Sê quem és
Cada um com seu jeito de colher as lágrimas
Não muito poucos martirizam-se
Não muitos se desviam
Eu escrevo.
Escrevo
Não para esquecer
Mas para que haja registro.
Escrevo
Não para amenizá-las
Tampouco para intensificá-las
Mas para que tornem-se minhas professoras.
Não se culpe por algo que você não pode controlar. Ame-se, cuide-se, em primeiro lugar. Seja paciente com suas limitações. Não condicione sua paz e felicidade a pessoas, e acontecimentos externos. Não perca tempo pensando em coisas que te fizeram mal ou ansioso pelo que pode acontecer. A sua mente te derruba ou te fortalece???
Refletindo o covid 19, um tremor de terra com seu epicentro, propagando-se como um tsunami silencioso, mas devastador, sem muito o que fazer, a corrida contra o tempo é primordial, para que a onda devaste o mínimo possível de vidas.
A pandemia criou uma situação inusitada no Brasil: pessoas confinadas divertindo-se ao assistir outras pessoas confinadas brigando umas com as outras num jogo de soma zero. Resta saber se o mesmo acontecerá com pessoas ao ficarem confinadas por mais de 3 meses.
Pauline Bonaparte como Venus Victrix (ou Vênus Vitoriosa). Trata-se de uma escultura neoclássica esculpida por Antonio Canova. Apesar do nome, apenas o rosto é da irmã de Napoleão Bonaparte e não se sabe se ela posou nua para o escultor tendo em vista que o corpo se trata de uma versão idealizada do corpo ideal feminino baseado nos valores neoclássicos. Na mão esquerda há uma maçã que lhe foi dada por Páris; ato este que ocasionando a Guerra de Troia. Queriam que Pauline fosse representada como a casta deusa Diana, mas Pauline insistiu em ser retratada como Vênus. Talvez, sabendo de que era vista como promíscua, decidiu tornar a ofensa um orgulho e assim foi retratada como a deusa do amor.
O AMADOR (soneto)
Ser-se amante é ser-se abundante
(- ou mais do que generoso talvez)
É doar-se em lealdade tão gigante
E pôr-se ao total dispor na validez
É olhar com um afeto importante
Ciente de ser mais que uma vez
Ao qual cada beijo é sussurrante
E o amor, então, cheio de vividez
É saber que o ardor nos consome
A sede, do querer, saciada no bem
Rir, cantar, e ter o escolhido nome
É acertar no que não nos faz refém
Que nos detém! e ter do outro fome
Porque a gente ama, e quer ir além...
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
24/03/2020, 14’01” - Cerrado goiano
ardia de amor pela casa
uma confusão de silêncios ou
dizendo de outro modo
afundava-se numa líquida recordação cardíaca
ocultos pólen pólvora fósforos
a má reputação dos dedos
paixão cartografada remota
toponímia de enganos
braço a braço crescia alto
o incêndio no interior do peito
deliberado ritual de lâminas e pele
a transparente certeza
da cicatriz
mas ardia de amor pela casa soturna
silêncio dando para o saguão luz muitíssimo
extinta por sobre a larga extensão destruída
morrer, principalmente de amor, é
uma compendiosa tarefa doméstica
dentro do coração antigo
serei breve
a garça
estrangeira parque d’água
equilibra-se
na madeira arcada
de mangas
tece
de curva e pescoço
o ninho estranho
atrás da casa toda
água é lama
e a deusa
branca
torna-se galho
pelos calcanhares
o pássaro olha
a criança que rasga coxas
caule acima
atrás de rasgar a pele da fruta
depois de seis meses de espera
os bichos se encaram
o pássaro firma, cúmplice
sabem
que é papel dos velhos
cochilar durante os furtos
Afaste-se de pessoas negativas, elas são como teias de aranha que nos envolvem delicadamente e depois são difíceis de ser retiradas.
Reflita...
Calm
Acalma-se agora, meu amor.
Tudo vai ficar bem.
Eu entendo você.
A solidão se foi.
Estou aqui agora.
Eu protejo você.
Agora durma, meu coração é seu.
Eu estarei aqui para te amar.
Seu coração vai bater através de mim.
Eu vou preencher o vazio que habita em você.
Apenas feche os olhos e respire fundo.
Vou manter o fogo aceso da lareira para aquecê-la.
Vou enfrentar o mundo por você.
Vamos manter a chama acesa do nosso amor.
Para ter sucesso, entregue-se o mais rápido possível às oportunidades assim como você se entrega às conclusões.
Reflita...
Tem-se criado uma geração deveras confusa e egocêntrica, filha da ostentação de um individualismo proeminente em detrimento do bem comum.
Quanto mais inteligente torna-se uma pessoa, proporcionalmente ela evoca o silêncio e troca a fala por observação e análise.
Sempre há uma uma a ou várias alternativas entre um extremo e outro,se não te mostram,é por não favorecer, não tenha medo de saber a quem.
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