Se eu Fosse Algum Rei
O Pau-d'arco-amarelo floresceu
nesta manhã serena,
E eu que fico pensando no seu
brilho de diamante,
Algo me diz para deixar tudo
entre nós porque sinto que se
eu tocar em você poderá
para mim ser cortante,
Prefiro não minha mente
em silêncio viver este romance.
As bandeirinhas
da festa junina
se misturam com
as estrelinhas,
tipo eu não sua
e você na minha,
Se não for poesia
não sei o quê é.
És o meu amado Sol
e eu sou a tua Lua
entre avancês e anarriês
no arraiá da vida
com os nossos balancês
quem sabe gente se aproxima.
A Ibirapita saúda solene
a chegada da noite sublime,
E eu sigo invicta como a Lua
do seu bonito céu estrelado
onde você já é meu namorado
Com o ouro flóreo
do Ipê-pardo,
sou eu a poetisa
silenciosa das tuas
noites que põe
sempre estrelas
no céu quando
faltam para te mimar
e amar como você
merece para se confortar.
Eu gosto de ficar de papo
enquanto preparo o meu
bom Chimarrão Tapado,
Porque não existe nada
que mantenha melhor
um coração tranquilizado.
As flores do Ipê-Amarelo
saúdam o Lunísticio
neste Solstício de Inverno,
E eu aprendendo a lidar
com a poesia e seu mistério.
Antes do Lunisticio
e do Solstício de Inverno
que estamos vivendo,
eu te sinto mesmo em pensamento.
Dancei com os deuses
nos braços da Aurora Austral,
Agora ergo em direção
a Tata Inti o Taita Nina no meu ritual.
Agradeco a Mama Kocha
pela vida que se renova
no ventre de Pachamama,
a minha intuição jamais se engana.
Minhas raízes nesta Abya Yala
vivem nas minhas veias
mesmo que você não as veja
celebrando o Inti Raymi a vida inteira.
Poeticamente as minhas letras
têm as cores da Wiphala,
conheço bem a minha pertença
que segue o rumo da ancestral crença.
Sem ser vista venho
silenciosa prestando
atenção no mantra
"Eu acendo uma vela"
repercutido por quem
está com o coração
ali aprisionado também
no inferno de cinco letras.
Buscando o caminho
relembro que está
próximo do Natal,
e nada se sabe da liberdade
da tropa e do General.
Ouvindo a distância a voz
de quem ainda canta
a famosa canção
"Eu te chamo liberdade":
busco escrever poemas
como quem acende
no Universo as estrelas.
Numa cruzada sem
par o TC Chaparro
repete a greve de fome
e faz o calvário aumentado
na tentativa de ser escutado.
Nada está solucionado,
o espaço existencial
para a tropa e o General
está a cada dia mais apertado
e ninguém sequer sabe
de como e quando será o final.
A poesia de julho
nos pertence,
Você pode escrever
da melhor forma
que quiser,
Eu escolho escrever
em paz e do tamanho
do amor que merecemos.
Eu desejo nesta véspera de Ano Novo que daqui para frente abandonemos
o mal de se expressar das maneiras odiosa e irônica, e o péssimo vício
de se envolver em problemas desnecessários.
Tudo pode acontecer
entre eu e você:
Outubro é poesia
e você não imagina,
na vida o quê nos basta
é só o nosso querer!
A cúpula de Al-Aqsa
brilha na cidade antiga,
Eu sou o seu paraíso,
você é o meu presente
e meu poema bonito;
O nosso Universo por
acaso foi construído,
A almenara de amor
está sob o transe mistico.
Você disse que quer
morrer nos meus braços,
Eu quero nascer
como mulher para você,
O lótus do nosso amor
está em nossas mãos,
Toda a poesia a dois
estamos dispostos a escrever.
Você perguntou se
eu mudaria de cidade,
e eu não te disse tudo;
quero viver ao lado
do teu amor seguro.
Sim, eu mudaria
além de toda a poesia
desde que haja uma
aventura por dia.
E que toda a aventura
seja a gentil avenida
que me leve a cada dia
a ficar mais unida
hoje e sempre com você.
Eu uso as redes sociais com humildade. Se eu errar não tenho dificuldades de me corrigir. Tá com dúvida? É só conversar de forma franca sem me xingar e sem fazer armadilhas linguísticas.
Ninguém é igual a mim, e eu não sou igual a ninguém. Logo, ninguém é obrigado a nada, inclusive, aqueles que não gostam de mim. A não reação é uma reação, talvez a 'indiferença pacífica' seja sobre isso!
Eu sou brasileira
mesmo quando
não for reconhecida
como tal por
quem quer que seja;
Sou filha nascida
do 'Canto das Três Raças'
e o sufixo 'ista'
para qualquer ideologia
ou rótulo convencional
não encontra encaixe
porque sou brasileira.
Eu sou brasileira
quando respiro,
honro a Bandeira,
escrevo os meus poemas,
e até quando me calo.
Eu sou brasileira
quando me reúno
com povos e com
quem pensa diferente,
e quem é brasileiro
de verdade sempre
ama estar cercado por gente.
Eu sou brasileira
quando falo que
nunca vou romper
com os meus artistas,
e nem diminuir os militares.
Eu sou brasileira
para seguir com fé
por todos os altares
de todas as crenças
e por todos os lugares,
e sobretudo quando
aprecio as belezas da Natureza.
Eu sou brasileira,
amo ser brasileira
e ninguém vai diminuir
o amor que tenho
pela nossa terra;
posso até perdoar e dar
uma chance para quem erra,
só nunca vou concordar
com quem quer viver
para alimentar o Deus da Guerra.
Eu te cubro todo
com as poesias
das sete cores,
E trago para perto
o poema amarelo
com a fé que o nosso
amor vai dar certo.
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