Se ela quer Voar a porque tem Asas
E se a dor te atingir à noite?
Se ela te atingir
Grite por Socorro
Não fique assim
Desanimado sem consolo
Eu estarei aqui
Para o que precisar
Não digo só por dizer
Eu digo por amar
Pois de tudo que aprendi
O que mais me fez sentir
Foi que caridade é ajudar
Com palavras de carinho
Afeto é atenção
Termino esse verso
abrindo meu coração
Era uma manhã de sol, eu disse a ela: o céu está tão azul hoje...
Ela respondeu-me em tom frio: todos os dias são azuis...
Eu continuei olhando o céu, como se fosse a primeira vez, talvez fosse a última... Então aprenda de uma vez por todas: o inverno da Solidão é triste e sombrio, por isso nem todos os dias são azuis...
Renovando
Assinalei minha imaginação....
Dando a ela um convite....
Renovado....
Endocei meus versos dando mais eficácia....
Passando então...
Únicos em meu nome...
Apenas eu....
Autor e editor desse texto....
Um escritor renasceu...
É algo incomum eu fazer isso...
Ao Norte de minha visão....
Transmito também em minha alma...
Um novo começo...
Vejo nas minhas escritas...
Agora....
Serão feitas com essências das flores...
Tentando buscar no que escrevo...
Tudo com grande estilo...
Quero levar minhas inspirações...
Á uma excelência....
Cada gota d'água caída...
Um nova pintura elaborada...
Sentimentos construtivos...
Um a um...
Quero uma arquitetura diferente...
Em minha insanas loucuras...
O Sol será o foco...
Vou lambuzar de tintas...
Trazendo um colorido magistrado....
Vou começar a sorrir...
Vou começar a dançar...
Olhar e sentir o gosto de tudo....
Não vou fazer com medidas...
Não vou limitar meus versos....
Quero marca...
Quero qualidade....
Sentimentos únicos...
Quero o integral....
Nada de digital...
Tudo Real....
Não quero nem carrega-los...
Quero ser levado por eles...
Asim...
Verei a veracidade....
Não quero comprimir...
Quero expandir....
Eclodir e explodir...
Respeitando minha alma..
E me renovando na escrita....
Autor:Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.
Pense antes de falar, por mais que você conheça determinada pessoa, ela ainda pode usar aquilo que você disse contra você mesmo.
"Carpe Diem! Vita Brevis!
Todo mundo sabe disso, mas vivemos a nossa vida como se ela fosse ser para sempre, cuide em ser feliz pelas coisas pequenas, meus amigos!
E que você possa quando ver o passar dos anos, cantar "O que É, O que É? de Gonzaguinha, ao invés de Epitáfio do Titãs"
A luz da manhã era da cor de um chá com muito leite. Ela se esgueirava para dentro da cama como um fantasma astuto, cruzando o tapete e subindo lentamente...
O casaco de vison emaranhado dava a ela um ar de superioridade, e seus saltos de tiras pretas estalavam uma batida arrastada no longo corredor de mármore.
Quando sua barriga estava vazia e seus filhos estavam famintos, ela arrumava o cabelo e deixava o mundo pensar o contrário.
Algumas vezes, no ano passado, ela se sentiu assim, com a mente não apenas tonta, mas quase apavorada com a infinitude do xadrez.
A beleza da tempestade
A tempestade chegou, com ela veio aprendizados, dores, tristezas, incertezas, mas principalmente evolução.
A tempestade chegou primeiro com esperança que depois que ela viesse viria o sol, mas o sol não apareceu, apareceu a frieza de um coração aquebrantado.
A tempestade chegou com um ar de limpeza, limpar tudo de mais escuro, limpar a alma que estava nas mais profundas trevas.
A tempestade chegou com a beleza que só ela tem, porque nem toda tempestade é avassaladora, porque tem tempestade que vem só para te mostrar o quanto você é forte.
Em fim ela veio, mas nem sempre para a destruição e sim para a reconstrução de algo novo belo e forte.
"Respire, lute pela vida, ela é tão pequena e tão temporária, o que há de errado em correr o risco de uma vida agitada?"
O têmpo pinta a vida
Numa aquarela encantada
Quanto mais ela é pintada
Mas a estrada é comprida
A cor é maís percebida
Quando aquarela desbota
Quanto mais Muda se nota
Que o quadro segue mudando
As cores vão se apagando
E o quadro segue a rota.
Não há pincel ou retoque
Capaz de lhe restaurar
O tempo a lhe valorar
Sua fortuna um estoque
Pra cada ação um reboque
Com muita delicadeza
O tempo é sua fraqueza
A caixa é feita de taba
Um dia tudo se acaba
Não importando a grandeza
Léo poeta
Na actual África , quando sepultamos uma avó com ela sepultamos a nossa língua materna e com ela se vão milhares de estantes de livros orais
Inocência
Nas narinas da imaginação...
Ela sente o cheiro da inocência....
O vento vai soprando e rasgando o véu...
Aflorando a inspiração...
Oh inocência perdida....
Viola açoita....
Que ecoa no sertão....
Saudoso é o nacer do dia...
Que mexe com o coração de um peão...
As cordas vão tinindo...
Com a melodia no refrão...
Objeto de pinho...
Envernizado por um chorão...
Ahoooo , trem maluco...
A gaita chia ,no alto do espigão.....
Vai vocalista da garganta afinada...
Desenrola livremente...
No dó-ré-mi....
Sou eu que vou no batente....
Não uso dedeira...
As unhas até se ferem....
Formando a canção...
Na frase ainda virgem...
Flores se desmaiam com seu odor...
Livres , leve e soltas...
Que batem no peito do poeta....
Nas manhãs tropicais...
Que atiçam o cantar dos pardais...
Tico-tico no serrado...
Voa triste e rasteiro no quintal...
Outros pássaros aparecem....
Querendo ouvir a afoita melodia...
O braço do instrumento...
Inverga mais não quebra...
Aperelho bem afinado...
Poesia ilustrada...
Sem intervalo vai gemendo...
Na mente do cantor...
O que não falta...
É um verso que sustenta....
E aqui...
Aguenta só quem pode...
Nesse verso arrumado...
Inocência misturada....
Na orquestra improvisada....
Autor:Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.
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