Se eu Tivesse Asas

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Eu criança

Lembro-me da minha infância!
Da minha vida de menino...
da minha doce inocência!
Brincava de caubói e de bandido...
cantava, chorava e ria!
Infância querida!
Pra ti não volto mais!
Inocência perdida!
Que não encontro jamais!

"nunca,jamais me subestime, não sabe quantas vezes eu renasci das cinzas...e acredite..todo mal que me causa, volta três vezes maior para você."

Chuva cai lá fora e aumenta o ritmo,
Sozinho eu sou agora o meu inimigo intimo,
Lembranças más vem, pensamentos bons vai..

Se algum dia, mesmo que demore muito tempo, você quiser recomeçar, me avisa. Eu vou te esperar.

⁠não podemos ficar juntos,mas o destino continua me lembrando vc, mas vc seguiu e eu fiquei
vc é feliz,e eu só era com vc

O eu, porém, é apenas mais uma compreensão equivocada. De modo geral, fabricamos a noção de um eu que parece ser uma entidade sólida. Somos condicionados a considerar essa noção como algo concreto e real. Pensamos, Eu sou esta forma, levantando a mão. Pensamos, Eu tenho forma; este é o meu corpo. Pensamos, a forma sou eu; eu sou alto. Pensamos , Eu habito esta forma, apontando para o peito. Fazemos o mesmo com os sentimentos, percepções e ações. Eu tenho sentimentos; eu sou minhas percepções… Sidarta, porém, deu-se conta de que não existe, em lugar nenhum, uma entidade independente que corresponda ao conceito de eu, dentro do corpo ou fora dele. Como a ilusão de ótica do círculo de fogo, o eu é ilusório. Ele é uma falácia – fundamentalmente um erro e, em última análise, inexistente. No entanto, do mesmo modo que podemos nos iludir com o aro de fogo, todos nós nos iludimos ao imaginar que somos o eu. Quando olhamos para o nosso corpo, sentimentos, percepções, ações e consciência, vemos que são diferentes componentes do que pensamos ser o nosso “eu”, mas, se formos examinar esses componentes, verificaremos que o “eu” não reside em nenhum deles.

Eu nunca te esqueci, apenas aprendi a viver sem você.

Àqueles que eu amo, desejo uma ótima noite;
E àqueles que me odeiam, desejo uma noite com sonhos maravilhosos,
já que terão pesadelos o suficiente acordados quando me verem sempre vitorioso...

Eu estarei lá até as estrelas deixarem de brilhar
Até os céus explodirem e as palavras não rimarem
E sei que quando morrer, você estará em meu pensamento
E eu te amarei, sempre.

Eu não uso cantadas copiadas, pois só preciso dizer a uma mulher que ela é linda.

Se Deus existe, eu sou Ele!

Engraçado como tudo muda em um piscar de olhos

Ontem eu era a garotinha perfeita, que obedecia e seguia regras
E hoje, eu sou uma garota fria , anti social que adora arranjar confusão

E amanhã? Eu espero que "amanhã " eu não esteja mais aqui

Ontem eu distribuia sorrisos sinceros hoje eu distribuo sorrisos pra evitar perguntas ,por que ,respondendo sinceramente a pergunta que sempre me é feita ...
Não, eu não estou bem

Eu sou odiado
Você é odiado
Nós somos odiados
(I am Hated)

“Gosto de repetir livros e filmes, passo o dia todo ouvindo a mesma música. Por isso eu não estranho a insistência de gostar sempre de você.”

⁠Você ainda não entendeu? Eu lancei a maldição desse jeito porque o amor verdadeiro não existe.

E se amanhã você acordar sorrindo
É que... pensamentos engraçados
Eu te enviava, enquanto estavas dormindo.

Em outra vida, eu seria sua garota. Em outra vida, eu faria você ficar. Então eu não precisaria dizer que você foi aquele que foi embora... aquele que foi embora.

Katy Perry

Nota: Trecho da música "The One That Got Away".

A minha infância morreu há muito tempo; mas eu vivo ainda.

Explosões

"Não tenho nada a ver com explosões”, diz um verso de Sylvia Plath. Eu li como se tivesse sido escrito por mim. Também não faço muito barulho, ainda que seja no silêncio que nos arrebentamos.

Tampouco tenho a ver com o espaço sideral, com galáxias ou mesmo com estrelas. Preciso estar firmemente pousada sobre algo — ou alguém. Abraços me seguram. E eu me agarro. Tenho medo da falta de gravidade: solta demais me perco, não vôo senão em sonhos.

Não tenho nada a ver com o mato, com o meio da selva, com raízes que brotam do chão e me fazem tropeçar, cair com o rosto sobre folhas e gravetos feito uma fugitiva dos contos de fada, a saia rasgando pelo caminho, a sensação de ser perseguida. Não tenho nada a ver com cipós, troncos, ruídos que não sei de onde vêm e o que me dizem. Não me sinto à vontade onde o sol tem dificuldade de entrar. Prefiro praia, campo aberto, horizonte, espaço pra correr em linha reta. Ou para permanecer sem susto.

Não tenho nada a ver com boate, com o som alto impedindo a voz, com a sensualidade comprada em shopping, com o ajuntamento que é pura distância, as horas mortas desgastando o rosto, a falsa alegria dos ausentes de si mesmos.

Não tenho nada a ver com o que é dos outros, sejam roupas, gostos, opiniões ou irmãos, não me escalo para histórias que não são minhas, não me envolvo com o que não me envolve, não tomo emprestado nem me empresto. Se é caso sério eu me dôo, se é bobagem eu me abstenho, tenho vida própria e suficiente pra lidar, sobra pouco de mim para intromissões no que me é ainda mais estranho do que eu mesma.

Não tenho nada a ver com cenas de comerciais de TV, sou um filme sueco, uma comédia britânica, um erro de adaptação, um personagem que esquece a fala, nada possuo de floral ou carnaval, não aprendi a ser festiva, sou apenas fácil.

Não tenho nada a ver com igrejas, rezas e penitências, são raros os padres com firmeza no tom, é sempre uma fragilidade oral, um pedido de desculpas em nome de todos, frases que só parecem ter vogais, nosso sentimento de culpa recolhido como um dízimo. Nada tenho a ver com não gostar de mim. Me aceito impura, me gosto com pecados, e há muito me perdoei.

Não tenho nada a ver com galáxia, mato, boate, a vida dos outros, os comerciais de TV e igrejas. Meu mundo se resume a palavras que me perfuram, a canções que me comovem, a paixões que já nem lembro, a perguntas sem respostas, a respostas que não me servem, à constante perseguição do que ainda não sei. Meu mundo se resume ao encontro do que é terra e fogo dentro de mim, onde não me enxergo, mas me sinto.

Minto, tenho tudo a ver com explosões.

Martha Medeiros
MEDEIROS, M. Coisas da Vida. Porto Alegre: L&PM, 2003.

Se a senhora pudesse, o que mudaria na Igreja?
EU MUDARIA A MIM MESMA.