Se ela quer Voar a porque tem Asas

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"Amo a mulher que eu me tornei.
Só eu sei o quanto lutei por ela."
Haredita Angel
01.10.17

Um relacionamento amoroso é a aceitação incondicional de outra pessoa. Ela ajuda a alcançar seus objetivos pessoais, faz com que a gente cresça, encoraja esse crescimento. Cada um vê no outro um amigo em que se pode confiar, com quem se pode contar e de quem se pode gostar.

A família é a base de nossas vidas. Desde que nascemos, é com ela que aprendemos os valores e princípios que nos moldam.

As pessoas que compõem as nossas famílias são os nossos primeiros mestres e exemplos, aqueles responsáveis por nos colocar no caminho certo e garantir que cresçamos com educação e sabedoria.

Nossas famílias são o primeiro presente que recebemos ao chegar nesse mundo e também o mais precioso. No entanto, nem sempre sabemos cuidá-las da maneira certa. Para muitas pessoas, as famílias servem apenas para ajudar com as questões financeiras. Muitos só buscam os pais, irmãos ou filhos quando precisam de apoio, e se não recebem ajuda, simplesmente viram-lhes as costas.

Essas pessoas não enxergam o verdadeiro poder que existe nas famílias. Muito mais do que o dinheiro, o que realmente importa em uma relação familiar são os princípios e valores, as lições que aprendemos com essas pessoas diariamente, o amor incondicional que sentem por nós e que nos mantêm firmes em nossos momentos mais fracos.

Quando uma família é sustentada pelo amor, respeito e empatia, não importa qual sua situação financeira, ela nunca desampara os seus, pois é construída sobre uma base forte, feita de tudo aquilo que não desaparece com o tempo.
O dinheiro pode até ser algo importante que proporciona muitas oportunidades, mas nunca poderá ser o centro de uma família feliz e saudável. O que faz com que essas pessoas levantem todos os dias com alegria e esperança é saber que têm a sorte de contar com o amor e apoio daqueles que estão ao seu redor em todos os momentos.

As famílias bonitas não são aquelas que possuem as casas mais chiques com os móveis mais caros, nem aquelas que estão sempre viajando e ostentando o seu dinheiro, são aquelas onde a felicidade não depende de nada além delas mesmas.

As famílias mais belas são aquelas que, mesmo nos momentos de dificuldade, são capazes de sorrir e esperar por um amanhã melhor.
Nelas, as pessoas aprendem desde cedo que o mais importante na vida é aquilo que existe em seu interior, que um coração bondoso e um caráter intocado são muito mais preciosos do que uma carteira farta.

Se você tem uma família como essa, certamente cresceu uma boa pessoa, que sabe valorizar as coisas certas e guia a sua vida com sabedoria e consciência.

As famílias são indispensáveis para a nossa felicidade e completude, portanto, saiba valorizar a sua e certifique-se de que ela não se desvie do caminho certo.

Criar uma família bonita depende de todos nós.

⁠"A fé deve ser sempre o leme que o guia no barco da vida.
Ela não pode ser só o vento, pois as vezes o vento é forte demais, às vezes fraco, e às vezes nem venta. A fé não pode ser a água. Às vezes tem correnteza, as vezes não. As vezes o mar fica revolto, e destrói o barco. A fé não pode ser só tripulante. Nunca se saberá a qualidade deles.
Faça da sua fé o leme que te guiará para a direção certa, sofrendo influência da tripulação, do mar e do vento.
Mas se você tiver força para direcioná-lo corretamente, você chegará ao seu destino."

Política é como nuvem: você olha e ela está de um jeito; olha de novo e ela já mudou.

No Brasil, porém, parece que o céu político ficou permanentemente dividido entre dois extremos: de um lado, o PT; do outro, os bolsonaristas. No meio dessa tempestade de polarização, discursos radicais e uma crescente influência da extrema direita, surge um psiquiatra chamado Augusto Cury.

Será apenas coincidência?

Ou, diante de tanta confusão, o país finalmente está precisando de uma boa dose de reflexão?

Talvez não seja remédio que esteja faltando.
Talvez seja lucidez.

Viva. Ame. Recomece. Celebre.
A vida não pede licença. Ela acontece.

Talvez uma das maiores forças de uma elite não seja apenas o poder que ela possui, mas a capacidade de convencer os outros de que estão lutando pelos mesmos interesses.

No Brasil, atravessamos séculos mudando governos, regimes e discursos, mas determinadas estruturas de poder e privilégios continuam encontrando maneiras de sobreviver. O que muda são os personagens; nem sempre muda a lógica.

E existe algo ainda mais intrigante: trabalhadores e pequenos empresários, pessoas que vivem diariamente os desafios de pagar contas, manter seus negócios e conquistar uma vida melhor, muitas vezes defendem interesses que não são os seus — como se pertencessem a uma elite da qual, na realidade, estão muito distantes.

Não há nada errado em defender aquilo em que se acredita. O perigo começa quando deixamos de perguntar quem realmente se beneficia das ideias que defendemos.

Porque discurso não paga salário.
Discurso não sustenta uma pequena empresa.
Discurso não coloca comida na mesa.

É preciso olhar além das bandeiras, dos partidos e dos discursos inflamados. Perguntar quem ganha, quem perde e quais privilégios permanecem intocados.

Talvez a maior armadilha seja esta: fazer o cidadão comum acreditar que está defendendo o seu próprio futuro, quando, na verdade, está apenas ajudando a preservar o passado de quem sempre teve poder.

⁠Quando uma mulher se encontra com a motivação da exposição da sua curva mais bonita, o sorriso, ela se torna tão poderosa que pode se insinuar para as câmeras ou para o espelho, com a certeza de revelar ou refletir a tradução da beleza.

Que a nossa criança interior não pode morrer, é um fato — que ela não pode matar a criança dos outros — é outro.

⁠Os que só veem a Felicidade nas Grandes Conquistas, ainda não tomaram Vento na Cara com ela no Carona.

Que a nossa criança interior não pode morrer, é um fato — que ela não pode matar a criança dos outros — é outro.


Dentro de cada um de nós, habita — ou deveria habitar — uma criança: curiosa, brincalhona, sensível, carente de encantamentos…


É ela quem nos distrai da seriedade cobrada pela vida adulta, nos impedindo de empedernir por completo, e quem nos faz rir de bobagens, sonhar alto e acreditar em recomeços.


Mas há um perigo deveras sutil, quando transformamos essa criança em centro absoluto do mundo: ela deixa de ser símbolo de pureza e se torna instrumento do ego.


Há adultos que justificam suas imaturidades em nome da autenticidade — como se sinceridade fosse salvo-conduto para a falta de empatia.


E assim, ao defender sua própria “criança interior” a qualquer preço, acabam ferindo a dos outros com ironias, indiferença ou desprezo.


A verdadeira maturidade não está em silenciar nossa criança, mas em educá-la.


Ensiná-la que o mundo não gira apenas em torno dos seus desejos, que brincar não é o mesmo que zombar, e que crescer é aprender a reconhecer o outro como extensão da própria humanidade.


A criança interior merece e deve viver — mas sob a tutela do adulto que devemos aprender a ser.


A criança que — graças a Deus — ainda vive em mim, saúda a criança que vive em ti!


Feliz Dia das Crianças, do mundo inteiro e da que vive dentro de você!

⁠À luz da Democracia, sejam exemplarmente punidos, todos e quaisquer que tentarem contra ela, mas nunca com os métodos deles.


Que lhes sejam respeitados especialmente os direitos amplamente confundidos — por descuido, maldade ou capricho — com merecimento por Classe Social ou Bom Comportamento: os Direitos Humanos.


Que o Estado não desça ao nível dos que querem destruí-lo, leiloá-lo ou dominá-lo!

Sempre que mulheres feminilizam pejorativamente um homem, mais monstruoso o machismo se torna, e elas nem percebem.


Há, nessa contradição silenciosa, uma das faces mais complexas e difíceis de enfrentar dentro das estruturas sociais: o machismo não é apenas um comportamento externo, imposto de maneira evidente por figuras tradicionalmente associadas ao poder, mas também um padrão internalizado, reproduzido muitas vezes — consciente ou inconscientemente — por aqueles que, em teoria, deveriam combatê-lo.


Quando características associadas ao feminino são utilizadas como insulto — seja para diminuir, ridicularizar ou desqualificar um homem — o que está sendo reafirmado, no fundo, é a velha hierarquia que coloca o feminino como inferior.


Não se trata apenas de um ataque ao homem em questão, mas de uma reafirmação simbólica de que tudo aquilo que se aproxima do feminino é digno de desprezo.


E, nesse gesto aparentemente banal, perpetua-se a lógica que o próprio feminismo busca desconstruir.


O mais inquietante é que esse tipo de comportamento muito raramente é percebido como problemático.


Ele se esconde no cotidiano, nas piadas, nas expressões corriqueiras, nos comentários feitos sem reflexão.


E justamente por isso se torna tão poderoso: porque não encontra resistência.


Ao contrário, encontra eco, risos, validação — e assim se fortalece.


Combater o machismo, portanto, exige mais do que identificar seus agentes mais evidentes.


Exige um exercício constante de autocrítica, de revisão de linguagem, de questionamento de hábitos profundamente enraizados.


Exige reconhecer que ninguém está completamente fora dessa estrutura, e que todos, em maior ou menor grau, podem reproduzi-la.


Não se trata de apontar culpados, mas de ampliar a consciência.


De entender que a transformação social passa, inevitavelmente, pela transformação individual.


E que desconstruir o machismo estrutural não é apenas enfrentar o outro — é também confrontar a si mesmo, nas pequenas atitudes, nas palavras escolhidas, nas ideias que repetimos sem perceber.


Porque, no fim, o machismo não se sustenta apenas pela força de quem o impõe, mas também pela repetição de quem, mesmo sem intenção, continua a alimentá-lo.


⁠

⁠A
Mentira repetida
só vira Verdade
para os apaixonados por ela.


Existe um tipo de cegueira que não nasce da ignorância, mas do desejo.


As pessoas não acreditam em certas mentiras porque elas são convincentes; acreditam porque elas confortam, alimentam ressentimentos, validam medos ou preservam interesses.


A repetição, nesse caso, não cria a verdade — apenas anestesia o senso crítico de quem já queria acreditar.


A descoberta da verdade costuma ser desconfortável.


Ela exige revisão de postura, humildade para admitir erros, coragem para abandonar narrativas convenientes.


A mentira, ao contrário, oferece abrigo emocional.


Ela simplifica o mundo, cria vilões fáceis, heróis perfeitos e respostas prontas para questões complexas.


Por isso, encontra terreno fértil nos apaixonados: aqueles que trocam reflexão por torcida.


O problema é que toda mentira sustentada coletivamente cobra um preço alto demais.


Primeiro, destrói o diálogo, porque quem questiona passa a ser tratado como inimigo.


Depois, corrói a realidade, até que fatos percam valor diante da narrativa mais repetida.


E, por fim, destrói a própria capacidade de discernimento de quem a retroalimenta, porque viver preso àquilo que se deseja ouvir é abrir mão da liberdade de pensar por conta própria.


Há uma diferença profunda entre convicção e fanatismo.


A convicção aceita confronto, suporta dúvidas e amadurece diante da verdade.


O fanatismo precisa sufocar perguntas, ridicularizar divergências e repetir slogans como mantras.


Quem ama a verdade procura evidências; quem ama a própria versão dos fatos procura plateia.


No fim, a mentira não se torna verdade.


Acreditar nisso é, sem dúvida, acreditar na maior das mentiras.


Ela apenas reúne devotos dispostos a defendê-la até que a realidade, inevitavelmente, cobre a conta.

Que a nossa Criança Interior não pode morrer — é um fato; que ela não pode matar a Criança dos outros — é outro.

Há uma certa beleza em conservar dentro de nós a capacidade de brincar, sonhar, acreditar, rir de coisas simples e se encantar com o que a vida, aos poucos, vai tornando comum.

Crescer não deveria significar abandonar completamente a criança que fomos.

Talvez amadurecer seja justamente aprender a carregá-la pela mão.

Mas existe uma diferença entre preservar a nossa criança interior e permitir que ela governe todas as nossas escolhas.

Porque a criança que existe em nós também pode ser ferida, carente, impulsiva, possessiva…

Pode querer tudo para si, não saber ouvir um “não”, confundir desejo com direito e liberdade com ausência de limites.

E, quando deixamos que essas feridas conduzam nossas atitudes, corremos o risco de transformar nossas dores em feridas para os outros.

É aí que a reflexão do Dia das Crianças ganha um sentido ainda maior.

Não basta dizer que amamos crianças.

É preciso perguntar que mundo estamos construindo para elas.

Que palavras estamos ensinando?

Que exemplos estamos oferecendo?

Que tipo de adulto estamos sendo diante de seus olhos?

Uma criança aprende muito mais com aquilo que presencia do que com aquilo que lhe ordenamos ou ensinamos.

Ela aprende quando vê um adulto pedir desculpas.

Aprende quando percebe que uma diferença não precisa virar desprezo.

Aprende quando testemunha respeito, generosidade, honestidade e limites.

Mas também aprende quando vê humilhação, intolerância, mentira, violência e pessoas usando sua própria dor como justificativa para ferir alguém.

Por isso, talvez preservar a criança interior seja também assumir a responsabilidade pelo adulto que nos tornamos.

Que nunca percamos a capacidade de brincar, mas que aprendamos a não brincar com os sentimentos alheios.

Que continuemos sonhando, sem destruir os sonhos de ninguém.

Que tenhamos coragem de defender nossa criança interior, sem transformar nossas frustrações em condenação das crianças que estão chegando.

Porque cada criança que nasce traz consigo uma possibilidade: a de que o mundo seja um pouco diferente amanhã.

E talvez nossa maior obrigação não seja apenas impedir que a criança dentro de nós morra, mas impedir que ela se torne tão ferida, tão egoísta ou tão amarga que passe a matar, nos outros, aquilo que um dia também tivemos: a esperança.

Feliz Dia das Crianças — às que ainda brincam, às que já cresceram e, principalmente, aos adultos que não se esqueceram de que toda criança merece encontrar um mundo um pouco mais gentil do que aquele que encontramos.

1570
"Ainda por falar em 'Década de 1970' foi com ela e nela que vivi e fui testemunha ocular e auditiva de dois fenômenos... Uma Grande Alegria e uma Desgraça, respectivamente a Conquista do Tricampeonato de Futebol, pelo Brasil (com aquela Seleção irreparável) e o anuncio de que 'O Sonho Tinha Acabado' , pela voz do John. Alegria e Tristeza, respectivamente!"

0584 📜 "Aquela Minha Cunhada veio dizer que, para salvar o casamento dela, só mesmo ela casando comigo. Puxa, é bom ser lembrado, apesar do inusitado!"

0500 "Ela não sabe se foi o xampu com jojoba ou o com aloe vera. Se foi aquele outro com babosa ou o com lanolina."


"Pode ter sido o com lavanda, o que leva óleo de abacate ou de nozes ou de amêndoas ou de babaçu ou de açaí ou de buriti."


"Ela imagina, também, que pode ter sido o xampu com mel ou o com aveia ou o com leite ou, quem sabe, aquele com maracujá ou o com morango ou o novíssimo, que tem lágrimas de borboleta na composição."


"O que ela sabe é que o cabelo dela está horrível."


🤔

0526 "Entre as perguntas a evitar está esta: 'Por que ela engravidou?' Ora, por que mulheres engravidam? Que coisa!"

0538 "Percebo que alguns inventaram mais uma: é a tal da 'sensação térmica'. Ela assumiu a temperatura pura e fiel, medida pelos termômetros. Percebo também que há adesões, Oh, Raios!"