Se eu Pudesse Viver de Novo a minha Vida
Muitas vezes somos covardes pelo medo do desconhecido, pelo medo de sermos felizes e de gostarmos disso.
Viver
O que é a vida do ser humano....
Um vapor que passa entre os dedos,
É um período tão curto, é algo que não se tem controle,
E o que fazer nesse período?
Ser feliz?
fazer o que se gosta?
Aproveitar o máximo, de que forma?
Se as escolhas da vida nem sempre são as certas,
se as consequências das atitudes nos barram,
queremos o melhor mas nem sempre o conseguimos
talvez porque não o merecemos...
O que fazer
então?
Viver apenas por viver?
Estamos presos, amarrados por laços desagradáveis que nos prendem, nos deixando imobilizados.
Quando o que se quer é simplesmente viver a vida intensamente,
Ser feliz, ser completo, fazer o que se quer o que se gosta,
ter a opção de ir ou de ficar de sorrir ou de chorar...
Simplesmente viver!
Viver #Direitinho é aproveitar cada Sexta-feira como se fosse a última, afinal, a vida é curta demais para não curtir a vida.
O que pensa sentir, sente o que pensa,
O que pensa atrair, vive o que pensa,
O que pensa viver, vive pensando.
“Uma excelente forma de não ser julgado, criticado e na maioria das vezes amado por muitos, é simplesmente viver na inércia. Não fazer nada, bater palmas para quem decide viver da mesma forma e criticar quem não aceita esse tipo de vida.”
Qual o sentido da vida?
...ou não tem sentido?
ou o viver é apenas um
ciclo vital do ser, sem sentido de ser,
cujo sentido está no viver por viver?
As seis coisas mais interessantes sobre a vida.
1 - Ninguém no mundo, sabe de fato o que ela é.
2 - Como ninguém sabe o que é, a VIDA PODE SER QUALQUER COISA que você quiser.
3 - Estamos todos inseguros quanto a forma de se viver.
4 - As pessoas que parecem terem descoberto o segredo da vida, apenas souberem usar o item 2 a seu favor.
5 - A vida é a segunda ilusão mais prazerosa que existe.
6 - A primeira ilusão mais prazerosa é o sonho, pelo simples fato dele nos permitir voar.
(Anotações para quando eu estiver sóbria/ Fernandha Franklin)
Muitos me perguntam qual meu interesse mas poucos entendem que o meu verdadeiro objetivo é viver e fazer o máximo que puder em todas as direções sem ter interesse algum.
Muitas das vezes pensar em coisas ruins
E uma válvula de escape, para processar as coisas boas que nunca vivemos.
“Ana” significa cheia de graça. E agora, olhando diretamente para ela de longe, não me parecia a mais nova das moças, mas certamente era uma das mais delicadas e graciosas. Uma princesa, diria Eduardo. O gentil homem que há anos atrás foi roubado o coração. E que aguardava a minha visita, com o mesmo partido, do lado de fora. Uns passos a mais e dava para olhar mais detalhadamente. A moça estava sem cor, coberta de tubos de variados tamanhos e com pequenos ferimentos no lábio inferior, o que de fato fez o meu coração apertar. Com as pernas bambas, custei-me para me aproximar, mas sem pensar duas vezes dei mais alguns passos tortos em direção a ela. Ao chegar à beira da cama, alisei-lhe o rosto e enfermeiras me fuzilaram com olhares furiosos. “As pessoas não entendem que aqui não se pode tocar nos pacientes…” escutei a de cabelo mais escuro dizer. Ao mesmo tempo em que olhei para trás, a mesma de cabelos escuros balançava a cabeça negativamente. Ignorei. Minha atenção era da moça, aquela doce moça deitada a minha frente. Não podiam me impedir de tocar-la, e então continuei a alisar-lhe o rosto e em seguida os cabelos, que frágeis se soltaram em pequenos tufos sobre a minha mão. Ela estava ali sozinha, tão debilitada, e precisando dos meus cuidados. Sussurrei, mas percebi que ela não podia me ouvir. Os remédios a deixavam fraca e ela não tinha forças para me olhar. Por um momento fechei meus olhos e pedi para que de alguma forma ela sentisse minha presença. Esperei. E esperei, e sem sucesso não houve nenhum movimento, nem mesmo um pequeno sinal que me fizesse acreditar. Por mais que a tocasse era inútil imaginar que poderia estar me sentindo. Às lágrimas escorriam pelo meu rosto e como tive vontade de pega-la no colo. Ninar, cantar… E cantei. Cantei no intuito de que pelo menos pudesse me ouvir. A música eu não poderei lhe confessar o nome, pois esse passou a ser o meu segredo e da doce moça deitada sobre minha proteção. Continuei a cantar por alguns breves e eternos segundos. Até minha voz falhar e meus soluços tomarem o seu lugar. Pus minha cabeça sobre a moça, e ali eu fiz meu pranto. E chorei, chorei, chorei.
Tentei me recuperar. Mas as lágrimas eu não podia conter. Percebi então que já não possuía controle algum sobre elas, nem sobre o meu coração, nem sobre a moça. Pudera minhas lágrimas fazer milagres, caírem sob sua face e a despertasse como nos contos de fadas. “Lágrimas de um amor verdadeiro” pensei. Mas a vida não era justa, sabíamos bem, e por mais que Ana em meu coração se igualasse a mais bela das princesas, também não era um conto de fadas. Olhei para o relógio e meus preciosos minutos tinham se passado, talvez os primeiros de muitos ainda, talvez os últimos, talvez lembrados para sempre, talvez esquecidos quando pela manhã ela voltasse para casa. Quem poderia saber ou me provar o contrário? Não havia explicação, apenas esperança. Sim, esperança era a minha palavra, e eu tinha a total esperança na minha doce moça. Preciso confessar lhe que jamais conheci alguém tão única como ela. Tão forte, tão minha. E naquele momento — naquele precioso momento —sem me sentir, sem talvez nem me ouvir lhe disse: “Eu sempre te amei e sempre irei amar” e com um beijo na testa me despedi da minha graciosa Ana.
Após nove dias naquele mesmo estado a moça partiu, levando consigo todo o meu coração. Ela se foi deixando uma dor profunda em cada um em que plantou o seu amor. Amor… Como era amada a minha moça, era a mais encantadora que o mundo já teve o prazer de conhecer. E apesar da saudade que deixou com a sua partida, deixou também o que de mais valioso trazia em seu coração: Sua graça e doçura.
(...)
— E esta foi à última vez que eu vi a moça — minha doce, doce vovó — ainda com vida.
" Nossa vida precisa do sol para viver, o sol é uma estrela que brilha e quem pensa tem uma vida brilhante. "
"Tanta vida pra viver,tanto desperdício em se privar e se trancar num quarto, egoísta de si mesmo, desiludido do mundo, pervertido temporal,anarquistas do silêncio,viver a vida intensamente não quer dizer queima-la,pode ser traduzida como aproveitar cada segundo como se o último,cuidando da saúde,cuidando do bem estar,pensando nas próximas gerações como em si mesmo,viajar,conhecer cultura,costumes,coisas novas,mundos novos,afinal a vida nos oferece a opção de dividir o tempo e aproveita-lo da melhor forma possível,amemos mais."
"Dizem que a vida é efêmera,porém poucos são os que sabem o sentido dela,viver é diferente de existir..."
No convívio com gente que sente,
sentimentos fazem viver.
Aduba a terra da vida
fazendo a semente crescer.
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