Saudades do seu Corpo

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Os vícios de todo tipo - sejam do corpo ou do coração - transformam-nos, de senhores, em escravos da vontade que nos destrói.

Às vezes, a vida nos coloca diante de pausas inesperadas — momentos em que o corpo pede silêncio e a rotina deixa de caber nos nossos planos. Adoecer pode assustar, mas também pode revelar algo profundo: o tempo, mesmo quando parece curto, ainda é um espaço fértil.


Em vez do medo, podemos escolher a criação. Em vez da pressa, o propósito.
Há algo de poderoso em transformar fragilidade em legado — em perceber que, enquanto houver um minuto, há também a chance de deixar marcas que ecoam.


Criar algo inesquecível não significa grandeza aos olhos do mundo, mas verdade aos olhos da alma.
Significa dar sentido ao que se vive, mesmo quando a vida parece nos apertar.


Porque, no fim, não é o tempo que define quem somos, mas o que fazemos com ele.

Meu suor transpira e seu corpo atiça... minha boca trás os beijos que sua criança adolescente homem deseja e sacia... meu sangue quente se mistura e trás as loucuras que junto ao seu corpo... ascende sacia tranquiliza... minha cor minha história... te afasta deixandobaoenas a memória que te arrepia...

Levantou mais uma vez da cama, como quem quer se livrar do cheironpteso em seu corpo e se banhou com óleo... E percebeu que quanto mais pensava mais o cheiro exalava de sua pulsação e esvottia pelo seu corpo em meio a sua transpiração... E percebeu que enqto não matasse denteo de si... deitaria, sentaria, c aminharia e não adiantaria correr... pq correria o risco de esbarrar no suor e lembrar com êxtase do prazer... então deitou, aceitou, E se convenceu sem aceitar... que precisaria vomitar tudo de de si em si mesma... até não mais lembrar...

Me lembro de quando a conheci. Ela era bela, mas não só de corpo, mas de alma. Era gentil para todos, demonstrava carinho a crianças que não sabiam o que era a gentileza, dava atenção a idosos abandonados pela família. Tinha uma alegria contagiante, um sorriso elegante, com lábios grandes e carnudos, de um rosa suave e gentil. Sentia tanta vontade de tocar, beijar e até morder. Diferente de seus olhos, que eram castanhos, de uma profundeza gigantesca. Neles eu via vida, paixão e emoção. Ela tinha também um lindo cabelo ondulado, tão negro. Tudo isso, junto à sua pele de mulata, criava a mulher mais bela de todas.


Porém, me faltou coragem para falar com ela. Quando percebi, já tinha passado muito tempo. Ela já tinha namorado, noivado e casado. Eu apenas a observei. E fiquei parado no tempo: sozinho, abandonado e esquecido.


Porém, jamais a esquecerei

Às vezes a dor é tanta que a alma quer sair correndo do corpo... Fugir para um lugar, não necessariamente o Paraíso, mas qualquer lugar que sejam teus abraços....

Que o calor de mil sóis aqueça teu corpo nas noites frias.

Tantas faces deixadas sobre a mesa,
flechas cravadas no corpo do guerreiro.
Caminhos que não conduzem a lugar nenhum,
vidas esquecidas que ninguém a tem.

O corpo está cansado, quebrado, machucado por tantos motivos e razões. Até a alma, desbravada e devastada, já não encontra forças nem no orgulho para lutar. Neste estágio, o mais sensato é renuncia, e começar tudo outra vez.

O peso demasiado castiga ombros já marcados pelo cansaço; o corpo não suporta tamanha intensidade quando a juventude já não está presente.

⁠O fardo pesado é um incômodo, o fardo leve deixa o corpo manhoso, nem sempre a medida é compatível.

Trago no corpo a marca de você, feiticeira linda, amante debochada. Amo ser amado por ti, deusa do amor, que me envolve em ternura e paz.

Quer o meu abrigo nas horas frias, quer o meu corpo contra a tua solidão;
mas pedes o meu amor como quem pede calor — sem saber acolher o coração do outro.

Ontem você não veio, e eu fiquei te esperando, imaginando suas mãos acariciando meu corpo carente dos teus beijos.
Mulher, tua beleza extravagante acalenta meus desejos e me instiga a desbravar teus segredos e mistérios.
Escandalosa, te quero em minha vida — feita de desejos e da vontade intensa de você.

A expressão "a carne é fraca" é uma frase comum que sugere que o corpo humano tem limitações e é suscetível a fraquezas, especialmente em termos de desejos e tentações. No entanto, o texto questiona essa ideia, dizendo: como a carne pode ser fraca se o corpo é o templo do Criador.

Espírito, alma e corpo lutam, forjados na mesma carne, e dizem que a carne é fraca. Mas como pode ser fraca, o espirito alma corpo é o templo do Criador deste o começo de tudo.

Fui cinzas antes de ti,
corpo exausto, alma em ruínas,
tu, tempestade de desejo,
queimaste-me com ternura feroz.Teus lábios, abismos de prazer,
afogaram minha antiga carência,
e em teus braços — cárcere e abrigo —
renasci em nova pele, novo ser.És feitiço e salvação,
bruxa de luz, amante sem freios,
selaste em mim tua marca viva:
felicidade, vertigem, emoção.No limiar do meu fim,
quando a esperança já era pó,
teu amor me ressuscitou
sou agora teu, eterno amor.

Devastaste meu corpo — despojado e frágil em tua presença.
Chicoteaste minha pele em brasas vivas,
e depois, com ternura, a acalentaste.
Teu fogo é bálsamo feroz e redentor,
resgatou-me da solidão,
abraçou-me em teus braços firmes e sinceros.
A carência que me consumia
rendeu-se aos teus beijos molhados de prazer.
Renascido em novo ser,
guardo em mim tua marca:
felicidade, alegria, emoção.
Ressuscitaste-me no instante exato
em que o desejo quase se apagava.
Antes de ti, eu vivia morto,
soterrado na desventura do fracasso.
És feiticeira bela, de toque angelical;
amante do amor, vivente do amar.
Bruxa selvagem, indomada,
rendo-me à tua nobreza
que só me faz bem.
Tu és o crisol da minha ternura,
a chama que dá sentido à minha vida,
o amor que quero viver
por toda a eternidade na vida vivida.

O seu perdão foi um gesto belo — parabéns pela nobreza da sua atitude.
Mesmo que o corpo ainda carregue a alma em aflição, você escolheu perdoar, enxergando o melhor em mim, ainda que minha essência não se igualasse à sua.

A alma segue sem corpo, distante do espírito,
para que a morte não alcance o corpo cansado,
em lenta decomposição.Um corpo sem vida perambula
nas fronteiras do vazio,
ouvindo apenas a voz muda do silêncio.Por misericórdia — ou compaixão —
a alma abraça o corpo inerte,
fugindo dos olhos da morte.O espírito observa, impassível,
a luta da alma pelo corpo sem vida.No fim, a alma não deseja a morte do corpo,
pois compreende:
sem a alma, o corpo não morre —
apenas permanece esquecido,
à margem da eternidade...