Sê quem és

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⁠Se antes eu incomodei, foi sem querer, agora é de propósito.

A verdadeira loucura não é perder a razão; é perder tudo, menos a razão, e tornar-se um autômato de valores que nunca foram seus.

A liberdade é um peso tão grande que muitos preferem ajoelhar-se diante de qualquer tirano que lhes retire a escolha.

Quando olhar para o abismo tenta te paralisar, lembre-se: a ponte só existe porque alguém ousou construí-la.

Argumento do Presentismo Epistêmico


P1. Todo acesso cognitivo possível ocorre no presente (sensações, pensamentos, inferências, memórias e registros são estados atuais).


P2. Qualquer suposta evidência do passado é acessada apenas como um estado presente que representa o passado.


P3. Não existe um critério não circular que permita distinguir, a partir do presente, entre representações verídicas de um passado real e representações falsas de um passado inexistente.


P4. Onde não há critério de distinção epistemicamente justificável, não há conhecimento, apenas hipótese ou convenção.


P5. Atribuir estatuto epistêmico pleno ao passado equivale a afirmar conhecimento onde só há indeterminação epistemológica.


C. Logo, a única epistemologia racionalmente justificável é o presentismo epistêmico: apenas o presente possui estatuto cognitivo pleno; o passado pode ser assumido pragmaticamente, mas não conhecido.

O ateísmo, em relação a todas as religiões, não requer um milímetro de fé: trata-se de uma posição baseada em fatos e evidências científicas, portanto dotada de sólida justificação epistemológica.

O conceito de “criador” torna-se vazio se não for um deus pessoal que se manifesta por milagres. Se a ciência materialista explicar integralmente o funcionamento do universo, sua existência poderá ser declarada praticamente irrelevante; assim, mesmo que haja um criador, um deus pessoal pode simplesmente não existir!

A divindade manifesta-se como o fechamento perfeito duma estrutura tripartite, onde o substrato primordial deixa de ser matéria morta para revelar sua natureza proto-consciente.

Cristãos em geral se mostram soberbos, sentem-se muito superiores a todos, rotulam-se como "salvos" e chamam os outros de "condenados".

"Que a paz do Senhor encha o seu coração nesta noite. Descanse, confie, e lembre-se: 'O Senhor é o meu pastor; nada me faltará.' (Salmos 23:1)"

Se olhar...


Largar a âncora e deixar-se emergir com fluidez e segurança,
Respirar, enxergar e se apoiar,
A imensidão do mar, um mapa e a bússola,
Não se perder novamente, para não perder mas ninguém.

O sujeito fragmenta-se por dentro para sustentar, por fora, a aparência de coerência. Essa é a matemática silenciosa da modernidade: negocia-se a interioridade para exibir uma superfície sem fissuras. Quanto mais íntegra parece a imagem, mais repartido está o íntimo. E o preço dessa unidade aparente não é pequeno — é a perda gradual daquilo que, longe dos olhos, deixava de ser encenação para ser vida.

"Se a sua vida hoje fosse uma frase, ela inspiraria alguém a lutar ou serviria de aviso para não desistir? Busque a Riqueza Trilionária de ser um exemplo vivo."

"Se a sua arte não ensina ninguém a ser livre, ela é apenas um barulho bonito. A Riqueza Trilionária é a sinfonia da liberdade."

⁠O orgulho de um conquistador empalidece comparado à ostentação do devoto que dirige-se ao Criador.

A visibilidade deixou de ser excesso — tornou-se prótese. Não se exibe por abundância, mas por sustentação: sem o olhar do outro, o sujeito não encontra chão suficiente para existir. A audiência não é ornamento, é muleta existencial. E assim, quanto mais se mostra, mais se revela a dependência — não de ser visto, mas de só conseguir ser quando visto.

Amar?
Amaria-se!
Depois de tanto esforço
ao final
de cada dia.

Liberte-se
ou enlouqueça
de vez.⁠

Tudo é possível
ao que crer
no incrível,
que se-nos-deu,
horas vagas
vagariam
de amor implícito
a olho nu;
Num lance de palavras
despertei-te então
tua tão sonhada sinfonia,
ao conservador
saco plástico
chega para ti
o meu presente então.

O tempo
é feroz
mal ouço
tua voz
e esses tiques
a sorrirem
do meu lado,
encontram-se comigo
beirando o abismo
sem andar
na contramão;
Mas podem
a qualquer hora
pular,
então o que passou,
passou
e o que virá,
virá!⁠