Se eu Pudesse Viver de Novo a minha Vida
Querem ser eu, querem minha fama, o que eu tenho e fazem o que eu faço, tentam me copiar, mas nunca serão iguais a mim, nunca farão o que eu fiz para conquistar isso e nunca lutarão o que eu lutei e o que eu ainda irei lutar para crescer!
Eu sou uma pessoa intensa
É minha natureza
Entro de cabeça em tudo
e tudo deve ser incrivelmente profundo
Não mergulho em água rasa
Adoro comer pelas beiradas.
Sou desses que se digo que faço, eu faço!
Me entrego de corpo e alma
Não gosto de nada que seja mais ou menos,
meio bom, nem aquilo que dá para o gasto,
não sou de meias-palavras.
Meu jeito é falar o que sinto
o que desejo que aconteça.
A minha intensidade
não cabe dentro de uma garrafa.
Nem de rum, nem de tequila,
sou intenso e gosto daquilo que me leva
me seduz a loucura, ao prazer.
Sou assim, amo a volúpia,
talvez seja o motivo pelo qual escrevo.
Eu amo, meus desejos escrevem.
Eu sou eu mesma!
Sou assim como eu quero e vou ao meu compasso.
Sou o meu tempo, minha hora e minhas próprias experiências.
Eu sou a minha natureza, minha realidade e minha verdade.
E isso me parece bem, pois não tenho que me preocupar com o fim de nenhum encanto à meia-noite.
Eu sou o que vejo, o que respiro, o que penso e o que sinto.
Prefiro me aceitar sendo assim;
Do que ter todo o trabalho cansativo de fingir ser quem eu não sou.
O café era tudo o que tinha, mas até isso não me sobrou.
Minha experiência se resumia á fazer chá, servir e talvez conversar.
Tudo aconteceu rápido demais, o emprego se foi e com ele se trouxeram problemas.
Á procura de trabalho fui, era pra ser passageiro. Mas tornou-se algo permanente, assim como meu amor por ele.
A amizade veio lentamente mas o tal do amor já estava se instalando em ambos os corações.
Eu o entendia, eu virei a luz na vida dele mas apesar disso, não seria eu sua salvação, não seria eu a quem ele escolheria para viver.
Ele se foi e com ele meu coração.
A luz que antes brilhava com sua presença, hoje se apaga com sua ausência.
Eu te amo, te quero e te preciso
Eu te amo, te quero e te preciso mais que tudo,
Tu és a minha estrela guia , minha lua, meu sol o meu mundo,
Quando contigo estou não sinto falta de ninguém,
És a minha felicidade só você é que me faz bem!
Meu amor eu te peço, se um dia pensar em me abandonar,
Deixe um pedacinho de ti , pode ser um beijo doce ou o brilho do seu luar,
Amor, és tu a Mulher mais maravilhosa que o bom Deus pode criar,
A princesa mais linda e bela por quem eu fui me apaixonar!
Eu não sei se sou poeta ou apenas um rimador,
Só sei que eu te amo e pra ti eu faço versos declarando o meu amor,
As vezes me entristeço pelos dias que vem nos distanciar,
Mas, quando contigo falo, logo volto a me alegrar,
Pois, tu sempre diz que me ama e em ti eu vou confiar...
Uns me chamam de louco e outros de romântico sonhador,
Acredito em cupido, almas gêmeas e no eterno amor,
De todos os delírios que eu tive, és o mais lindo que me apareceu,
Na realidade eu te amo, mas, tenho muita pena pobre do Homem que te perdeu!
Minha princesa és a flor mais linda que perfuma o meu jardim,
Agradeço todos os dias à Deus do céu que mostrou você pra mim,
Espero que meus versos te convençam que meu amor por ti não é delírio,
És tu o meu amor, tudo o que eu quero, que eu amo e preciso...
Por: Igor Barros
Eu te amo. Quando descobri isso!?
Quando eu percebi que sua felicidade era a minha felicidade, quando a sua tristeza era a minha tristeza... Enfim, quando eu queria te ver feliz. Mas você simplesmente não percebeu ou fingiu que não... Mas agora isso não importa mais, isso não vai mais além!
Eu falho muitas vezes, meu coração é enganoso.
Então, eu escolho Deus, para escrever a minha história.
Ele fará da minha vida
a poesia mais linda.
Supera, suporta, entenda: isento de problemas eu não conheço ninguém. Queira viver, viver melhor, viver sorrindo e até os cem.
Quero saber o que mais, ao perder, eu ganhei. Por enquanto não sei: só ao me reviver é que vou viver.
Meu trabalho é o de viver os meus prazeres e as minhas dores. É necessário que eu tenha a modéstia de viver.
Há um mau-gosto na desordem de viver. E mesmo eu nem saberia, se tivesse desejado, transformar esse passo latente em passo real.
A nossa diferença fundamental é que você era capaz apenas de viver as superfícies, enquanto eu era capaz de ir mais fundo, de não sentir medo desse mais fundo. Parece difícil de você enxergar que insistir nisso é perda de tempo, é perda de vida em uma causa perdida. Ouça aqui, mocinha. Não fique pensando que o mundo lhe pertence não. Não caia nessa onda. E outra coisa – não se esforce. Pelo menos não tanto, não fique aí remando contra a maré, dando murro em ponta de faca. Veja – se não fora pra ser, não vai ser. Acredite em mim. Coisa boba essa sua tentativa de ir além. E olhe, eu não estou pedindo pra você desistir não, não é isso. Eu só quero que você pense mais, que leia mais. Que tenha argumentos melhores. Você é muito imatura ainda. Cresce!
O Sol já fez a sua parte nascendo e trazendo a renovação e a esperança de um novo dia.
Agora é a hora de fazer isso em sua vida.
Chega de pensar tanto, refletindo sobre coisas que fez ou passou. Trazendo o passado para o presente, recriando mais sofrimento e apertando os elos.
O Amor e o perdão são os antídotos.
Amor e perdão por você mesmo, pois no final das contas tudo é entre você e você.
Respira fundo. Vem pro presente, veja tudo com a pureza dessa luz que te envolve e se permita ser feliz!
Uma mulher chamada guitarra
Um dia, casualmente, eu disse a um amigo que a guitarra, ou violão, era "a música em forma de mulher". A frase o encantou e ele a andou espalhando como se ela constituísse o que os franceses chamam un mot d'esprit. Pesa-me ponderar que ela não quer ser nada disso; é, melhor, a pura verdade dos fatos.
O violão é não só a música (com todas as suas possibilidades orquestrais latentes) em forma de mulher, como, de todos os instrumentos musicais que se inspiram na forma feminina - viola, violino, bandolim, violoncelo, contrabaixo - o único que representa a mulher ideal: nem grande, nem pequena; de pescoço alongado, ombros redondos e suaves, cintura fina e ancas plenas; cultivada, mas sem jactância; relutante em exibir-se, a não ser pela mão daquele a quem ama; atenta e obediente ao seu amado, mas sem perda de caráter e dignidade; e, na intimidade, terna, sábia e apaixonada. Há mulheres-violino, mulheres-violoncelo e até mulheres-contrabaixo.
Mas como recusam-se a estabelecer aquela íntima relação que o violão oferece; como negam-se a se deixar cantar preferindo tornar-se objeto de solos ou partes orquestrais; como respondem mal ao contato dos dedos para se deixar vibrar, em benefício de agentes excitantes como arcos e palhetas, serão sempre preteridas, no final, pelas mulheres-violão, que um homem pode, sempre que quer, ter carinhosamente em seus braços e com ela passar horas de maravilhoso isolamento, sem necessidade, seja de tê-la em posições pouco cristãs, como acontece com os violoncelos, seja de estar obrigatoriamente de pé diante delas, como se dá com os contrabaixos.
Mesmo uma mulher-bandolim (vale dizer: um bandolim), se não encontrar um Jacob pela frente, está roubada. Sua voz é por demais estrídula para que se a suporte além de meia hora. E é nisso que a guitarra, ou violão (vale dizer: a mulher-violão), leva todas as vantagens. Nas mãos de um Segovia, de um Barrios, de um Sanz de la Mazza, de um Bonfá, de um Baden Powell, pode brilhar tão bem em sociedade quanto um violino nas mãos de um Oistrakh ou um violoncelo nas mãos de um Casals. Enquanto que aqueles instrumentos dificilmente poderão atingir a pungência ou a bossa peculiares que um violão pode ter, quer tocado canhestramente por um Jayme Ovalle ou um Manuel Bandeira, quer "passado na cara" por um João Gilberto ou mesmo o crioulo Zé-com-Fome, da Favela do Esqueleto.
Divino, delicioso instrumento que se casa tão bem com o amor e tudo o que, nos instantes mais belos da natureza, induz ao maravilhoso abandono! E não é à toa que um dos seus mais antigos ascendentes se chama viola d'amore, como a prenunciar o doce fenômeno de tantos corações diariamente feridos pelo melodioso acento de suas cordas... Até na maneira de ser tocado - contra o peito - lembra a mulher que se aninha nos braços do seu amado e, sem dizer-lhe nada, parece suplicar com beijos e carinhos que ele a tome toda, faça-a vibrar no mais fundo de si mesma, e a ame acima de tudo, pois do contrário ela não poderá ser nunca totalmente sua.
Ponha-se num céu alto uma Lua tranquila. Pede ela um contrabaixo? Nunca! Um violoncelo? Talvez, mas só se por trás dele houvesse um Casals. Um bandolim? Nem por sombra! Um bandolim, com seu tremolos, lhe perturbaria o luminoso êxtase. E o que pede então (direis) uma Lua tranquila num céu alto? E eu vos responderei: um violão. Pois dentre os instrumentos musicais criados pela mão do homem, só o violão é capaz de ouvir e de entender a Lua.
Oração pela Paz
Senhor, fazei de mim um instrumento da vossa paz.
Onde há ódio, que eu leve o amor.
Onde há ofensa, que eu leve o perdão.
Onde há discórdia, que eu leve a união.
Onde há dúvida, que eu leve a fé.
Onde há erro, que eu leve a verdade.
Onde há desespero, que eu leve a esperança.
Onde há tristeza, que eu leve a alegria.
Onde há trevas, que eu leve a luz.
Ó Mestre,
Fazei que eu procure mais
consolar que ser consolado;
compreender que ser compreendido;
amar que ser amado.
Pois é dando que se recebe,
é perdoando que se é perdoado,
é morrendo que se vive para a vida eterna.
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