Se ela quer Voar a porque tem Asas

Cerca de 250558 frases e pensamentos: Se ela quer Voar a porque tem Asas

A primavera nos ensina que nada é definitivo, mas tudo tem seu tempo. Ela chega com cores, perfumes e vida renovada, provando que a natureza sabe recomeçar: o que parecia morto sob o inverno desperta outra vez, forte e bonito.

E quando pensamos também na morte, não é para ver o fim como apenas uma ruptura triste, mas como a outra parte da mesma lei da existência. Assim como as flores desabrocham e depois murcham, caem e se transformam em adubo para nova vida, a nossa passagem faz parte desse ciclo eterno.

Não há primavera sem ter havido semente entregue à terra. Não há renascimento sem que algo antes se complete. A beleza da estação nova não nega a morte, ela nos mostra que a finitude não é fracasso: é o preço da própria beleza, da intensidade de viver e de amar.

Viver com consciência disso é ganhar sabedoria: aproveitamos melhor cada dia, cada encontro, cada momento de luz, sabendo que tudo é passageiro e, por isso mesmo, se torna mais precioso. A primavera nos lembra: enquanto houver vida, há renovação; e quando chegar a hora da partida, seremos também parte do caminho que segue adiante.

Há um tipo de solidão que não tem barulho que distraia.
Ela aparece no meio da multidão, quando tudo está cheio por fora e vazio por dentro. Quando há vozes, notificações, compromissos, rostos... mas nenhum lugar onde a alma realmente repousa.
E é ai que o coração começa a lembrar.
Lembrar de um tempo em que a vida não precisava ser provada o tempo inteiro. Em que havia simplicidade na fé, descanso na entrega, e uma paz que não dependia de performance, nem de aprovação.
Uma paz que vinha de estar em Yeshua não como ideia distante, mas como presença viva que acolhe até o que você não sabe explicar:
Porque a solidão mais profunda não é estar sozinho.
É estar desconectado do que te sustenta por dentro.
O aos poucos o orgulho vai tentando convencer que dá pra seguir assim mesmo. Que não precisa voltar. Que já passou. Que tanto faz.
Mas o ego, por mais alto que fale, nunca consegue curar o vazio-que ele mesmo ajudou a criar.
Há um chamado mais baixo que o orgulho. Mais suave que a culpa.
Mais firme que a confusão.
um chamado que não força convida.
Não acusa restaura. Não expõe cobre com paz.
Voltar não é sobre se diminuir. E sobre se alinhar.
É reconhecer que existe um lugar de descanso onde o peso não precisa ser carregado sozinho. Onde o coração não precisa performar força o tempo inteiro. Onde você pode simplesmente ser sem máscara, sem defesa, sem guerra interna.
Yeshua não chama pelo seu desempenho. Ele chama pelo seu nome quando ninguém mais conseque te alcançar por dentro.
E talvez o primeiro passo não seja grandioso. Talvez seja simples como parar de fugir de si mesmo. Respirar com honestidade.
Admitir o cansaco. Permitir-se voltar ao básico da alma humildade.
Porque a humildade não é se diminuir. É se posicionar no lugar certo da vida.
E nesse lugar, o orgulho perde peso. O ego perde voz. E a paz volta a ter espaço.
Voltar é isso-quebrar a ilusão de que você precisa se bastar sozinho.
E descansar outra vez na verdade de que existe um amor que não se afasta quando você se perde-ele te espera até você lembrar de onde veio a sua paz.
E existe algo que o orgulho tenta esconder, mas que a verdade insiste em revelar com delicadeza - você não é o único que erra.
Todos erram. Todos falham. Todos, em algum momento, se perdem de si mesmos, dizem o que não queriam, se afastam do que sabiam ser certo, se confundem no caminho, se cansam da própria tentativa de acertar.
A humanidade não é feita de perfeitos é feita de pessoas em processo.
E por isso a graça existe.
Em Veshua, isso não é teoria bonita, é fundamento vivo não é sobre nunca falhar, é sobre não ser definido pela falha. É sobre entender que o erro não tem a palavra final sobre quem você é. Existe perdão. Existe recomeço. Existe restauração. o talvez o passo mais dificil não seja pedir perdão aos outros mas permitur-se receber o perdão que já foi oferecido e estendê-lo a si mesmo.
Você está perdoado.
Não como uma ideia distante. Mas como uma verdade que pode ser acolhida agora, se você parar de lutar contra si mesmo por tempo suficiente para ouvir.
Liberar perdão para si mesmo é quebrar correntes invisíveis. E parar de carregar um peso que não foi feito para ser permanente. E sair do ciclo onde você se acusa por dentro-enquanto tenta seguir por fora.

"Sua mãe tem raiva da raiva do seu pai por ela, portanto, você odeia o seu pai pela raiva dele por sua mãe, mas, ao odiá-lo pela raiva, você estará odiando a si mesmo, por praticar a raiva que tanto odeia"

Mãe é amor universal!
Ela é única.
Nem sempre biológica,
amor tem rostos, os traços
podem ser diferentes,
exceto o que sentem.
#bysissym

Protesto!
Vejo esta pedra.
Ela tem mil anos,
um milhão de anos,
um bilhão de anos.
Sei lá, só sei
que ela existe
muito antes de
eu nascer
e vai continuar
existindo depois
de eu morrer.

Essa pedra não vale nada,
não posso trocar por nada.
Vale menos que o ouro,
vale menos que a prata,
vale menos que 1 centavo.

A vida é o que tem mais
valor no universo.
A vida humana é a que
tem maior valor no universo;
aliás, está além de qualquer
preço e vale mais que todo
ouro, prata e qualquer
dinheiros juntos.

Não entendo,
eu protesto.
Sei lá, pra vida,
pro universo,
Deus, sei lá...

Por que uma pedra
existe toda essa
eternidade nessa
vida e eu e quem
eu amo só dura
uma migalhinha
de tempo nessa existência?

O peso da comparação

A comparação tem um jeito curioso de roubar a paz.
Ela faz você olhar para a felicidade dos outros e esquecer o caminho que percorreu para chegar até aqui.
Cada pessoa enfrenta batalhas que nem sempre aparecem nas fotografias, nas conquistas ou nos sorrisos.
Quem vive comparando capítulos diferentes acaba acreditando que a própria história nunca é suficiente.

Talvez a única comparação que realmente faça sentido seja entre quem você era e quem está se tornando.

Pepita de Oliveira

O QUE NÃO MORRE

Eis o que não morre
Pois tem suas garras cravadas na garganta do tempo
Ela está entre a humanidade desde o início dos tempos...
Fera que ronda a terra
Louca besta devoradora
O mundo teme suas garras afiadas
Rasgando ventres vazios,
Infernal sempre é sua presença
Arrastando quem há tanto tempo não come,
No prato vazio revela seu nome
O maldito nome é: Fome... Maldita fome
Fome.

A Borboleta Azul

Ela tem tantos poemas…
Que eu nunca imaginei.
Muitos já a viram…
Não fui só eu.

Li vários significados,
não sei se todos são verdade.
Alguns, eu gostaria que fossem…
Outros, talvez.

O que eu sei é que
foi uma sensação maravilhosa —
algo mágico.

E não sei se mereço
o direito de presenciar
um milagre assim.

E isso me assusta.
Penso: “Quem sou eu
para viver todo esse encanto?”
Um pequeno grão de areia…

E, incrivelmente, é real.
E nesse momento de reflexão,
compaixão e humildade…
ela pousa em mim.

Meu coração se renova
e se enche de uma alegria inexplicável.

Me sinto completa.
Me sinto num mundo de fantasia,
de faz de conta.

Ela levanta voo,
dança feliz…
E em nenhum momento
pensei em detê-la.

Porque a maravilha
é a vida,
e está em ser livre.

Penso que talvez
seja um sonho
do qual eu nunca quero acordar.

Não vi só beleza…
vi magia.
Abaixo a cabeça novamente
e, humildemente, agradeço.

Obrigada, Borboleta Azul.
Obrigada, meu Deus.

"Quando a luz é constante, todo o resto tem de se curvar". Ela independe do corpo, do meio, das contingências e eventualidades. A luz é alma!
Reflexão/ profeta

Os sonhos não têm pressa, eles tem tempo.
O mar nunca apressa uma onda, ainda assim, ela sempre chega à praia.
Angela Monteiro

Até uma panela de pressão precisa eliminar o vapor, senão ela explode.
O ser humano tem que entender que assim como a panela de pressão devemos sempre gerenciar nossa mente, eliminando os resíduos de pensamentos traumáticos, causados pelas mazelas psíquicas para que elas não venham afetar nossa saúde, se transformando em doenças psicossomática.

A prática tem um defeito: ela desmente qualquer personagem.

Sintonia cega




Ela me tem, mas não pode ter,


Eu a quero mas não posso sonhar,


Uma presa dentro de um castelo,


Um guerreiro sem armaduras,


Destinos invisíveis, com rédeas curtas.

A escuridão não tem o poder de apagar a sua luz, ela apenas te ensina a acendê-la por conta própria, com muito mais intensidade.

A saudade tem cheiro, tem peso, tem pulso, ela me abraça quando menos espero, e me faz lembrar que sentir é humano, só não deixo que ela me afogue, eu respiro fundo e sigo carregando memórias.

A alma tem caminhos que nenhum mapa traduz. Ela se curva, se esconde, se revela apenas a quem tem coragem de vê-la sem filtros. E quando finalmente se mostra, não apresenta beleza, apresenta verdade. E a verdade, essa sim, cura e fere ao mesmo tempo.

Minha raiva tem o tempero das pequenas humilhações: sal e silêncio. Ela cresce na cozinha, no caminho do trabalho, na janela onde ninguém olha. Quando explode, não pede licença, derruba vasos, palavras, hábitos, e depois deixa um rastro de verdade crua que, estranhamente, cura.

A paz que busco não tem vagar, é pedacinho em cada ato. Ela aparece quando lavo a louça sem pressa. Quando atendo uma ligação com atenção plena. Pequenos rituais que somados viram habitação. E a casa interior se mantém menos vulnerável.

A noite guarda segredos que o dia não entende. Ela tem diplomacia de quem aceita contradições. Sento-me à sua mesa e aceito seu cardápio. Alguns pratos são amargos, outros, surpreendentemente doces. E eu como tudo com fome de entender.

A saudade não chega devagar,
ela atravessa a porta como quem tem direito. Não traz esperança, não oferece consolo, só deixa o impacto seco de quem já perdeu. É memória sem afeto, é amor sobrevivendo em forma de dor.