Saudades Momentos

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Ainda não inventaram um jeito certo
de sorrir nos momentos de tristeza
Também não é fácil espantar a vontade
de estar perto, quando a gente gosta
Mas que a vida as insiste em pôr distante
Um dia a gente entende que o melhor
É tentar e tentar e tentar ...
tentar até aprender ...a deixar ir
Pois aquele que quiser permanecer
Ainda que distante , tem saudade no peito
E dá um jeito de mandar aviso
a pedir pra não ser esquecida
Pois não existe um jeito
de viver a vida sem sorrir tristeza
Mas viver de tristeza é arremedo de vida
Pois felicidade é coisa sempre dividida
Ser triste em segredo a gente não precisa
Apenas viver é preciso.

Edson Ricardo Paiva.

Cuidado


São nos melhores momentos que cometemos os piores erros.

A construção de um amor eterno inicia-se por viveres vários momentos inesquecíveis!

Seja gentil e cuidadoso com as pessoas
que lhe apoiam nos piores momentos!
Uma mensagem... uma ligação... uma visita... um incentivo...
Um único gesto, faz toda a diferença!

Quando a Vida Nos Vira do Avesso


Há momentos em nossa jornada em que as estruturas balançam com tanta força que temos a nítida sensação de que a vida nos virou do avesso. São aqueles dias cinzentos em que o coração aperta, os caminhos parecem fechados e a mente sussurra que não seremos capazes de continuar. O que a nossa dor momentânea não nos deixa enxergar é que, muitas vezes, o avesso é apenas a forma que o plano espiritual encontra para colocar as coisas no lugar certo. A tempestade assusta, mas ela limpa o horizonte. Quando tudo parecer desabar, silencie e confie. A força que habita em você é muito maior do que qualquer vento contrário. Você vai resistir, você vai caminhar e, quando menos esperar, perceberá que conseguiu atravessar.

“O amor não existe”


Pode se perder a companhia, mas não esquecer os momentos.
Pode se perder as alegrias, mas não esquecer o sorriso,
Pode se perder o cheiro, mas jamais esquecer a essência.
Pode se esquecer os tapas mas jamais as lágrimas...
Perde-se o toque, mas não o arrepio ao ser lembrado.
Pode se passar um vendaval, mas não da para se esquecer da tempestade, e no final da chuva ainda temos um bom motivo para comemorar. Afinal, passou... Estamos vivos!
Pode se perder o olhar, mas no meio de uma imensidão em algumas situações você daria uma parte sua para cruzar novamente com aquele que te enxerga a alma.
Pode se estar repleto de pessoas das mais belas as mais interessantes possíveis, em algum momento, apenas uma, vai te fazer sorrir e nem presente estará.
Pode se sentir a felicidade plena em tudo que fizer, mas o vazio, ah o vazio, uma hora ele vai te visitar em suas noites frias de sonhos quentes. Em seus sonhos frios de suas noites quentes.
Então você pode, quem sabe... Lembrar... Que não importa por quantas camas se deite, por quantas bocas beijar, não importa quantas vezes se sinta amado, abraçado, não importa as brigas do passado, pois a distancia sempre te fará pensar, no que poderia ter mudado, ou poderia ter acertado, não importa! - Já não faz diferença, a diferença em “se estar melhor”. O tempo passou... E o verdadeiro existe...? – Amor!
Os seus mortos estarão enterrados dentro de você. E então você se dará conta que o amor eterno, não existe!
Mas se dará conta também, que o amor nunca vai deixar de ser amor. E mesmo que seus olhos nunca mais se cruzem com os olhos daquele que te fez “parar de respirar” você entenderá, isso não acontecerá com frequência, talvez nunca mais... Ou “talvez” seja a resposta... “talvez”.
Perceberemos enfim, que o amor nunca acaba. As pessoas sim, elas de uma hora para outra deixam de existir. Mas a dadiva de ter-se perdido, ter-se ferido e enlouquecido. Tornou-te um ser vivido.
Se algumas destas citações acima, não existirem... Sim, fica em prova que o amor verdadeiro não existe!

QUANDO A PORTA SE ABRE PARA A ESPERANÇA.
Há momentos na existência humana em que o espírito sente-se cercado por sombras interiores. As perdas, as frustrações e os silêncios da vida parecem fechar todas as portas da esperança. Contudo, no ensino luminoso de Jesus, encontramos uma das promessas espirituais mais profundas já pronunciadas.
No Evangelho segundo Evangelho de Mateus capítulo 7 versículo 7 lê-se.
"Pedi e dar-se-vos-á. Buscai e achareis. Batei e abrir-se-vos-á."
Essa tríplice exortação possui um sentido progressivo e profundamente pedagógico. Não se trata de mera fórmula devocional, mas de um método espiritual. Primeiro o ser humano pede reconhecendo sua necessidade e sua humildade diante da Providência. Depois busca, o que implica movimento interior, reflexão e transformação moral. Por fim bate à porta, gesto que simboliza perseverança ativa na fé.
O mesmo ensino reaparece no Evangelho segundo Evangelho de Lucas capítulo 11 versículo 9 reafirmando que a espiritualidade não se constrói pela passividade, mas pela confiança persistente no amparo divino.
A tradição cristã sempre interpretou esse ensinamento como uma lei espiritual de reciprocidade entre o esforço humano e a misericórdia divina. Aquele que busca com sinceridade acaba por encontrar caminhos que antes pareciam invisíveis. Quem bate com perseverança vê portas abrirem-se onde antes havia apenas silêncio.
Assim, quando o coração imagina que tudo está perdido, a mensagem do Evangelho recorda que nenhuma noite espiritual é absoluta. Há sempre uma porta invisível esperando o gesto da fé.
Porque o espírito que continua a bater, mesmo em meio à escuridão, já iniciou o caminho pelo qual a esperança inevitavelmente retorna.

A GRAVIDADE DO SILÊNCIO INTERIOR.
Existem momentos em que a vida se recolhe em um estado quase espectral, como se tudo ao redor perdesse a densidade e restasse apenas o peso da própria consciência. Não é o mundo que se torna vazio, mas o olhar que, fatigado, já não encontra repouso nas superfícies. É nesse território silencioso que se revelam as mais profundas batalhas, aquelas que não se travam contra circunstâncias externas, mas contra a própria erosão do sentido.
A existência impõe ao espírito uma travessia que não se anuncia com clareza. Caminha-se entre expectativas desfeitas, afetos incompletos e sonhos que, por vezes, se dissipam antes mesmo de se consolidarem. E ainda assim, há algo que insiste em permanecer. Uma centelha discreta, quase imperceptível, que não se deixa extinguir, mesmo sob o peso das desilusões mais densas.
Há uma dignidade austera em continuar quando tudo sugere o abandono. Não se trata de esperança ingênua, mas de uma resistência lúcida. Permanecer não porque se ignora a dor, mas porque se compreende que ela não é a totalidade da realidade. A alma que suporta, que observa, que silencia e segue, desenvolve uma profundidade que nenhuma facilidade poderia conceder.
O sofrimento, quando não embrutece, refina. Ele desnuda ilusões, separa o essencial do supérfluo e revela a verdadeira estrutura do ser. Aqueles que atravessam esse vale sombrio e não se perdem, retornam com uma consciência ampliada, ainda que marcada por uma melancolia serena. Não é tristeza estéril, mas uma forma elevada de compreensão.
E assim, mesmo quando tudo parece suspenso em um tempo sem direção, há um movimento invisível acontecendo. Cada instante suportado, cada pensamento reorganizado, cada emoção que se aquieta, constitui uma vitória que não se anuncia, mas que edifica silenciosamente a própria existência.
"Mensagem final"
Ainda que teus olhos se acostumem à penumbra, não te esqueças de que és tu quem sustenta a chama que não se apaga. Já atravessaste abismos que pareciam definitivos e, no entanto, permaneces. Há uma força em ti que não depende de aplausos nem de certezas. Continua. Pois é na persistência silenciosa que se revela a verdadeira estatura do espírito.

“A vida, como o mar, alterna momentos de tempestade e de calmaria. As dificuldades são passageiras e, por isso, devemos enfrentá-las com serenidade, paciência e confiança, sem perder o equilíbrio diante das mudanças da vida.”

Viaje nas lembranças...
Bons momentos valem à pena serem recordados.
Escuta aos demais...
As pessoas sempre aprendem umas com as outras.
Seja educado...
Mesmo quando não encontrar motivos para ser.
Seja fiel...
Principalmente contigo mesmo,
Pois a dor da consciência não tem cura.
Seja mais do que as pessoas esperam,
Seja melhor do que você acredita,
Isso aumenta nosso potencial interior.
Mas se falhar? perdoe-se.
As pessoas que falham e assumem seu fracasso
Tornam-se mais fortes
Do que aquelas que acreditam ser infalíveis
Acredite.
Nossos valores e qualidades sempre são reconhecidos pelos olhos que estao de fora.
Por isso nunca pense que você não é ninguém,
Sempre existe um alguém te admirando.
Em algum lugar,
Em alguns momentos,
Mesmo que você não perceba!

Em um desses raros momentos em que a alma silencia e a consciência revisita a própria história, percebi quantos ciclos foram necessários encerrar para que eu me tornasse quem sou.
Quantas versões de mim ficaram pelo caminho e quantas despedidas foram necessárias para que novos horizontes surgissem.
Então compreendi: amadurecer é aceitar que nem todo fim é fracasso e nem toda perda é derrota. Há ciclos que se encerram simplesmente porque já cumpriram seu propósito.
No fim, cada porta que tive coragem de fechar também ajudou a construir quem sou hoje.

Quando estou em meus momentos de descanso e tranquilidade, baixa em mim o meu espírito de pensador e imagino que, dentro do meu velho coração em um cantinho da saudade, imagino que ainda posso encontrar o jovem de vinte anos que um dia fui!!!


Pedro Marcos

MIGALHAS DA GRANDE MESA — DISSERTAÇÕES.


Há momentos em que a alma não precisa de grandes acontecimentos para perceber que está diante de uma escolha. Às vezes, basta uma pequena “migalha”, uma palavra, uma prova, uma renúncia, uma dor ou um encontro, para revelar aquilo que ainda precisamos transformar em nós.


Em Migalhas da Grande Mesa — Dissertações, Marcelo Caetano Monteiro propõe uma reflexão sobre a reforma íntima a partir de duas expressivas passagens do Evangelho: a parábola do rico e de Lázaro e o encontro de Jesus com a mulher cananeia. Entre a mesa repleta e as migalhas desejadas, entre a necessidade humana e a resposta divina, surge uma questão essencial: o que estamos fazendo com aquilo que a vida coloca diante de nós?


Inspirada também na questão 919 de O Livro dos Espíritos, esta obra procura deslocar a reforma íntima do campo das ideias para o terreno concreto da existência. Não se trata apenas de reconhecer nossas imperfeições, mas de observar pensamentos, escolhas, hábitos, sentimentos e atitudes que, silenciosamente, constroem aquilo que somos.


As “migalhas” tornam-se, assim, símbolos das pequenas oportunidades de crescimento que muitas vezes desprezamos por esperar transformações grandiosas. O Evangelho, porém, pode ser encontrado justamente nos detalhes: na palavra que evitamos proferir, no perdão que resistimos a conceder, na vaidade que precisamos vencer, na responsabilidade que tentamos transferir e na caridade que podemos praticar sem testemunhas.


Este livro não pretende oferecer fórmulas prontas para a transformação espiritual. Convida o leitor a olhar para dentro, reconhecer-se diante do Evangelho e compreender que a verdadeira mudança começa quando deixamos de esperar que o mundo se transforme por nós.


Porque, diante da grande mesa da existência, talvez não nos falte alimento espiritual. Talvez nos falte apenas aprender a reconhecer, receber e aproveitar as pequenas oportunidades que diariamente nos são oferecidas.


Marcelo Caetano Monteiro.

A momentos na vida que parece que tudo vira uma provação atras da outra.
E como suportar todos esses acontecimentos que não parcelados.
Só vejo apenas um remédio, os braços de Deus.

"Skatear"..


Nos momentos mais difíceis, você sempre está presente, momentos de decisão, de tristeza, medo e alegrias.
Me fazendo, flutuar sobre as ruas, você é um grande parceiro, me ensinou que caímos e nos levantamos, e nenhuma ferida vai me tornar fraco, pelo contrário, me ensinou a levantar, pegar o você nas mãos,subir a ladeira, começar tudo de novo, sempre sem saber como será a descida isso é a VIVER!!


"Caio Camara Cesar"

A vida é feita de momentos. Estejamos apegados a eles ou não, eles sempre vão passar, porque tudo passa. Por isso, aproveite cada instante bom para viver plenamente!

Mesmo nas tempestades e nos momentos mais difíceis da vida, a casa da felicidade estará sempre de portas abertas para quem quiser fazer dela o seu lar.

As pessoas precisam entender que elas necessitam de amor e não de momentos excitantes que em um piscar de olhos acabam!

Fotografar é perpetuar os melhores momentos de nossas vidas.

Eu não sei se alguma vez consegui te dizer isso da maneira certa, mas há momentos em que sinto tua falta de um jeito que me desarma... É uma saudade quieta, dessas que chegam quando tudo ao redor silencia, e então me vem essa inquietude difícil de afastar: imaginar que eu possa atravessar o resto da vida sem o teu amor.


Há noites em que acredito que o tempo finalmente fez o seu trabalho, que aquilo que senti encontrou um lugar sereno no passado. Então, sem aviso, você atravessa meus pensamentos, não apenas como lembrança, mas como presença, e percebo que certas coisas não desaparecem: apenas aprendem a viver em silêncio.


Há algo doloroso em saber que uma pessoa pode estar tão distante e, ainda assim, permanecer tão perto de um lugar que a razão não alcança. Eu segui, a vida seguiu, vieram outros dias, outros caminhos, outras versões de mim, e aprendi que continuar não significa necessariamente esquecer.


Talvez seja isso que ainda me inquieta: existe uma parte da minha história que terminou, mas nunca encontrou um verdadeiro fim dentro de mim. Uma parte de quem eu era ficou naquele tempo, naquele sentimento, em tudo aquilo que fomos... e também em tudo aquilo que poderíamos ter sido.


Talvez alguns amores sejam assim: não chegam para permanecer ao nosso lado, mas deixam em nós algo que permanece, uma espécie de ausência que o tempo não preenche porque, no fundo, nunca foi apenas a falta de alguém, mas a falta de uma vida que poderia ter existido.


Não tenho medo da solidão. Tenho medo de chegar ao fim de uma vida inteira, quando já não houver futuro para me distrair nem tempo para me convencer de qualquer coisa, e descobrir que, por baixo de tudo o que vivi, ainda existia aquela mesma verdade que durante tantos anos tentei silenciar:


eu teria querido viver esta vida com você.