opção melhor no mercado, mas porque existe escolha.
E escolher, convenhamos, é muito mais difícil do que sentir. Sentir é automático, impulsivo, quase irresponsável. Escolher é consciente, é teimoso, é um pequeno pacto diário que ninguém vê. Não tem aplauso, não tem plateia, não tem trilha sonora. Só tem dois seres humanos imperfeitos tentando não desistir no primeiro sinal de desconforto.
No fim, o extraordinário nunca foi o começo cheio de fogos de artifício. Isso aí é marketing emocional. O extraordinário é quando os fogos acabam, a fumaça baixa, a realidade aparece sem maquiagem e, mesmo assim, eu fico. Fico porque quero, porque escolho, porque entendi que construir é mais raro do que substituir.
E olha… num mundo que troca tudo o tempo inteiro, ser alguém que permanece já é quase um luxo. Um luxo silencioso, discreto, que não viraliza, mas sustenta histórias inteiras. E talvez, só talvez, seja exatamente isso que ainda salva alguma coisa nesse caos bonito que a gente insiste em chamar de amor.
Quando você escolher tomar decisões por outra pessoa não suponha que é o certo a fazer, pergunte antes. Argumente, exponha seu ponto de vista e convença. O seu certo pode estar errado.
Escolher a vida quando te mandam escolher a morte... isso não é teimosia.
É ser mãe antes de ser mulher.
Van Escher
_Amor verdadeiro não te pede para escolher entre ficar ou abortar.
Um inocente que não tem voz para se defender.
Amor ama o próprio sangue.
Amor não é te dar duas opções: vida ou morte.
Se tem isso, não é amor. É sentença.
Van Escher
Escolher fazer o bem às pessoas é uma escolha e tanto.
Neste mundo de ruínas humanas, que possamos cultivar flores nas rachaduras do asfalto. Escolher não piorar as situações e tentar oferecer sorrisos leves. Sem julgamentos, sem pesos desnecessários.
Há pessoas cuja alma é delicada e forte, mas que, por não se sentirem seguras entre as ruínas, acabam se desumanizando a ponto de desistirem da própria vida. Que o amor ao próximo nos lembre da importância de olhar para o outro e abraçá-lo, independentemente de qualquer coisa.
Às vezes, o mundo de alguém somos nós. Por isso, devemos escolher nos tornar mundos melhores.
Que possamos educar a nós mesmos e aos nossos filhos para combater as dores que infligimos ao outro.
Pela preservação da vida.
Quando deixamos de tentar convencer alguém a nos escolher, damos à relação a melhor chance de permanecer verdadeira.
"Quem decidiu o destino do ovo foi o dono da granja. Ao escolher servir um prato, abriu mão do outro."
Amadurecer é perceber que nem tudo o que amamos pode permanecer. E que escolher a si mesmo nem sempre vem acompanhado de felicidade. Às vezes, essa escolha vem acompanhada de silêncio, noites difíceis e de uma estranha sensação de ausência.
Ao escolher um caminho mais saudável, uma parte de nós sempre olha para trás, desejando voltar. Mas a dor também pode ser um sinal de deslocamento, um indicativo de que algo deixou de repetir o mesmo ciclo.
Nem toda dor é um aviso de erro. Às vezes, ela é apenas o preço emocional de mudar de lugar dentro da própria vida.
Desagradar é muitas vezes um ato de coragem,
Pois implica escolher o que é justo
Em vez do que é cômodo!
A espiritualidade nos ensina a ouvir a voz interior,
Que não está focada em aplausos,
E sim na harmonia entre o que somos
E o que fazemos.
Pois quem vive em sintonia com essa verdade
Não apenas cresce, mas inspira os outros
A também seguirem a sua própria luz.
