Se quer ser Amado Ame

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⁠A igreja deve ser lembrada de que não é a mestra ou a serva do Estado, mas sim a sua consciência… Ela deve ser a guia e a crítica do Estado, nunca sua ferramenta. Se a igreja não recuperar seu fervor profético, ela se tornará um clube social irrelevante, sem autoridade moral ou espiritual.

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⁠O nosso testemunho cristão nesse mundo caído deve ser uma resposta de amor ao próximo pela dádiva da graça que Deus nos favoreceu.

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⁠Depois da queda, todo ser humano traz consigo diversas incapacidades e incompatibilidades que, sem a ação transformadora do Espírito Santo não poderemos superá-las.

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⁠Infelizmente, muitas igrejas deixaram de ser contraculturais e passaram a ser aculturadas. Elas deixaram de moldar e passaram a ser moldadas por esse mundo caído.

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⁠O ensino Bíblico e Ortodoxo acerca do livre-arbítrio é que ele só pode ser usado pelo homem caído para as coisas espirituais depois que a Graça de Deus o restaure. Antes dessa restauração o livre-arbítrio do homem está totalmente inapto para as coisas espirituais.

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⁠Ninguém é honesto apenas por ter o título de Cristão. Deve ser considerado honesto aquele que tem caráter; principalmente aquele que tem o caráter de Cristo.

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⁠Ao homem foi dada uma escolha [...]. Ter essa escolha define o homem como um ser humano: comer ou não comer; obedecer ou desobedecer; amar ou não amar. O homem não é um robô. O homem era capaz de amar pela sua própria livre escolha sem a qual, o amor não é amor.

John R. Cross - The Stranger on the Road to Emmaus (Olds, AB: Good Seed International, 1997), pp. 56-57

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⁠Deus soberanamente decretou que o homem deve ser livre para exercer a escolha moral, e o homem, desde o começo, tem cumprido esse decreto ao fazer suas escolhas entre o bem e o mal. Quando ele escolhe fazer o mal, ele, dessa forma, não contrabalança a vontade soberana de Deus, mas a cumpre, na medida em que o eterno decreto não decidiu quais escolhas o homem deve fazer, antes, que ele deve ser livre para fazê-las [...]. A vontade do homem é livre, porque Deus é soberano. Um Deus menos que soberano não outorgaria liberdade moral às Suas criaturas. Ele temeria fazer isso [...].

A. W. Tozer - The Knowledge of the Holy (São Francisco: Harper & Row, 1961), pp. 117-119.

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⁠Saiba a diferença entre ser convidado e ser bem vindo. Esse discernimento te livrará de muitos constrangimentos e decepções.

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"A sordidez não é um desvio ocasional do ser, mas uma possibilidade inscrita em sua própria estrutura, ao ponto de ultrapassar as fronteiras do agir e fixar morada no modo como o homem pensa e se compreende."

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" deixe de ser estúpido por um tempo, depois você não irá querer voltar à sua normalidade "

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"Velhice não é idade, não é término da existência, nem declínio do ser. Velhice é a culminância silenciosa do tempo que amadureceu em consciência. É quando a vida deixa de correr e passa a ensinar. Não se trata de um corpo que desacelera, mas de uma alma que aprende a caminhar com dignidade, memória e verdadeira lucidez."

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ONDE A PALAVRA SE EXTINGUE E O SER SE REVELA.
Há experiências humanas que ultrapassam a jurisdição da linguagem. O discurso organiza, delimita, conceitua. Contudo, certos afetos não cabem em definições. Eles irrompem na consciência como forças originárias, anteriores à própria formulação racional.
O amor, nesse horizonte, não é mera emoção episódica. Ele constitui uma modificação estrutural do ser. Quando alguém se reconhece transformado pela presença do outro, não está apenas vivenciando uma sensação agradável. Está experimentando uma reconfiguração delicada. A alteridade deixa de ser exterioridade. Torna se dimensão interna da própria identidade.
A linguagem falha porque opera por abstração. O afeto, porém, é experiência concreta e totalizante. Ele envolve corpo, memória, expectativa, imaginação e vontade. A palavra descreve fragmentos. O amor unifica. Por isso, diante da intensidade afetiva, o sujeito frequentemente declara sua impotência verbal. Não é pobreza intelectual. É excesso de realidade.
O encontro autêntico com o outro possui densidade metafísica. Ele suspende a trivialidade do cotidiano e inaugura uma nova percepção do tempo. O instante compartilhado pode adquirir qualidade de eternidade psicológica. Não porque o relógio pare, mas porque a consciência se dilata. A experiência torna se qualitativa, não apenas quantitativa.
O toque, o olhar, o sorriso, são gestos aparentemente simples. Contudo, encerram uma simbologia profunda. O corpo não é mero instrumento biológico. Ele é veículo de sentido. No gesto, o invisível torna se visível. A interioridade manifesta se sem necessidade de longos discursos. O silêncio entre duas pessoas que se compreendem pode possuir mais conteúdo do que tratados inteiros.
A separação, por sua vez, revela outra dimensão da experiência amorosa. A ausência não anula o vínculo. Pelo contrário, evidencia sua interiorização. Quando o outro não está fisicamente presente e ainda assim permanece ativo na consciência, percebe se que o amor não depende exclusivamente da proximidade espacial. Ele inscreveu se na memória, tornou se parte constitutiva da estrutura psíquica.
Do ponto de vista psicológico, tal fenômeno demonstra que o afeto genuíno reorganiza prioridades e valores. Ele desloca o centro do ego para uma dinâmica relacional. O sujeito deixa de existir apenas para si. Passa a existir também em função de um nós. Essa passagem do eu isolado ao eu partilhado representa uma maturação da personalidade.
Há ainda um aspecto decisivo. O reencontro. Toda vez que duas consciências se aproximam após a distância, ocorre uma espécie de renovação existencial. O amor autêntico possui a capacidade de recomeçar. Ele não se limita ao impulso inicial. Ele se confirma na constância, na decisão reiterada de permanecer.
Sob uma perspectiva mais ampla, pode se afirmar que o ser humano realiza sua plenitude não na autossuficiência, mas na comunhão. A experiência do amor revela a estrutura relacional da existência. Somos constituídos pela abertura ao outro. A solidão absoluta não é ideal de grandeza. É empobrecimento ontológico.
Assim, quando as palavras se mostram insuficientes, não se trata de fracasso. Trata se de reconhecimento. Há dimensões da vida que não se deixam circunscrever por definições. Elas exigem presença, entrega e silêncio reverente.
O amor, em sua forma mais elevada, não é espetáculo emocional. É uma escolha reiterada, uma disposição ética, uma decisão de permanecer e de elevar o outro consigo.
E quando o verbo já não alcança, resta o gesto. Quando o conceito se esgota, resta o olhar. E quando tudo parece silencioso, é precisamente ali que o ser fala com maior verdade.

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⁠Agradava todo mundo para ser aceito, ninguém foi ao seu funeral.⁠

Inserida por eduardo_f_mauro

O agir segue o ser.

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“A árvore boa é aquela que, ao ser ferida, exala perfume.”
Que o nosso exemplo, diante das injúrias e das provas, seja o testemunho mais eloquente da mensagem do Cristo. "

Inserida por marcelo_monteiro_4

Oi amigaaaa...que mensagem forte e profunda, ainda não sei como passar menos tempo tentando ser menos para os outros e mais para mim, há anos estou a ponto de esquecer até as minhas preferências e não sendo simplesmente eu. Já não espero as desculpas, mas ainda há feridas que não sei como cura-las, mesmo após terapias, sigo sobrevivendo e vivendo momentos. Tenho me tratado do jeito que dá, e reconheço que preciso muda e me tratar com gentileza. A paz que eu tanto busco, encontro quando lembro que se Deus é por mim, quem será contra mim, mas confesso que quando não enxergo paz, isso me dói, as vezes me tenho a ligeira impressão que estou me tornando a necessidade das pessoas, também espero que essa amargura não me deixe desviar do meu caminho. e amiga, do fundo do meu coração, com muita dor, eu realmente espero que eu me encontre , quando tudo estiver no lugar, porque as vezes parece que estou numa constante luta de algo que não consigo alcançar.

Inserida por aline_elen_1

⁠“O ser que ama ignorando o porquê se ama imporá um dia esse pretensioso e equivocado amor.”

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" O ser não é algo concluído, e sim um acontecimento em curso. "

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O caráter essencial de toda revelação deve ser a verdade. Revelar um segredo é dar um fato a conhecer. Se a coisa for falsa, não é um fato e, por consequência, não há revelação. Toda revelação desmentida pelos fatos não é revelação; se for atribuída a Deus, e não podendo Deus nem mentir nem enganar-se, não pode emanar dele. Há que considerá-la como pro­duto de uma opinião pessoal.

Inserida por marcelo_monteiro_4