Se eu Pudesse Nascer Novamente eu
Talvez tivéssemos menos críticos no mundo caso só pudesse fazer crítica quem realmente pretendesse com ela ajudar.
Você está falando como se uma família só pudesse ser formada por relações de sangue. Não acho que esse seja o caso. Um coração compassivo é o que faz das pessoas uma família. O sangue não ajuda muito nesse sentido.
E se eu pudesse conversar com Deus,
Pediria para tirar o meu livre arbítrio.
Falaria que o fardo é pesado e não consigo carregar.
Se sou bom sou passado para trás, se sou ruim o resultado não me satisfaz;
Procuro um norte, porém a dor e a minha consorte.
E nela vivo os dias em angústia esperando a minha sorte!
Oh! Deus meu pai! Me de colo!
Me sinto só e desiludido, vem me dar um abraço, por que só em ti, posso confiar.
Meu coração é bom, porém se encontra em uma amargura profunda, e nisso nada me ajuda.
Pai, me dê colo, me dê colo!!!!
Amanha já vem e suplico por uma intervenção, quero a sua bênção. Pois, confio em sua graça e isso me manteve até hoje.
Pai, segura a minha mão e me dê colo!
Se eu soubesse que é amor, eu escreveria.
Mas desaprendi há muito, se pudesse arriscar, eu diria que amar é: “Dançar com ela em um bar qualquer em um dia especial
Ou ouvir as músicas que só ela sabe cantar”
Jamie: Queria que você pudesse me acalmar, Sassenach, é o que desejo fervorosamente, pois tenho pouco paz em mim agora. Mas não é como um espinho venenoso, que se você souber como puxar, pode arrancar totalmente.
A viajante do tempo
Sabe, se eu pudesse já estaria bem longe da Terra e do oxigênio que as pessoas fazem questão de estragar!!
ROSAS NA JANELA
Olho a rosa na janela,sonho um sonho pequenino,seu eu pudesse ser menino, eu roubava essa rosa e ofertava todo prosa à primeira namorada...
Ai, se eu pudesse ver, enxergar, sentir, compreender,
entender, ter a liberdade de te amar:
você, seu ser, simplesmente você,
uma pessoa onde o nome naquele instante não importa,
onde a idade inexiste,
onde seus cabelos brancos ou grisalhos
se tornam prateados
de amor, charme, ternura, carinho e emoção;
Onde não mostre que o tempo exista,
que o tempo corre,
que eu não tenho você:
que eu não pertenço a você.
Me afastei pra me auto querer, para que eu pudesse perceber que não preciso de mais nada além de mim para me fazer tão feliz quanto eu posso fazer. Talvez um dia você possa voltar ao meu lado
Para não mais ser parte de mim, mas sim excedente.
Eu te amo muito e isso pode ser provado,
Se pudesse te abraçaria por 1 segundo,
Porém com o relógio parado.
Se eu pudesse te dava o mundo🌎 mais já que não tenho este poder 🤷🏽♂te dou o que mais tenho de importante, o meu coração❤️
Olhos castanhos
Daria tudo o que tenho,
se eu pudesse para mim ter
estes lindos olhos castanhos.
São luzes que iluminam a alma,
espelhos onde se vê o futuro.
Olhos que prendem ,enfeitiçam.
Deles não consigo escapar,
tê-los para mim, quem me dera,
poder neles viajar.
Sonhar com pontos distantes,
mesmo que fosse por pouco.
Sentir a luz que eles têm.
A calma que eles transmitem.
São olhos de encantamento duas
gemas raras e lindas.
Terei esse olhar para mim, mesmo
que seja um instante,vivê-los,
por um segundo.
Vê-los de perto , beijá-los.
Assim insistindo, eu vou seguindo
até tê-los.
Quem sabe por piedade, Deus me de
a alegria, de os ter bem junto a mim.
Mesmo que seja distante, em outro mundo
quem sabe,ter esses olhos castanhos.
Bem juntos a mim....assim
Roldão Aires
Membro Honorário da Academia Cabista
Membro Honorário da Academia de Letras do Brasil
Membro da U.B.E
Talvez se eu me visse como você eu pudesse me perdoar
Talvez se eu me visse como você eu não quisesse apenas chorar
Talvez se eu me visse como você eu não me sentisse mal ao acordar
Talvez se eu me visse como você eu pudesse realmente me amar
ANTICENA
acreditei que talvez a poesia me
pudesse salvar
mas não vai acontecer: está fora
dos seus termos outra coisa que não seja
arredondar ainda mais esta
triste tristura
cunhar com luz e escuridão a grosseria
das figuras (eu, o mundo)
O que eu tenho aprendido com a quarentena?
Se eu pudesse definir em apenas um sentimento, seria “paciência”.
A vida inteira, sempre fui muito do “fazer agora”, e do não “deixar para depois”. Este período tem me ensinado que nem sempre será assim.
Estou há dez dias dentro de casa, sem pisar na calçada, dirigir, ou ver outras pessoas.
Tento, diariamente, me reinventar e procurar, aqui dentro, o que fazer para preencher meu dia...
Trabalhar em home office, fazer exercícios físicos sem o “peso pesado” do Crossfit, cantar, dançar, cozinhar, ler, escrever, estudar, etc.
O que mais tenho sentido falta é o contato humano: a conversa, o abraço, o toque, o beijo.
A tecnologia tem me ajudado muito a amenizar esta saudade.
E vocês? Como tem sido estes dias e o que vocês têm aprendido?
Ah! Tem uma outra coisa...
Eu nunca usei tanto o verbo no particípio como tenho usado ultimamente.
Se pudesse o menino pularia
corda
com a linha do horizonte,
se deitaria sobre a curvatura
da Terra
para sempre e sempre
saudar o sol,
encheria os bolsos
de terra e girassóis.
Mas chove uma chuva
fina
e o menino vai até a cozinha
fritar ideias
*Se eu pudesse contar:* Dentro de cada coração há lutas que ninguém sabe. São tantas renúncias e sacrifícios que gritam lá dentro, mas... sempre estão sendo amordaçadas por coisas que, no momento... Se julga mais importantes.
