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Se eu Fosse Algum Rei

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"Em algum momento, o manipulador irá perguntar o que você pensa sobre as declarações que ele fez a seu respeito e se você acredita firmemente em cada uma delas. Ele não quer saber a sua opinião; quer apenas constatar que você ainda permanece enganado. É importante para ele saber que você ainda não o viu através de sua máscara".

Caso você tenha algum transtorno mental, compulsivo, vícios, procure fazer TERAPIA!!!
A TERAPIA nos torna conscientes das nossas deficiências, evita que nós causemos sofrimento aos que nos rodeiam!!!
PS: O grande passo para a cura, é a conscientização e aceitação da nossa deficiência!!!

Em algum momento da consciência, o ser humano percebe que muitas das verdades que o sustentavam eram apenas estruturas herdadas— e é nesse instante que surge uma espécie de vertigem interior: a compreensão de que, se aquelas bases não eram tão sólidas quanto pareciam, então a responsabilidade de reconstruir o próprio sentido da existência talvez sempre tenha sido sua.

"O desprezo é a âncora de quem pensa que já chegou a algum lugar, enquanto o mundo continua girando e evoluindo sem ele."

A Riqueza Trilionária não nasce no bolso, mas no caráter de quem não se vende por preço algum.

Existe uma dor, no olhar, no falar ou em algum lugar da vida de quem perdeu alguém, existe uma dor.

"Não precisa pedir perdão
á DEUS por algum erro
cometido, você não fez
nada contra ELE e sim
contravocê mesmo.
Se arrependa, volte as
boas ações e siga os SEUS
Mandamentos"

A Ponte e o Abismo


Todo ser humano, em algum momento, encontra diante de si um abismo — não apenas de pedra e profundidade, mas de medo, limite, solidão e escolha.


Alguns recuam. Outros permanecem anos contemplando a distância entre onde estão e onde desejam chegar. Há também aqueles que, depois de muito preparo, concentram toda a coragem que possuem e saltam.


Quando conseguem alcançar o outro lado, o mundo os chama de vencedores. Celebram sua força, sua disciplina, sua coragem. Mas existe um silêncio que acompanha certas vitórias: o eco de olhar para trás e perceber que ninguém mais conseguiu passar.


Porque atravessar sozinho pode ser um triunfo, mas também pode ser apenas uma forma elegante de isolamento.


Foi assim que um homem, após vencer o abismo com o próprio salto, percebeu que sua conquista ainda carregava uma ausência. Do outro lado permaneciam os que também sonhavam atravessar, mas não tinham o mesmo impulso, a mesma força ou as mesmas condições.


Então ele compreendeu algo que poucos entendem: há vitórias que pertencem apenas ao ego, e há obras que pertencem ao tempo.


Voltou ao abismo.


Com as próprias mãos, feridas pela pedra e pelo peso, começou a construir uma passagem. Cada pedaço de madeira colocado era mais difícil do que o salto havia sido. Porque saltar exigira coragem por um instante; construir exigia renúncia por muitos dias.


Quando a ponte ficou pronta, outros passaram: os cansados, os inseguros, os lentos, os que jamais conseguiriam saltar.


E naquele momento sua vitória deixou de ser apenas um feito pessoal para tornar-se transformação histórica.


Porque quem apenas vence prova a própria força.
Mas quem constrói caminhos altera o destino de muitos.


No fim, o abismo continua existindo — porém já não decide quem fica para trás.


Autoria: Gildo Ferro Barbosa ✍️

Acontece frequentemente com certos homens que, por um vício peculiar da sua natureza,
ou por algum excesso do seu caráter, que derruba os limites e muros da razão, ou por algum hábito arreigado em excesso, que esses homens, que arrastam, como digo, o estigma de um defeito, mesmo as suas virtudes puras como a graça, se corrompem perante os olhos do mundo, por esse único defeito.

AS OPORTUNIDADES NÃO SÃO IGUAIS PARA TODOS


Em algum ponto da caminhada, você percebe que o fracasso deixa de ser apenas uma experiência interna e passa a ser um rótulo externo. Alguém olha para você, homem ou mulher, a partir de um recorte superficial da sua vida e decide definir quem você é. Fracassado. Fracassada. Como se a complexidade do seu percurso coubesse em uma palavra dita sem responsabilidade.


Você precisa entender algo que quase ninguém diz em voz alta. Quem chama você de fracassado raramente está analisando seu esforço, sua história ou suas condições reais. Está comparando resultados visíveis, geralmente sem contexto. E contexto muda tudo. As oportunidades não são iguais para todos, embora o discurso público finja que são.


Algumas pessoas largaram metros à frente. Outras começaram a corrida carregando peso extra, responsabilidades precoces, ausência de apoio, falta de recursos, traumas silenciosos. Ainda assim, o mundo gosta de fingir que todos disputam sob as mesmas regras. Essa mentira coletiva cria culpa em quem luta mais para chegar menos longe.


Quando você ouve alguém te chamar de fracassado, o golpe não está na palavra em si, mas no risco de você acreditar nela. Porque se você aceita esse rótulo, passa a agir a partir dele. Você reduz seus movimentos, suas tentativas, suas expectativas. Não porque não pode avançar, mas porque internalizou uma identidade que não escolheu conscientemente.


Não dar ouvidos não significa fingir que não dói. Dói. Principalmente quando vem de pessoas próximas ou de quem você esperava compreensão. Mas maturidade emocional não é ausência de dor. É saber o que fazer com ela. E dar ouvidos cegamente a julgamentos externos é uma forma de abandonar a própria narrativa.


Você precisa separar opinião de diagnóstico. A maioria das pessoas não está qualificada para diagnosticar sua vida. Elas não conhecem suas batalhas internas, suas perdas invisíveis, suas escolhas difíceis. Elas veem um recorte congelado e constroem uma história confortável para justificar a própria visão de mundo.


Quem chama você de fracassado muitas vezes precisa acreditar que o mundo é justo. Porque se aceitar que as oportunidades não são iguais, teria que lidar com a própria vantagem ou com a própria omissão. É mais fácil rotular você do que questionar o sistema, a família, as estruturas que beneficiam uns e limitam outros.


Isso não significa que você deva se colocar no lugar de vítima permanente. Reconhecer desigualdade não é negar responsabilidade. É contextualizar o esforço. Você ainda é responsável pelo que faz com o que tem, mas não é obrigado e obrigada a fingir que recebeu o mesmo ponto de partida que todos.




Existe uma diferença profunda entre feedback e desqualificação. Feedback aponta caminhos. Desqualificação encerra a conversa. Quando alguém te chama de fracassado, não está tentando ajudar. Está tentando se posicionar acima. E ouvir isso como verdade só fortalece uma hierarquia interna que não te serve.


Você não precisa convencer ninguém do seu valor. Quem exige provas constantes já decidiu não enxergar. Sua energia é melhor usada construindo consistência do que debatendo com quem só observa resultados finais. O tempo costuma ser mais honesto do que as pessoas.


Não dar ouvidos também exige que você pare de se chamar de fracassado em silêncio. Muitas vezes, a voz mais cruel não vem de fora. Vem de dentro. Você repete os mesmos rótulos que ouviu, agora com sua própria voz. Enquanto isso continuar, nenhuma conquista será suficiente para silenciar essa narrativa.


As oportunidades não são iguais, mas a responsabilidade sobre sua postura é sua. Isso significa parar de medir sua vida pela régua de quem teve mais apoio ou menos obstáculos. Significa criar critérios próprios de progresso. Avançar um passo quando antes você não avançava nenhum já é movimento real.


Quando você entende isso, algo muda. As palavras alheias perdem força. Não porque você se torna indiferente, mas porque passa a se orientar por parâmetros mais justos. Você começa a avaliar sua evolução pelo quanto está mais consciente, mais consistente, menos refém de aprovação externa.


Fracasso não é estar atrasado em relação aos outros. Fracasso é abandonar sua própria possibilidade de crescimento por causa da opinião de quem não vive sua vida. E isso, sim, estaria sob seu controle.




Você não deve ignorar todas as críticas. Algumas são úteis. Mas aprender a filtrar é maturidade. Críticas que vêm sem respeito, sem compreensão e sem intenção construtiva não merecem espaço interno. Elas dizem mais sobre quem fala do que sobre quem ouve.




No fim, não dar ouvidos é um ato de soberania interna. É escolher quem tem permissão para definir quem você é. É aceitar que seu caminho pode ser mais lento, mais torto, mais solitário, mas ainda assim legítimo.


Você não é um fracasso. Você é alguém em processo, operando dentro das condições que teve e das escolhas que fez até aqui. A partir do momento em que você para de carregar rótulos que não são seus, sobra energia para continuar. E continuar, com consciência, quase sempre muda o destino.

O sábio, em algum momento, diz “não”; o tolo, porém, sempre diz “sim”. 🤔✅

Paulo.dgt

Em algum período da nossa vida tudo fará sentido de uma forma ou de outra.

Se algum dia os macacos do mundo inteiro sofrerem com falta de comida, pode ter certeza que muito em breve todos eles estarão com a macaca.

Em algum momento todos nós sairemos das fronteiriças linhas do saber físico, mas pode ter certeza, pelo meu caráter, sairei pela porta da frente.

Uma boa música sempre será necessária, para que no soar da melodia, de algum pesadelo tu acordes.

Em algum momento da vida, a beleza do mundo se torna suficiente.

Toni Morrison
Pérola Negra. Rio de Janeiro: Best Seller, 1987.

De algum modo, você inspira versos, com suas complexidades veladas. E desejo empregar minha vida inteira nesse aprendizado sobre você.

Viver não deveria ser apenas aguentar. Em algum momento da vida, a alma também precisa encontrar um lugar onde possa descansar.

A Sabedoria das Águas Eternas


Você, que está em algum lugar deste mundo vasto e indiferente,


Já não sei mais como te definir. Talvez sejas apenas um vestígio, algo que subsiste além do tempo, à margem de qualquer entendimento humano. Não é um sentimento que se explique, nem uma afinidade que se cultive momentos antes do primeiro suspiro.


Habitas no silêncio pesado dos meus dias, no abismo vazio que se abre entre um pensamento e o próximo. Estás presente na minha falsa calmaria e na minha tempestade interior; és o motivo do sorriso que morre antes de nascer e a saudade que se recusa a me abandonar.


O tempo passa devastando tudo o que é superficial, mas não conseguiu tocar no que já nasceu eterno. Talvez continues sendo a única possibilidade de paz e, ao mesmo tempo, o meu caos mais devastador e belo. És a primeira ausência que grita no meu peito quando a vida se torna insuportável, e o último vestígio que insiste em ficar, mesmo quando tento esconder o que deveria ser esquecido na imensidão dos meus pensamentos.


Não busco a compreensão do mundo. O que há entre nós é sagrado e não requer justificativas; basta a dor e a beleza de ser sentido. Porque o laço que aperta as essências não é feito de carne ou promessas: é feito da trama inquebrável do destino.


E, se houver mil existências angustiantes, mil caminhos tortuosos, mil finais trágicos, em cada um deles, ainda assim, eu buscaria você.

Em algum lugar, à beira do mar da minha querida Florianópolis, sob a chuva que cai incessante, as sonatas de Beethoven não são apenas música, são tempestades que rasgam a alma, ondas que se confundem com notas e silêncios que ecoam na vastidão do céu cinzento.