Se eu Pudesse Viver de Novo a minha Vida
Viagens na minha Terra
Poetas em ano de Prosa!
Pois este é século para poetas? Ou temos nós poetas para este século?
Meus avessos me revelam....
Minha verdade só é vista por aqueles que me entendem e me absorvem.
Não há entrega sem cumplicidade.
Não há amor sem aceitação total do outro.
MEU SILÊNCIO
Orgulho de quem sou, de onde vim e pra onde quero ir. Conheço minha cabeça e meu coração, como ninguém. Sou inteira, sou intensa, sou dramática, sou assim. Me desdobro pelo que me faz bem. Corto o que me faz mal. Dieta de sentimentos sabe? Cortei um monte de coisas; medos, frustrações, dúvidas, dores, alguns amores, dissabores. Rasguei algumas páginas do diário da minha vida, outras, queimei e algumas escondi. Se tiver que gritar eu grito. Se tiver que calar, eu calo. Se eu estiver errada, eu peço desculpa. Se eu estiver certa, sei perdoar. Não há meio termo. Não há. Não existe medo no meu vocabulário. Rasguei essa página. Não há sombras, esquinas, neblinas. Se for tempo bom, é sol de rachar. Mas, se é tempestade, faço chover, em alto mar. As vezes, me perco em meus pensamentos e quase sempre, me encontro em meu silêncio. Eu me conheço, como ninguém nunca irá conhecer.
Mesmo que você não caia na minha cantada
Mesmo que você conheça outro cara
Na fila de um banco
Um tal de Fernando
Um lance, assim
Sem graça
Implicante, lindo, insolente - o demônio! Sabes que és o glorioso, do gosto amargo da minha existência.
Tua fisionomia são verbos que infindávelmente conjugo no tempo presente. Tempo que quase nada sei onde a fenda de "quase" é preenchida com boatos fragmentados. Pobre amontoado de sentimentos que sou, arrumando dezenas de ligações pensadas com cólera para fins bestas. Que nem respeito dizem-me: sem perguntar nada monto minhas fantasias.
Chocolate
É delicioso
É gostoso
Tem vários sabores
Conquista vários amores
Ele tira minha ansiedade
Ele deixa minha naturalidade
A ele conto meus lemas
A ele conto meus problemas
Mas ele não me deixa
Mas ele não se queixa
Só me deixa de fato em outra realidade
Só me deixa de fato em plena suavidade
Pode ser doce ou amargo
Pode ser bom ou ruim
Pode ser assim como ele é ou assim como ele é
Não importa como esteja
Não importa como seja
A forma, a cor, o sabor
Ele vai ser sempre o meu chocolate
Meu amado, querido e adorado verdadeiro amor.
E de tanto desapontamento, com o tempo fui perdendo, a cada um deles, um pouco da minha Fé nas pessoas.
Deixei de acreditar que elas podem ser capazes de criar para as outras felicidade sem estar tramando tomá-la depois. E assim, pouco a pouco fui me distanciando e então sinto-me escorregadia, longe daqueles que possam querer persistentemente se aproximar. Penso que, hoje, é bem mais difícil do que antes me alcançar, mas, mesmo distante e complicado de segurar-me e prender-me perto, entendo que, na verdade, longe é um lugar que não existe e podemos ir aonde quisermos ir e que nada é impossível, embora tão difícil assim.
E mesmo com todos os desapontamentos tirando um pouco da Fé, continuo querendo ser alcançada e ainda acreditando; certamente esta persistência dos que possam querer se aproximar, quer realmente dizer algo, dando a entender, como um recado divino, que um dia as decepções serão apenas coisas de um passado esquecido.
Sinto que estou me afogando na minha própria tristeza
Remeto-me a caminhos dos quais não quero trilhar
O pior dia da semana é o domingo
Seja o primeiro ou o último, nada muda
Estou cada vez pior...
Cada vez mais insensata...
Cada vez mais dolorida...
Cada vez mais deprimida...
Queria esvaziar tudo por meio de lágrimas
Mas vejo que não dá
Não dá para prosseguir
A inércia me abarca como um vírus cruel
Vejo-me cada vez mais distante da realidade da qual gostaria estar
Deixa insônia,
Só por um dia minha mente descansar,
Pelo menos na hora de dormir,
Porque amanhã preciso de mim.
Não importa o que falam de minha pessoa, pois sou imune ao mau-olhado e sei que quem está ao meu lado não cairá nesta conversa criada com salivas de veneno, que tenta e retenta acabar com o que mais feliz me faz.
O LUGAR DA TRANSGRESSÃO
Encontrei um sapo cochilando dentro de
Minha botina. Nunca me meti em botina
De sapo. Que liberdades são essas?
E quando observares o meu silêncio, não penses que estou desistindo de tudo. A minha espera é sutil. Aprendi a confiar e descansar.
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