Se eu Fosse Algum Rei

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"Ainda existir Monarquia (e até mesmo Monarquistas) é algo que me espanta! Se algum Monarquista Moderno quiser se curvar e se ajoelhar diante de Mim e me tratar por Majestade, repudiarei mas não impedirei. Só que não darei gorjeta. Favor não insistir!"
Texto Meu No.1062, Criado em 2022

USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

"Esperando o tempo passar para não chegar a lugar algum.
Que inferno, estagnado na própria história.
Enterrado na cultura podre que me engole
sacrificado nas canções miseráveis e fúteis de adultos pueris.
No caixão da sociedade que se orgulha de ser porca, pobre e infeliz."

“” Se algum dia pensares em fazer algo de ruim contra ti,
Lembra-te das coisas boas que ainda irás fazer e sinta sua alma...
Nela você ainda é uma criança...””

Em algum lugar desse mundo, tem alguém pensando em você...

Renascer para mim
é em algum lugar
encontrar você,
para começar a viver:
com a melhor arte.

"Reconhecer que errou, que trapaceou, que se fez de esperto tem algum mérito, pois 'Reconhecimentos têm mérito. Nem sempre têm perdão (o meu perdão). Mas pode, sim, ter algum mérito!"


TextoMeu 1321
👎

" 'Plantar a Árvore' é simples e dá algum prazer. 'Fazer o Filho' dá muito prazer, é marcante e resulta em algo maravilhoso. Já 'Escrever o Livro' pode ser o mais difícil, o mais oneroso e cujo resultado nem sempre é o esperado!"


TextoMeu 1214
📙

"Reconhecer que errou, que trapaceou, que se fez de esperto tem algum mérito. Nem sempre tem o meu perdão, mas Reconhecer pode, sim, ter algum mérito!"


TextoMeu 1321 😁

0102 "Sabe aquele sujeito que se irrita até com piada? Tem algum por aí? Tem?"

0195 ”Se algum Complexo de Inferioridade tentar se apossar, de Mim, algum Complexo de Superioridade se manifestará!"

0275 "Já há algum tempo descobri que Vingança não rima com Felicidade. Não rima nem combina!"

0514 "Levar a vida com algum bom humor pode evitar algum mau. Súbito ou não!"

0558 "Machado, em algum momento em vida (é óbvio), teria dito: 'Lágrimas não são desculpa!'. Então, digo Eu: Gritos não são solução... Portanto, vá gritar pra lá, bem pra lá!"

"Sabe aquele sujeito que se irrita até com piada? Tem algum perto de você, não tem?"
Frase Minha 0102, Criada em 2007

USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

"Não precisa pedir perdão
á DEUS por algum erro
cometido, você não fez
nada contra ELE e sim
contravocê mesmo.
Se arrependa, volte as
boas ações e siga os SEUS
Mandamentos"

⁠Enquanto ignorarmos que o Silêncio compra Paz que Ruído algum alcança, tropeçaremos nos Infortúnios do Barulho.


Vivemos como se o mundo exigisse resposta imediata para tudo — opinião pronta, reação instantânea e presença constante.


O barulho não é apenas externo; ele se infiltra nas frestas da nossa mente, ocupando o espaço onde antes habitava o discernimento.


E, pouco a pouco, passamos a confundir movimento com progresso, exposição com relevância, e ruído com verdade.


O silêncio, por sua vez, foi injustamente associado à omissão ou fraqueza.


Mas há uma força quase invisível nele — uma força que não disputa palco, não implora atenção e não se desgasta tentando convencer.


O silêncio observa, absorve e, sobretudo, preserva.


Ele nos protege da pressa de julgar, da ansiedade de responder e da vaidade de sempre ter algo a dizer.


É curioso perceber que muitos dos nossos maiores infortúnios nascem justamente da incapacidade de nos calar.


Palavras mal colocadas, decisões precipitadas, conflitos desnecessários — tudo alimentado pela urgência caprichosa de participar de todo e qualquer barulho.


Como se o silêncio fosse um vazio a ser preenchido, quando, na verdade, ele é um espaço fértil onde a consciência se reorganiza.


Quem aprende a negociar com o próprio silêncio descobre que nem toda batalha merece voz, nem toda provocação exige resposta e nem toda verdade precisa ser dita no calor do momento.


Há muita inteligência em saber escolher o que dizer, mas há mais sabedoria em escolher o que não dizer.


No fim, o barulho cobra caro: desgasta, confunde e fragmenta.


O silêncio, ao contrário, paga em paz — uma paz que não se compra com razão, nem se impõe com argumentos, mas se constrói na disciplina de saber quando se retirar do caos.


Talvez não seja o mundo que esteja excessivamente barulhento.


Talvez sejamos nós que ainda não aprendemos o valor de permanecer em Silêncio quando tudo ao redor insiste em Gritar.

⁠Governo algum jamais agradou todo um povo, mas depois que a política-influencer temperou a polarização com a paixão, o mundo se cansou da própria complexidade.


Talvez porque a complexidade exija esforço — e esforço não viraliza.


Pensar com nuance, reconhecer contradições, sustentar dúvidas: tudo isso demanda um tipo de paciência que já não cabe mais nos intervalos acelerados de um feed.


Em vez disso, optamos por versões simplificadas da realidade, onde tudo se resolve em lados, rótulos e certezas prontas para consumo.


Tudo ou quase tudo que é do outro lado é reprovável.


A opinião contrária, que antes poderia ser um convite ao amadurecimento, passou a ser vista como afronta pessoal.


Não se debatem mais ideias, defende-se identidades.


E quando a identidade entra em cena, qualquer discordância soa como ataque — não ao argumento, mas à própria existência.


É assim que o diálogo se esvazia e dá lugar ao ruído.


A política, que já foi espaço de construção imperfeita, tornou-se espetáculo de convicções absolutas.


Não há mais espaço para o “talvez”, para o “depende”, para o “vamos ver”.


A dúvida virou fraqueza, e a certeza, mesmo quando rasa, virou virtude.


O resultado é um ambiente onde pensar virou um ato de resistência silenciosa.


No fundo, o cansaço do mundo não é da complexidade em si, mas da responsabilidade que ela nos cobra.


É mais confortável habitar narrativas prontas do que encarar a inquietação de não saber completamente.


Mas é justamente nessa inquietação que mora a possibilidade de evolução — individual e coletiva.


Talvez o verdadeiro gesto revolucionário dos nossos tempos não seja gritar mais alto, nem vencer debates, mas reaprender a escutar sem a urgência de refutar.


Porque, no fim das contas, a convivência não depende de unanimidade — depende de maturidade para lidar com o desacordo inevitável.

⁠Crime algum jamais subsistiria sem a conivência de parte do Braço Armado do Estado.


Não se trata apenas de falhas individuais, mas de uma engrenagem descaradamente silenciosa que aprende a sobreviver nas frestas do poder.


O crime organizado, por mais ousado que seja, não floresce apenas da ousadia dos criminosos; ele depende também da cegueira conveniente, do silêncio comprado e, às vezes, da cumplicidade travestida de autoridade.


Quando o braço que deveria proteger passa a tolerar — ou negociar — com aquilo que deveria combater, a lei deixa de ser um limite e passa a ser uma escolha seletiva.


E é nessa seletividade que o crime encontra o seu habitat mais confortável.


Porque nenhum império clandestino cresce apenas pela força das armas ilegais; ele cresce sobretudo pela fragilidade moral das armas legais.


O mais perturbador não é apenas a existência do crime, mas a naturalização dessa convivência.


Aos poucos, o escândalo vira rotina, a denúncia vira ruído e a indignação vira cansaço.


Assim, a sociedade aprende a conviver com o absurdo como se ele fosse apenas mais um detalhe inevitável da paisagem.


E talvez seja justamente aí que mora a maior vitória do crime: quando ele deixa de depender apenas de seus próprios tentáculos e passa a respirar também pelos pulmões do próprio Estado.


Porque, nesse estágio, o combate já não é apenas contra criminosos assumidos ou não — é contra a erosão silenciosa daquilo que deveria nos proteger deles.

Não há mulher abaixo ou acima do peso, fora do padrão, que macho idiota algum foi autorizado a impor ou validar.


A verdade é que o “padrão” nunca foi sobre beleza — sempre foi sobre controle.


Um molde invisível, moldado por olhares apressados e opiniões rasas, que tenta enquadrar o que é, por natureza, múltiplo, diverso e indomável.


O corpo feminino, ao longo do tempo, foi tratado como território público, sujeito a julgamentos, comparações e sentenças proferidas por quem jamais foi convidado a opinar.


Mas quem define o que é excesso ou escassez?


Quem mede o valor de um corpo como se fosse mercadoria em prateleira?


Há uma arrogância silenciosa em acreditar que se pode nomear o outro — como se a experiência de existir coubesse em números, curvas ou expectativas alheias.


Cada corpo carrega histórias que não se veem.


Cicatrizes que não se explicam.


Forças que não se medem.


Reduzir uma mulher a um “padrão” é ignorar a complexidade de tudo que ela é — e, mais ainda, de tudo que ela enfrentou para ser.


Talvez o verdadeiro desvio não esteja nos corpos que fogem às regras fabricadas, mas na necessidade insistente de sustentá-las para aquilo que nunca precisou delas.


Porque quando se tenta encaixar a diversidade em moldes estreitos, o que se revela não é um erro na forma — mas na visão de quem observa.


E, no fim, a pergunta que fica não é sobre quem está fora do padrão inventado… mas sobre por que ainda insistimos em padrões que não servem a ninguém, a não ser ao ego frágil de quem precisa sustentá-los para se sentir maior.⁠

Se lá tem flores, algum poeta vive lá.