Se eu Fosse Algum Rei

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Garçom! Uma dose de tô nem aí.
Uma porção de foda-se...
E uma garrafa de sou mais eu, por favor?

Será que a verdadeira historia começa agora? Com a compreensão de que eu sou fraco e não possuo conhecimento?

Apesar da distância lembrarei de você. Eu amo você. Quero ficar com você pra sempre. Cuidarei de você. Estarei ao seu lado em todas as circunstâncias. São promessas feitas a um amigo, a um amor, a um familiar! Não necessariamente nesse ordem. As pessoas fazem esse tipo de promessa todo tempo! Não entendem o peso das palavras... Deveriam carregar suas balanças do bom senso para saberem o peso de um juramento! Não conseguem compreender que promessas não cumpridas são como estrelas desperdiçadas, jogadas no chão... Não haveriam de estar no céu? Vivemos com o som da promessa... É é ruim de ouvir, é doloroso. Agudo... Grave... Como frases mal formuladas, mas que as pessoas falam por achar bonito. Pode até ser bonito de falar, porque frase bonita de escutar é frase verdadeira! A cada minuto. Segundo... Tentando mudar o que não pode ser mudado! São destinos levemente pintados... Promessas são consequencias de uma vida toda. Destino? E a gente segue, ajuda, brinca, compartilha segredos, mas sempre esperando que as promessas não sejam feitas, pra que a gente não tenha que esperar, porque uma vez feitas, a gente espera! E esperar por promessas de uma vida toda não é humano... É desumano até demais... Faz a gente ficar sem coração... O coração cria asas e voa pra longe, bem longe. E a gente perde a chance de cumprir a tal promessa: Meu coração é seu! Não, não é, ele voou... Agora é livre! Já não é mais... Promessas... Os momentos não nos pertencem!

Minha alma, pura, delicada, sonhadora, ingénua feito criança. Eu, forte, sensível, apaixonada, amiga, determinada e simples. Corpo e alma em um só ser…

Tantas pessoas já se passaram pela minha vida, por quantos amores eu já sofri, por tantas dificuldades eu conseguir superar, por quantas lutas eu conseguir vencer, tantos momentos ruins se passaram por mim. Quantas vezes eu achei que não iria conseguir e acabei me surpreendendo comigo mesma. Quantas vezes eu já me decepcionei por pessoas que eu considerava verdadeiras, quantos amigos eu já perdi, e por quantos eu ainda hei de perder. Por quantas vezes o orgulho falou mais alto, quantas vezes o arrependimento veio e já era tarde para corrigir aquilo que foi feito de maneira impulsiva. Tantos momentos eu desperdicei, tantas chances de dizer como eu amo você deixei passar.
Quantas vezes o vento bateu em minha janela com o teu perfume e eu rejeitei-o, quantas vezes eu já desobedeci meus pais, quantas vezes eu fiz coisas desnecessárias, quantas vezes eu remeti o prato de comida por achar que ele não me satisfazia, por achar que ele não estava bom o suficiente, sendo que pessoas assim como eu, dariam tudo por ele. Tantas vezes eu ofendi quem não devia, briguei por coisas que hoje considero banal. Quantas vezes eu chorei por quem não deveria, quantas vezes rejeitei quem me amava, machuquei quem não merecia, fiz sofrer quem eu não queria ...
Mais a vida é assim, todo mundo erra. Tente pelo menos parar e refletir, ver o que você fez, se está no caminho certo, se é isso mesmo que você realmente quer pra si. Isso irá lhe fazer bem!

Eu não desisto de ninguém... Através das próprias atitudes que as pessoas vão me perdendo um pouco a cada dia, e quando se dão conta, simplesmente já não estou mais lá.

Só Deus sabe o quanto eu tentei.
Tentei tanto que até esqueci meu valor.
Me humilhei, fui atrás, busquei o que nunca existiu. O que nunca foi recíproco.

Mas pra tudo existe um limite. E eu cheguei ao meu.
Pode ir. Eu finalmente te liberto.
Você nunca quis ficar mesmo.

"Pediu-me um
nude,
mandei um
poema.
Acho que queria um nude de
corpo.
E eu tolo,
mandei da
Alma!"

⁠Não quero correr nem uma chance de perder. É inútil discutir. Não vou mudar de ideia. Eu fiz o que podia hoje... Deixo o resto com você.
(Norman)

Ela me disse : Eu ou o carro? ...Sinto saudades dela...

Não é que eu não tenha amigos, não
Não é que eu não dê valor
Mas hoje é preciso a solidão...

Mesmo que eu morra o poema encontrará
Uma praia onde quebrar as suas ondas

E entre quatro paredes densas
DE funda e devorada solidão
Alguém seu próprio ser confundirá
com o poema do tempo.

Meu maior medo é morrer sem que ninguém saiba de alguma contribuição que eu tenha dado para a criação musical.

Seus olhos verdes como esmeraldas
Preenche toda minha alma
Talvez estar contigo
Seja tudo que eu preciso

Feliz aniversário pra mim! Que a vida continue me abençoando com vitórias e que eu siga persistente nesse caminho rumo aos meus objetivos.

Eu quero um amor tranquilo como um amanhecer, quero risos sinceros abraços apertados e beijos intensos. Quero carinho e calmaria. Na pior das hipóteses quero um amor que venha pra ficar e não mais ir embora.

⁠Eu NUNCA desisto, precisaria estar morto ou completamente incapacitado.

Em silêncio, eu peço a Deus para cuidar de você. Perto ou longe, ainda te quero muito bem.

Poema à Mãe

No mais fundo de ti,
eu sei que traí, mãe

Tudo porque já não sou
o retrato adormecido
no fundo dos teus olhos.

Tudo porque tu ignoras
que há leitos onde o frio não se demora
e noites rumorosas de águas matinais.

Por isso, às vezes, as palavras que te digo
são duras, mãe,
e o nosso amor é infeliz.

Tudo porque perdi as rosas brancas
que apertava junto ao coração
no retrato da moldura.

Se soubesses como ainda amo as rosas,
talvez não enchesses as horas de pesadelos.

Mas tu esqueceste muita coisa;
esqueceste que as minhas pernas cresceram,
que todo o meu corpo cresceu,
e até o meu coração
ficou enorme, mãe!

Olha — queres ouvir-me? —
às vezes ainda sou o menino
que adormeceu nos teus olhos;

ainda aperto contra o coração
rosas tão brancas
como as que tens na moldura;

ainda oiço a tua voz:
Era uma vez uma princesa
no meio de um laranjal...

Mas — tu sabes — a noite é enorme,
e todo o meu corpo cresceu.
Eu saí da moldura,
dei às aves os meus olhos a beber,

Não me esqueci de nada, mãe.
Guardo a tua voz dentro de mim.
E deixo-te as rosas.

Boa noite. Eu vou com as aves.

Eugénio de Andrade
ANDRADE, E., Os Amantes sem Dinheiro, 1950

Se eu não tivesse você não haveria mais nada
Só a aparência de um um homem que nunca pôde ser seu melhor
Se eu não tivesse você, eu nunca veria o sol
Você me ensinou a ser alguém

Toda minha vida você esteve ao meu lado
Quando ninguém esteve me apoiando
Todas essas luzes não podem me cegar
Com seu amor, ninguém pode me derrubar