Se Deus é por nós quem será contra
"Ao ser humano não foi concedido o poder de saber o futuro. Apenas Deus o conhece, e isso não deixa de ser uma benção para nós!"
(Fabi Braga, 25/11/2024)
porque temos tanto medo do amanhã
se Deus já está lá? Ele sempre vai adiante de nós,
todos os amanhãs da nossa vida tem que passar por Ele,
antes de chegar até nós.
A vida de um homem não se mede pelos seus resultados medianos ;mas sim pelo extraordinário de Deus nos seus resultados!
Nós somos o nosso lobo. Domar esse lobo em busca do nosso Deus interior é nos tornarmos elevados ao ponto que esse lobo deixe de ser lobo e se torne um cordeiro, de acordo, a exemplo e sob os auspícios maravilhosos do Santo Cordeiro de Deus, Jesus, então, quando nos virmos cordeiros, teremos em nós seus estigmas, e nada, nenhum sofrimento, dor ou tentação, nos afastará da sua luz, pois seremos luz assim como Ele.
A subserviência é fluxo sanguíneo!
Nos devotamos ao estado, a Deus e deuses, ao cônjuge, as hierarquias.
Deletamos nossos quereres, em prol de algo imaginário e futurista.
E nenhuma dessas formas de vida acima nos recompensam.
Somos por essência CONFORMADOS !
Somos servidores do rito.
E quando imaginamos está acordado percebemos a velhice, que nos tornou por concordância pessoal em idosos inválidos.
... e iludidos morremos!
Precisamos de um encontro a três (nós, o nosso eu e Deus), para assumirmos o que realmente nós somos... sem superficialidades!
O Senhor Deus, ama, ouve. socorre. E também fica muito bravo... E aplica a disciplina, para cada um de nós, segundo a obra das nossas mãos!
Quem somos ? Seres humanos em uma grande comunidade chamada, Planeta Terra, o Criador DEUS já nos deu a receita perfeita para que tudo de certo e para que possamos sobreviver, “Amai ao Teu próximo como a si mesmo" o bem do outro é o nosso bem para que alcancemos o nosso bem maior escaparmos da morte e vivermos para sempre em Cristo Jesus nosso SENHOR!
Ninguém jamais viu a Deus. Se nos amarmos mutuamente, Deus permanece em nós e o seu amor em nós é perfeito.
(I São João 4, 12)
