Se eu Pudesse Viver de Novo a minha Vida
A partir do momento que eu aprender a lidar com a minha solidão, eu posso me expandir para o próximo.
EU ME NEGO À MALDADE
Não vejo um palmo diante do meu nariz,
Porque a minha visão eu refiz.
Escureci para esse mundo que não quis
Desfazer-se da agonia
De fazer o mal todo dia.
Eu me nego à maldade,
Ao egoísmo ou à falsidade.
Me nego ao que me incomoda,
Mas que a tantos engorda:
Regozijar-se sobre quem
Vive sem um vintém;
Sobre quem é fraco de verdade
Porque é vítima da crueldade.
Eu enxergo distante.
Enxergo longe.
Enxergo grande.
Busco o amor que se esconde
No coração de quem
Só pensa em fazer o bem,
Sem mesmo olhar a quem.
Espero pela cumplicidade
De quem só quer a igualdade.
Acredito na bondade,
Na partilha e na irmandade.
Acredito nas almas boas
Que habitam em algumas pessoas.
Acredito no que duvido:
Que não haja amor entre os humanos
E que todos os homens são tiranos.
O mundo só é mau para quem se nega
A amar uns aos outros sem distinção
E sem fazer sobreposição.
O mundo pode o bem dividir,
Se cada um, que sabe de si,
Reconhecer que amando o outro
É que se pode ser feliz.
Nara Minervino
Eu sou um futuro Sacerdote,
E minha decisão não é apenas ser revestido
das vestes Sacerdotais, e sim,
servir ao meu Senhor que é Cristo O Rei.
E sim eu serei Sacerdote.
Eu continuo sendo seu, sempre fui e por mais que eu negue, eu só queria que você fosse minha também. Mas as coisas nem sempre são como queremos, seguimos rumos diferentes, histórias diferentes. A vida mudou, você mudou, tudo mudou. E eu também.
Talvez a culpa seja toda minha. Talvez ela tenha indo embora porque eu deixava meu orgulho falar mais alto. Talvez ela tenha ido embora porque não suportava mais meu silêncio. Talvez ela tenha ido embora porque eu queria que ela fosse alguém totalmente diferente do que ela era. Talvez ela tenha ido embora porque as vezes eu agia como um idiota e chamava ela de burra. Talvez ela tenha ido embora porque eu fazia ela ficar sem argumentos. Talvez ela tenha ido embora porque doía, doía me amar. Talvez ela tenha ido embora porque não suportava a distancia entre nós. Talvez ela tenha indo embora porque eu não segurei sua mão quando mais ela precisava. Talvez ela tenha ido embora porque lhe dei ruídos invés de silêncio. Mas agora ela voou pra longe de mim, e é nesse talvez que minha vida se resume
Eu canto porque...
Eu canto porque
minha alma é ritmada.
Pelo compasso de todos os passos
Pela melodia da passarada
Sou capella dos meus apelos
Não sou acústica de nada
Sou, sim, concerto dos meus erros
Em uníssono cortejo
De energia em harmonia
Da cifra decifrada.
Eu canto porque tenho sede
de tudo que transcende
Respiro.
Eu canto porque vivo.
E o meu canto ecoa no universo.
Eu pedi pras estrelas com todas as minhas forças. Pedi para que não deixassem meu pai e minha mãe se separarem. Mas o pedido não se realizou. Nesse dia eu descobri que magia e Deus não existiam.
(Shizuka)
Eu sou ótima em controlar minha raiva. Eu controlo o tempo todo. Quando assoviam para mim na rua, quando um homem incompetente explica minha própria área de expertise pra mim. Eu controlo basicamente todo dia, porque se eu não controlar, vou ser chamada de emotiva, ou difícil, ou posso até literalmente ser morta.
SAUDADE
O leva eu
Minha sodade
eu tambem quero ir
Minha sodade
quand chego na ladeira
tenho medo de cair
leva eu
leva eu
Minha sodade
menina tu nao te lembra
minha sodade
daquele tarde fagueira
minha sodade
tu te esqueces
E eu me lembro
Ai que saudade matadeira
Leva eu
Leva eu
Minha sodade
Na noite de sao joao
No terreiro uma bacia
Que e pra ve se eu para o ano
O meu amor ainda me ve via
leva eu
leva eu
TITULO: QUEM SOU EU ?
QUEM SOU EU ?
OLHO NO ESPELHO E ENXERGO EM VOCÊ, MINHA "ALMA GEMÊA".
MAS AINDA NÃO TE CONHEÇO OU ENCONTREI,
E QUANDO EU DESCOBRIR QUEM EU SOU , DESCOBRIREI VOCE,
E ENTÃO VER EM VOCE O QUE EU PRECISO SER ,
PARA TE MERECER !!
Autor: Gilberto Braga
Eu não sabia quem era minha mãe. A verdadeira. Mas logo saberia. Nem imaginei que isso mudaria tanta coisa.
Os degraus dos desafios podem ser longos, demorados, mas é sua determinação, coragem, foco e força de vontade que o fará atingir o topo, onde alcançará a vitória.
Durante o percurso poderá haver distrações para desviar o caminho, nuvens escuras te puxando para baixo, palpites das trovoadas tentando te fazer desistir.
Mas se você souber o que deseja, foque no seu objetivo e continue em frente.
Toda grande vitória há desafios proporcionais.
Não siga a multidão, ela pode estar indo para caminhos errados. Abra seu coração e siga a intuição que vem da sua alma e ela te mostrará o caminho para que veio
CARTA DE DONA INÊS DE CASTRO A DOM PEDRO
Querido Pedro:
Os dias passam leves por mim. O tempo, esse, é o único que fica gravado no meu poço de emoções, na minha muralha de memórias e na fortaleza que eu habito. Fortaleza que tu tão bem conheces, que tu e só tu invadiste.
Tenho saudades, querido Pedro, mas não te peço para voltar, porque mais doloroso que a tua ausência, são as memórias que tendem a enfeitar as minhas muralhas que te vêem partir. Muralhas que envelhecem. Pinturas que escurecem.
Não te peço, mas desespero por rever a tua face! Tenho medo! Porque não deixaste comigo mais do que memórias?
Não sou forte, nunca fui. Aprendi que o amor, tu, me completavas e por isso serias o meu lado forte, o meu único cavaleiro. Tão forte. Tão belo. Tão vigoroso com esses teus cabelos negros, esses olhos… não! Não são olhos os que me despem, são universos únicos que me guardam, relembram e definem o meu corpo. Este meu corpo tão, tão… delicado ao lado das linhas delineadas do teu que me envolve e aquece.
São destas memórias que me alimento. Mas é por ti que choro. Não por fora, pois esse privilégio, exprimir o que sinto, foi-me negado há muito tempo e é por isso que o meu coração virou poço, poço de emoções, que hoje transborda de saudades, de amor, que hoje transborda de e por ti.
Com amor, Inês.
P.S. Volta depressa
Enxergava-se um fim, do nada, apagaram-se as luzes que iluminavam alma, ser e palco. Acabaram todos os ensaios, as quedas bruscas e recomeços doídos. Era o fim, não que eu possa dizer muito, eu estava meio embriagada de solidão, mas não negava outra dose de tortura por ser deixada para trás, virava de vez, como se fosse água, e foi aí, que as luzes findaram. As pessoas se foram, e eu sobrei, sentada ali comigo mesma, pensando o que havia feito pra tamanha confusão, bem, não sei, mas era inegável que todo o espetáculo havia perdido cor e sentido. E toda aquela roupa vermelha que gritava paixão e vibrava o sangue, tornou-se cinza como um dia nublado em pleno verão. E eu? Ah, bom, eu não soube reagir aquilo tudo, fui surpreendida pelo adeus, justo quando precisava que todos ficassem, e me olhassem, sentissem, observassem, me lessem, e ah! Chega! Eu o aceito, mas não estou preparada pra o fim do show, essa é a hora, que pego a solidão pelo braço e digo como se não estivesse me machucando, "topa essa música?" E danço rodopiando pra lá e pra cá, aos poucos vou ficando tonta, tudo vai girando, e eu vou caindo delicadamente até o show acabar. Eu danço com a minha dor e aceito a culpa em minhas costas, pois a plateia não paga pelos sentimentos, paga pelo espetáculo. Já era tempo, mas eu sempre odiei os fins.
A sensação de nunca ter demonstrado
E do nada passar a demonstrar
E como se fosse tóxico, como se doesse
Seu carinho, e como machucasse uma parte de mim.
A criança em mim clama por isso.
Mas a parte adulta, chora de tanta raiva.
Pois quando era nova, nunca tive um carinho masculino.
Era só dor e solidão de um pai.
Mas me desculpa de não conseguir demonstrar o mesmo.
A dor dentro de mim, o medo e o jeito de ser usada.
Mil perdões por não conseguir superar suas expectativas!!!
Você é incrível, mas não é pra mim!!
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