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Se Fiz Ta Feito

Cerca de 22544 frases e pensamentos: Se Fiz Ta Feito

As vezes, o futuro bate a porta.
E nós nós perguntamos: o que que eu fiz para merecer isso?
Então, você se dá conta de que nada é como o esperado.
Por que cada coisa, possuí sua essência e nós não podemos mudar a natureza das coisas.
O Ciclo de um Rio pode ser mudado, mas o rio, não deixa de ser o que é por isso.

Depois de fevereiro, eu estarei pronto para te receber.
Tudo o que eu fiz foi por voce
Você Nem Quis ouvir.

"Tudo que fiz foi pela preservação da beleza da rosa, e não em função de uma única pétala".
(Cleo Bernardo)

⁠O SEGREDO DA VIDA

Eu cantei o amor,
pra não ser solidão,
da tristeza e da dor,
eu também fiz canção e num canto sozinho, escutei bem baixinho, a voz do coração.

Que sempre me ensinou, que o segredo da vida é manter sempre vivo, o sorriso no olhar,
Que enxergar os pequenos, detalhes da vida, isto que é amar.

Vivo então a sorrir,
confundindo a razão,
que insiste em querer,
vê minhas lágrimas no chão, pois não sabe o segredo, o segredo que a vida,só fala ao coração. ❤

Autor Cicero Marcos

⁠RESIGNAÇÃO

Eu cantei o amor,
celebrei a alegria,
da trizteza fiz canção,
e da dor fiz poesia.

Nunca me deixei vencer,
quer de noite,
quer de dia,
e se vi alguém chorar,
lhe apresentei alegria.

Se só se vive uma vez,
deixo registrado o meu feito,
pois aprendi que na vida só será coroado,
aquele que militou direito.

Quando a morte chegar,
e com seu véu me cobrir,
entrarei no paraíso,
com um grande sorriso,
direi a Jesus Cristo:
Pronto, meu mestre, estou aqui.

Resignado ao teu propósito,
para o qual me escolheu,
eu cantei, sorri e chorei,
fiz de teus planos o meu.
E deu certo, eu bem sei,
no canssasso da minha lida,
eu cheguei ao fim da vida,
e nos teus bracos descansei.




Autor: Cicero Marcos

Prefiro pensar que existo esquecer que não fiz...

um dia eu estava cansada e respirei fundo, fiz um escalda pés e fiquei revigorada.

⁠Fiz um Raio X e deu Y.

Cheguei no limite da razão, atravessei uma tempestade de emoção, fiz-me forte...descobri-me frágil. Nos extremos do que podemos chegar entre dor e alegria reside a escolha: levantar-se ou ficar a mercê da piedade, largar-se caído...na vida. E nesse vendaval de sentimentos você mostrou-me outra vez: ANJOS não morrem, perdas não significam separação de ALMAS.

Flávia Abib

É verdade..
Eu quis te amar,
E desse amor fiz minha vida ,
meus sonhos, meus prazeres.
É verdade também que nem tudo foram rosas,
Certamente muitas vezes, eu mesmo fui espinhos,
Mas hoje ao analisar esse amor, quero lhe dizer....
Valeu a pena. Sinceramente valeu a pena, cada sorriso, cada lagrima, cada momento..
Porque se não foi um conto de fadas, foi o surreal, foi a chama
Que ardeu e ainda queima, acesa em meu coração...

"" Eu te imortalizei
te coloquei nas mais ousadas declarações
te fiz especial
talvez essa tenha sido a minha vingança
perpetuar em palavras um amor que não aconteceu
e você saberá, sempre que ouvir falar de mim
que fui além, que faria qualquer coisa
além de torná-la poesia
em versos que não recitam o nosso amor...

Um dia me fiz poeta para aliviar a minha dor. As letras emaranhadas com minhas lágrimas, me fizeram notar que as sílabas juntas, seriam minha nova paixão. Há dias em que as sentenças brotam do meu coração, mas há dias em que o que mais quero é silenciar minha voz.Nessa trajetória a gente se reinventa e busca novas maneiras de viver a velha vida.No papel teço meus novos roteiros, não sou tão fraca nem tão forte, apenas sou quem me disponho a ser.


⁠Após muito tempo perdido, sabe o que fiz?

Peguei o comboio dos sonhos
E deslizei pelos trilhos da volta.

Senhor Romeo

Senhor Romeo,
eu fiz isso de novo.
Um ano em cada dez
consigo lidar com isso.
Sou uma espécie de milagre ambulante
minha pele ainda intacta,
como se não tivesse aprendido
a lição do fogo.
Diga-me:
quantas vezes se pode morrer
dentro da mesma casa
sem que a vizinhança desconfie?
Colecionei pequenas mortes
como quem guarda cartas não enviadas.
Dobrei cada tentativa frustrada
e a escondi na gaveta do criado-mudo,
junto aos comprimidos
e aos retratos
onde ainda corríamos
como dois atores mal pagos
ensaiando eternidade.
Você dizia:
“amor é resistência.”
Eu resisti
até virar ruína.
Sempre havia um copo quebrado na pia,
uma frase suspensa no ar,
um silêncio armado
apontando direto para o meu peito.
Tentei ser um incêndio manso.
Tentei ser água morna.
Tentei ser o homem que não sangra
quando cortado por palavras.
Mas cada tentativa
Era um ensaio de funeral.
O primeiro amor morreu de frio
faltaram cobertores e coragem.
O segundo morreu de excesso
amor demais é veneno doce,
colherada de açúcar
numa garganta já em chamas.
O terceiro?
Ah, Senhor Romeo
o terceiro fui eu.
Enterrei minha voz no jardim.
Plantei rosas sobre os gritos.
Aprendi a sorrir de dentes cerrados
para que ninguém visse
a hemorragia discreta
escorrendo pela alma.
Quantas vezes se pode voltar?
Quantas vezes se reconstrói
uma casa incendiada
com os mesmos fósforos?
Você me chamava dramático.
Eu me chamava de sobrevivente.
Havia espetáculo na minha dor,
confesso.
Eu me levantava das cinzas
com as roupas ainda fumegando,
a barba desgrenhada
como se fosse condecoração.
Olhem
eu ainda estou aqui.
Mesmo depois de vocês.
Mas sobreviver
não é o mesmo que viver.
À noite
deito ao lado do vazio
e ele respira melhor que qualquer amante.
O vazio não promete.
Não mente.
Não diz “para sempre”
com a boca cheia de vento.
Senhor Romeo,
há um cemitério em meu peito
onde cada “nós” fracassado
Tem uma lápide discreta.
Aqui jaz
a tentativa de diálogo.
Aqui jaz
a paciência.
Aqui jaz
o homem que acreditava
que amor era salvação.
Aprendi tarde demais:
amar não ressuscita ninguém.
Amar não cura abismos.
Amar não transforma homens
em porto seguro.
Às vezes,
amar é apenas outro nome
para se oferecer em sacrifício
num altar que ninguém pediu.
E ainda assim
olhe para mim, Senhor Romeo
eu me levanto.
Com as mãos queimadas.
Com o coração em carne viva.
Com a dignidade remendada
como roupa antiga.
Eu me levanto
não por eles,
não por você,
mas por essa centelha obscena
que insiste em pulsar
mesmo depois de tantas mortes pequenas.
Talvez eu seja feito
de matéria reincidente.
Talvez eu goste
do gosto metálico do recomeço.
Ou talvez
apenas talvez
eu tenha descoberto
que a única relação que não fracassa
é esta:
entre mim
e o homem
que se recusa
a permanecer enterrado.

⁠Nunca fiz questão de ser perfeita, mas faço muita questão de ser feliz...

Nunca fui de ler o mesmo livro duas vezes, fiz na esperança de um final diferente,
mas entendi que algumas histórias
não mudam o fim,
mudam quem a gente se torna ao fechar a última página.
E não estou falando de livros

" Agradeço aos amigos que fiz pelo caminho
Com vocês o percurso foi mais leve
Às dificuldades foram momentâneas, e o aprendizado eficiente ".

Márcos Frèitas

Apego Ato 1

Luz sobre ele. Silêncio. Ele respira fundo.)

Que fiz eu…

Que fiz eu, senão tomar mãos humanas
e moldá-las em divindade?

Era carne como eu.
Era falha como eu.
E ainda assim, eu a vesti de eternidade.

Com minhas próprias mãos ergui o trono.
Poli a madeira com expectativas,
revesti-o com promessas que nunca foram ditas,
e a coloquei lá no alto… acima de mim.

(ri, amargo)

E então ousei perguntar por que não me via.

Mas como poderia?
Do alto do altar que construí,
tornei-me chão.
Tornei-me base.
Tornei-me invisível.

Ó coração tolo,
confundiste amor com reverência,
entrega com submissão,
admiração com ausência de si.

Não foi ela quem subiu
fui eu quem me ajoelhei.

(pausa)

Amor…
amor não pede joelhos.
Não exige plateia.
Não se alimenta de distância.

Amor é encontro.
É altura contra altura.
É dois olhares no mesmo nível do céu.

E se hoje sofro…
não é por não ser visto.

É por finalmente enxergar
que fui eu quem construiu a própria sombra.

(Luz se apaga.)

Questiono-me:


Se eu fosse morrer amanhã, morreria satisfeito pelo dia de hoje?


Fiz o que queria, falei com quem gostaria, vivi com afeto e verdade?


Ajudei quem precisava?


Dormi em paz com o dia que tive?


Ou fui egoísta, rancoroso, distante?


Fiquei magoado, menti, me isolei?


Dormi tranquilo ou preocupado?


Estou vivendo ou apenas existindo?

Só pensei, não entendia;
Fiz o que pensei, agora eu sei.