Se ela quer Voar a porque tem Asas
[19/3 14:12] Alinny de Mello: Eu tinha uma amiga que sempre ia lá, ele começou a tratar ela com desrespeito
[19/3 14:12] Alinny de Mello: Nunca mais ela foi
[19/3 14:13] Alinny de Mello: As meninas da rua, me dizia que ele era maníaco, que ficava dando em cima delas
[19/3 14:13] Alinny de Mello: Todas adolescentes
[19/3 14:13] Alinny de Mello: E pré adolescentes
[19/3 14:13] Alinny de Mello: Eu ficava morrendo de vergonha disso
[19/3 14:14] Alinny de Mello: Elas se afastavam de mim, por causa dele
Minha tia já estava me esperando. Eu fui para a casa dela, passei 3 meses com ela, depois fui morar com a minha avó paterna.
Com ela, passei 2 anos.
Depois, no último mês! Eu tive que sair da casa dela, porque meu tio era um drogado e violento, então saí, porque ele começou a ameaçar meu namorado, hoje, meu marido.
Então, fui pedir abrigo na casa de uma cunhada da minha avó, ela disse "tú pode ficar, mas não quero nem saber de macho aqui na minha porta".
Eu tinha 19 anos, e esse macho que ela falava estava me esperando e ouvia tudo. A gente tinha marcado o casamento, faltava um mês.
Era só disso, que eu precisava.
Mas, ela fechou a porta para mim.
Eu tinha umas amigas que já não estavam tão próximas de mim, mas foi a minha única solução.
Pedir para a mãe delas, para eu ficar lá por 1 mês!! Até casar.
Foi o que aconteceu.
Fiquei 1 mês!!
Trabalhando, feliz, sendo cuidada por aquelas pessoas, e no dia do casamento, me levaram de carro e ainda participaram comigo.
Recebemos 1 almoço surpresa.
Foi o melhor período da minha vida!!
Continua...
A Bíblia não se oferece como um livro morto. Ela se comporta como um organismo simbólico. Suas histórias parecem simples à primeira vista, mas operam em camadas. Narrativas de pastores, reis, guerras, quedas, promessas, traições e redenções. Mas por trás da superfície histórica existe uma arquitetura psicológica e espiritual que continua se repetindo dentro de você e dentro de mim. Porque o jogo humano não mudou tanto quanto você gosta de imaginar. Mudaram as roupas, as ferramentas, os nomes. A estrutura interna permanece.
Quando você lê sobre o deserto, você não está lendo apenas sobre areia e calor. Você está lendo sobre períodos de escassez interna, sobre travessias sem garantias, sobre caminhar sem saber exatamente onde vai chegar. Quando você lê sobre o dilúvio, não é apenas água. É excesso. É saturação. É o colapso de um sistema interno que não se sustenta mais. Quando você lê sobre a cruz, não é só dor física. É confronto com limites, com escolhas irreversíveis, com o custo real de sustentar uma verdade até o fim.
E é aqui que o enigma começa a se aprofundar. Duas pessoas leem o mesmo trecho. Uma sente consolo. A outra sente confronto. Uma encontra esperança. A outra encontra acusação. Isso não acontece porque o texto é confuso no sentido vulgar da palavra. Acontece porque o texto funciona como um campo simbólico que ativa conteúdos internos diferentes em cada leitor e leitora. Ele não entrega respostas prontas. Ele provoca perguntas certas. E perguntas certas quase sempre incomodam mais do que respostas fáceis.
O erro comum é tratar a Bíblia como um livro que fala apenas sobre Deus. Ela fala também sobre você. Sobre seus mecanismos internos. Sobre seus padrões de fuga, de orgulho, de medo, de negação. Os personagens não são apenas figuras históricas. Eles são arquétipos psicológicos. O traidor vive em você. O justo vive em você. O covarde vive em você. O fiel vive em você. E o conflito entre eles é diário.
Quando alguém afirma que sua interpretação é a única correta, essa pessoa revela mais sobre sua necessidade de controle do que sobre o texto em si. A Bíblia não se submete ao ego humano. Ela o atravessa. Ela o expõe. Ela o relativiza. Não existe leitura neutra. Toda leitura passa pelo filtro da história pessoal, das feridas, das crenças, das defesas. Por isso, duas consciências diante do mesmo versículo jamais estarão no mesmo ponto.
Isso não significa que tudo é relativo ao ponto de não haver verdade. Significa que a verdade é grande demais para ser capturada de uma vez só. Você acessa fragmentos conforme sua capacidade de sustentar aquilo que vê. O arquiteto do universo não errou ao fazer assim. A perfeição não está na rigidez. Está na adaptabilidade simbólica. Um texto que ainda conversa com você milhares de anos depois não sobreviveu por acaso.
Sobre ela me chamar de “pseudoblogueira” não foi uma crítica. Foi uma tentativa mal disfarçada de diminuir algo que já estava grande demais pra caber na visão limitada dela.
Não diz nada sobre mim. Diz sobre o incômodo dela ao ver alguém que ela achava inferior ocupando um espaço que ela talvez nunca teve coragem de tentar.
Hoje sonhei com uma mulher negra e uma criança. Eu estava na África. Ela era artesã, e eu a chamava para vir para Barra do Corda, porque lá ela não tinha como vender nada, mesmo tendo muito talento.
Depois, sonhei com a vizinha daqui organizando um grande churrasco. Ela colocava convites do tamanho de duas folhas A4, pendurados em um cordão com prendedores de roupa. Estavam muito altos, praticamente na altura do céu.
Em seguida, sonhei com uma mulher árabe se escondendo de muçulmanos. Não entendi bem, já que era a mesma religião, mas ela tinha medo de que descobrissem que também era muçulmana. Eu a escondia.
Depois, sonhei com um homem que foi amarrado dentro de um carro e jogado em uma gruta cheia de outros carros, todos luxuosos.
No final, eu queria salvá-lo. Mas, de repente, eu era ele, tentando retirar as fibras que prendiam meu pé. Acabei me escondendo de uma pessoa que fazia parte de uma família muçulmana… e então acordei, kkkkk.
A humanidade não é apenas aquilo que vemos de pior. Ela também é aquilo que escolhemos alimentar dentro de nós todos os dias.
A morte determina que a vida é finita. Mas ela não determina o que faremos com o tempo que existe entre o agora e ela.
A ciência, até hoje, consegue estudar a consciência enquanto existe atividade cerebral. Ela consegue observar relações entre estados cerebrais e percepção, memória, sonhos, emoções e experiências subjetivas. Mas a pergunta fundamental permanece aberta: a consciência é produzida pelo cérebro ou o cérebro é, de alguma maneira, um instrumento através do qual a consciência se manifesta?
Não temos uma resposta definitiva.
A crença religiosa de uma pessoa é fortemente influenciada pelo ambiente em que ela nasce.
E essa constatação é filosoficamente desconfortável.
Porque, se alguém acredita que recebeu a única verdade absoluta simplesmente porque nasceu dentro daquela tradição, deveria fazer uma pergunta bastante incômoda:
“Se eu tivesse nascido do outro lado do planeta, dentro de outra família, eu estaria igualmente convencida de que a religião que considero verdadeira hoje é verdadeira?”
Talvez sim.
Talvez não.
E nós simplesmente não temos como fazer esse experimento com a própria vida.
Ela sabe que errou, por isso está correndo atrás agora. Não caia na armadilha de se sentir culpada por não perdoar "tão rápido". Você não precisa dizer "tudo bem" para ser uma pessoa boa. Às vezes, a melhor resposta é: "Eu ouvi você. Agora, respeite meu tempo de me sentir melhor disso."
Você não é má por não querer fingir. Você é honesta consigo mesma. E isso é lindo.
Fica bem. Você fez o seu melhor. O resto é com ela. 🤍🕊️
De; MIM PARA: EU
O consolo não prova a verdade de uma crença, assim como o desconforto que ela provoca não prova sua falsidade.
A mortalidade limita a duração da existência, mas não determina a profundidade que ela pode alcançar.
A razão não exige que a imaginação seja silenciada; exige que ela não se apresente como testemunha daquilo que nunca demonstrou.
A mente do ser humano e a única coisa que pode te matar , e ter o poder sobre ela é o controle de tudo.
Queria encontrar alguém para amar
Na verdade, encontrei.
Queria que ela me amasse.
Talvez, não seja amável.
Corro em busca de uma história,
mas permaneço preso à minha solidão.
Procuro alguém que me faça companhia,
mas há vazios que nem a presença é capaz de preencher.
Amo te desejar.
Amo sonhar contigo.
Detesto não te ter.
Detesto não ser seu.
Vi uma mente que descrevia a consciência como uma patologia, uma dor incurável. Ela falava com a beleza de um entorpecente e a precisão de um cirurgião. Mas enquanto o mundo se viciava no seu ópio, eu reconheci nela o antídoto: a consciência só é uma doença para quem não sabe o que fazer com a verdade. Para mim, ela é o solo onde o 'além do homem' começa a caminhar.
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