Sê quem és
Ladrão de Estrelas
Contido nos seus sonhos e buscas
Encontra-se perdido deslumbrado pelas estrelas
Gato romântico e arisco no fundo do quintal
Contempla o céu azul marinho luminoso de estrelas
Olhos astutos e sempre curiosos
Planeja seu grande pulo
Subir na arvore mais alta da terra
E chegar ao céu
Pegar uma estrela e trazê-la até a terra
Onde possa adorá-la todas as horas do dia
Assim o faz uma noite
Rouba sua pequenina estrela azul
Trazendo-a para seu recanto
E vive a protegê-la dos outros ladrões!
Planejando seu novo pulo
Contido nos seus sonhos e buscas...
Beijo
Um beijo em lábios é que se demora
e tremem no de abrir-se a dentes línguas
tão penetrantes quanto línguas podem.
Mas beijo é mais. É boca aberta hiante
para de encher-se ao que se mova nela.
E dentes se apertando delicados.
É língua que na boca se agitando
irá de um corpo inteiro descobrir o gosto
e sobretudo o que se oculta em sombras
e nos recantos em cabelos vive.
É beijo tudo o que de lábios seja
quanto de lábios se deseja.
As festas servem para os homens, sorrirem e divertiren-se, e as infelicidades para pensarem em seus antequeridos que deixaram um vazio em suas vidas.
Vida faceira
Em várias rasteiras
Torna-se ligeira
Reverte em feiticeira
No nariz, coceira
Eternamente brincadeira
De palavras verdadeiras
Cósmica poeira
Alvisse loira
Respira na fogueira
Rodando na bobeira.
Se fizesse sentido, não seria asneira!
Pertencimento....
Acho que é isso que falta.
Aquele pertencer a algo.
Sentir-se pertencido.
O vácuo macula a imagem etérea.
O pertencimento a um mundo fechado.
Mostra-se a cada dia mais nítido a falta do pertencer.
A dura realidade do ver e enxergar o mundo.
Emoção na surpresa da importância.
Anos de falta de pertencimento.
Deslocava-se num mundo já fechado...
Arrastava na importância que não existia.
Mostra-se.
Segue.
Caminha.
Apura.
Constrói.
Conclui.
Ilusória realidade da existência
Qual silente é o coração que não ouve o som da realidade. Foi-se o tempo da bonança. Em torrentes a tempestade revolve a ilusão. Brainstorming sem nexo, aquém do sentido, além do racional. Aqui e ali se faz história sem começo meio e fim. Acolá está a resposta à constante lacuna do saber. O que somos, afinal? Mentes indomadas. Imperialistas de opiniões. O mero acaso me faz sorrir sem motivo. Mas nem por isso me alivio à sombra de qualquer pensamento. As vezes a consciência me atormenta com meus erros do passado. Sepultado na escuridão se esvai o medo de alguma lembrança. Vivo o agora e não temo o meu futuro. Só não quero estar a mercê de alguns segundos que me faça desistir. Desistir de viver.
Poeme-se
Faz-me feliz...
Faz-me triste...
É um misto desigual... porém constante...
É [des]alegria intensa[mente]...
[In]constância na distância
[In]certeza na beleza de ver...
Olhar...
Chorar...
Sofrer...
Viver!
A chave para selar essa relação chama-se amor. Volto a repetir: Amor! Nem mais, nem menos, apenas amor! Entendeu meu bem?
Dizem que amar é morrer-se lentamente...
Disto estou convencido, vou acreditar;
Ninguém ficará vivo para ser semente,
Quero morrer de velho, não de tanto te amar!
“Se você acha que teu sofrimento atual é resultado das atitudes dos maus governantes, políticos ou homens fraudulentos, reflita um pouco mais e lembre-se, que isso pode ser nada mais, nada menos, que consequências de decisões impensadas”.
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