Se eu Fosse Algum Rei
Traga-me cigarros, não estou bem. O amor que eu sentia por ele se escondeu em um lugar onde eu não quero achar.
Acho que eu tenho tudo o que quero.
Quando quero cerveja, bebo cerveja.
Quando quero vodka, bebo vodka.
Quando quero você, bebo vodka.
Muitas vezes achei que certas coisas ruins me aconteceram por eu estar na hora e lugar errados. Mudei meus conceitos sobre isso. Hoje tenho certeza que eu sempre estive nos lugares e horas certas. Erradas foram as minhas escolhas e/ou atitudes naqueles momentos.
Eu tomo decisões. Talvez não sejam perfeitas, mas é melhor tomar uma decisão imperfeita do que buscar continuamente uma decisão perfeita que nunca se encontra.
Eu senti nele uma vibe positiva, senti que ele é sincero, verdadeiro, eu senti que ele é tudo o que procuro e preciso.
Se eu desistir de você, se eu virar as costas pra você, se eu te disser que não quero mais você...Não acredite em mim, não me deixe ir, me conquiste de novo!
Não, eu não tenho mais medo de ser largada, trocada, deixada no canto da sala quando o trabalho dele o impedir de vir me ver. Eu não tenho mais medo de ser aquela a qual ele busca conforto nas horas vagas. Aquela a qual ele olha nos olhos buscando olhos alheios. Meus medos mudaram. São medos novos eu diria. É isso o que me aterroriza, afinal. Tenho medo porque meus olhos acompanham as palavras por ele escritas. Medo porque eu tenho mudado sem ele sequer ter me feito algum pedido. Medo porque eu nunca quis me sentir tão próxima de alguém como quero me sentir dele. Na verdade, eu nunca quis estar na vida de alguém como eu desejo permanecer na dele. Medo porque no final das contas eu o amo, e sinto que ele me ama também. Medo pela dificuldade em usar a palavra “amor” face a face com ele. Medo pela dificuldade em citá-la quando estamos ao telefone. Medo pela distância oceânica em que nos encontramos após tantas conversas. Medo por me entregar para ele da forma que nunca quis me entregar a ninguém. Medo por querer ele grudado em mim, embora eu abomine essa prática insuportável dos casais. Medo por dizer e fazer coisas as quais eu repudiaria em pessoas apaixonadas. Medo por estar escrevendo esse texto. Medo porque ele derreteu o gelo que protegia meu coração, fazendo com que a água transbordasse pelos meus olhos. Medo porque quanto mais eu estou dentro, mais o sinto fora. Medo porque eu nunca senti por alguém essa imensidão que sinto por ele. Mais medo ainda de me perder dentro dela.
Eu simplesmente não consigo me entender... Quando eu não estou muito bem sentimentalmente é quando eu mais escrevo sobre sentimentos... Acho que, quando estou feliz, aproveito tanto o momento, que acabo não tendo vontade de pensar em mais nada do que está acontecendo ao meu redor...
Quanto eu mais tento te esquecer, mais eu estou pensando em você!
Porque meus pensamentos me prendem a você de modos que eu não consigo esquecer.
Eu já te disse o quanto eu odeio mentiras? Se não falei, falo agora e se já falei repito: Não gosto de mentiras! Eu prefiro a verdade mesmo que doa.
PRA VOCÊ EU QUERO...
Ser menina nas brincadeiras
Na cama ser mulher
Ser sua melhor amiga
E desconhecida para que sempre tenhas algo novo a descobrir
Eu quero ser o porto onde desejes ancorar
Mas também quero ser o vento que te leva a outras águas
Eu quero ser primavera para que regues minha flor
Também quero ser outono para que comas do meu fruto
Eu quero ser poesia em sete versos e assim me leias com um olhar
E seu romance de cabeceira para que me leias a vida inteira.
Eu posso evoluir a cada dia. A pessoa que eu fui ontem, talvez não seja mais eu, e hoje sou uma versão melhorada de mim mesmo!
