Se eu Fosse Algum Rei

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Olá!


Quando tiver de amar, ame como se fosse a última vez.


Quando tiver de gostar, goste como se fosse a última vez.


Quando tiver de fazer..., faça como se fosse a última vez.


Porquê de fato, um dia será a última vez e você não saberá.


Te amo! 🥰

Nunca imaginei que fosse amor, de um jeito assim tão delicado, tão intenso, tão bonito.

Beijo é bom porque você toca o corpo do outro sem deixar marcas, é como se fosse um pulo no escuro, uma viagem sem volta. Beijo é um jeito de mostrar carinho, sentir o gosto de quem você gosta e dizer muita coisa sem falar nada. Beijo é gostoso porque nunca enjoa!


Alexandre Sefardi

E se Deus fosse mulher, ele gostaria do Adão?

"Freitas defendendo o gol como se fosse o coração pra não se apaixonar completamente pela Chiara."


Isabela Nogueira.

⁠"Não explore a minha vida como se fosse um dicionário, buscando definições rápidas e simples. Minha história é complexa, cheia de nuances e camadas que não podem ser resumidas em palavras curtas. Cada capítulo é único, e só quem viveu pode entender sua verdadeira profundidade."


#Binilson Quissama

Põe isso na sua cabeça


"A tua namorada não é só tua. Se fosse, não precisarias vigiar o que ela faz quando não estás."




#Binilson Quissama

“Queria que o mundo fosse como dentro da minha cabeça.
Lá, as pessoas permanecem.
Os sentimentos têm profundidade.
O amor não chega com prazo de validade.
Dentro de mim existe um lugar onde ninguém precisa fingir ser forte o tempo todo.
Pena que a realidade quase nunca fala a mesma língua da alma.”

E o Corvo, ao longe, como se fosse a
última lição, disse:


— Leve o que aprendeu. A morte te mostrou o espelho. Agora vá viver o reflexo, pequena vida.


— E lembre-se sempre: quando os humanos me compreenderem, não me temerão. E, quando não me temerem, serão livres.

(Muka e Toshu - A Construção da Felicidade)

Último desejo

Pensando em meu funeral
Gostaria que fosse assim
Amigos todos felizes
Tocando e cantando pra mim
Que bebam,fumem e cheirem
Todos os que quiserem
Pois quem estará no caixão
Também fez o que fizerem
As mulheres que lá estiverem
Menos as que forem parentes
Tirem suas calçinhas!
Envolvendo aquele demente
Que ao invés do manto de flôres
Partirá com odores diferentes
Quando a urna sumir na terra
Todos num tom profundo
Cantem a última música
Adeus amigo vagabundo!

Se o Big Bang fosse o início, hoje nada teria sentido.

Um homem que grita como se fosse dono do mundo,
mas é só eco vazio em peito profundo.
Grande no corpo, pequeno na alma,
carrega a força, mas não carrega calma.
Veste palavras de Deus como armadura,
mas nunca deixou que elas curassem sua própria fissura.
Usa o sagrado como palco e disfarce,
mas no silêncio é o ódio que ele abraça e reparte.
A verdade dele não é verdade...
é crença inflada pela própria vaidade.
Ele acredita, então impõe.
Ele impõe, então destrói.
Bruto no gesto,
agressivo no tom,
ignorante no modo de existir ...

acha que mandar é construir.
Quem não o conhece pode até acreditar,
mas quem já viu de perto sabe:
por trás da soberba existe medo,
e por trás do medo, um homem pequeno demais para amar.
E no fim, o que se diz não é ameaça, é fato:
sozinho ele volta...
porque ninguém suporta por muito tempo
o peso de um coração fechado e exato.
Ele traz o amargo no nome,
como se já tivesse nascido marcado,
como se o destino tivesse sussurrado:
“serás peso, não abrigo”.
Há homens que aprendem a amar.
Ele aprendeu a dominar.
Confunde respeito com medo,
confunde fé com discurso,
confunde força com excesso.
Ele não conversa... Ele impõe.
Não escuta... Interrompe.
Não sente... Reage.
O amargo não está só no nome,
está na forma de olhar,
no jeito de tocar que não acolhe,
no silêncio que antecede o ataque.
Há algo nele que sempre ameaça voltar...
Não por amor,
não por saudade,
mas por necessidade de controle.
E o mais duro de admitir?
Ele acredita na própria versão.
Se convenceu de que é justo,
de que é certo,
de que o mundo é que o provoca.
Mas quem carrega ódio como combustível
não constrói... Consome.
E no fim…
o amargo que ele espalha
é o mesmo que o corrói por dentro.
Porque ninguém vive em guerra constante
sem se tornar o próprio campo de batalha.

Muita gente se esconde atrás do “dar tempo”
como se fosse uma solução mágica.
Mas o tempo, sozinho, não resolve laços, não reconstrói afeto, não apaga mágoa.
Relação é feita de presença, de palavra dita, de atitude.
O “dar tempo” às vezes é só medo de encarar
o que precisa ser encarado,
e aí o que acontece? O sentimento esfria,
a pessoa se perde, o vínculo quebra.

Dizem “dar tempo” como se fosse remédio,
mas tempo vazio só deixa o tédio.
Não cura ferida, não cola pedaço,
só cria distância, só aumenta o espaço.


Amor não espera sentado na esquina,
precisa de gesto, de voz que ilumina.
Quem dá só o tempo,
sem se entregar,
vai ver que a vida levou sem voltar.

“A mulher foi venerada como símbolo da vida e, ao mesmo tempo, vigiada como se sua força fosse ameaça.”
Do livro Mulher: Entre Correntes e Asas, de Nina Lee Magalhães de Sá.

“Sentir como se já fosse real não é fingir; é permitir que a alma experimente a dignidade da realização antes da forma.”
Do livro A Palavra que Cria Mundos — Manifestação, Imaginação e Fé, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.

Antes de dormir me peguei pensando... o que seria do mundo se todo mundo fosse igual? Os mesmos pensamentos sejam esses racistas, homofobicos, xenofobicos... Eu agradeço por não termos nascidos todos iguais, ate por que o mundo seria bastante sem graça.


Luiz Felipe, pensamento da noite.

⁠O universo não seria grande coisa se não fosse lar das pessoas que amamos.

Stephen Hawking

Nota: Trecho de declaração da família Hawking após o falecimento do físico Stephen Hawking.

Se o amor fosse a dor, certamente nunca me deixaria. Porque a dor sempre volta, mas o amor… sempre vai.

Estar vivo não significa estar com Deus. Respirar nunca foi prova de presença divina. Se fosse assim, nenhum homem corrompido, nenhum governante cruel e nenhuma alma tomada pelas trevas pisaria nesta terra. A vida é dada até aos que se afastaram d’Ele. Porque existir é diferente de permanecer na presença de Deus.