Saudades do seu Corpo

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⁠A depressão é viver uma guerra entre um corpo que luta para sobreviver e uma mente que luta para morrer.

Minha alma te chama...
Meu corpo por ti clama
Meu ❤️ tão bobo arde e inflama.
Na solidão da noite no vazio frio da nossa ex-Cama.

O beijo das estrelas

O teu corpo de terra e água
Onde a quilhado do meu barco
Onde a relha arado
Abrem rotas e caminho

Teu ventre de seivas brancas
Tuas rosas paralelas
Tuas colunas teu centro
Teu fogo de verde pinho

Tua boca verdadeira
Teu destino minha alma
Meu mundo tolo
Teus olhos de mel e vinho

Bem que o mundo não seria
Se nosso amor lhe faltasse
Mas as manhãs que não temos
São nossos lençóis de linho
Que vem o beijo das estrelas.

Quando não puder
treinar seu corpo,
treine sua mente.

A harmonia acontece quando corpo, mente e espírito respiram no mesmo ritmo.

" Quero sentir o cheiro do teu corpo, sentir o gosto da tua boca,e ver o brilho dos teus olhos."

Paz pra alma, paz pro corpo,
paz pro espírito.
Paz pra quem vai, pra quem chega... pra quem fica...
Paz pra quem volta.
Paz nas decisões, nas comunhões, nos corações.
Paz em todos os acontecimentos.
Paz nos dias, nas horas...
Paz em todos os momentos.

Pior do que estar sozinho(a), é viver com a solidão, não a do corpo, mas a solidão da alma.

Pior do que estar sozinho(a), é viver com a solidão, não a do corpo, mas a
solidão da alma.




Autor: Cássio Charles Gomes

SONO, TRISTEZA E POESIA


O corpo cede, mas há lembrança,
de cada riso, de cada dança,
e o coração, ainda que cansa…
agradece.


A noite cobre de sombra e véu,
mas há estrelas no mesmo céu,
e cada dor, por mais cruel…
ensina.


No breu que insiste, surge um clarão,
a alma entende a própria canção,
e a vida, em breve, num sopro então…
renasce.

Para curar as enfermidades do corpo, começa por curar teu espírito pelo poder da fé Naquele que Tudo pode fazer: o Deus que cura, transforma e renova. Ele é o Médico Eterno da tua alma e da tua vida.


Dilson Kutscher

Como uma sombra você surge em minha frente e meu corpo começa a tremer, seu olhar devasta cada centímetro meu, meus olhos queimam como brasa viva,minhas veias pulsam pura adrenalina e paixão. O caos se instala como fogo na pólvora, o ar já não existe,e o que antes era calmaria se transforma em tempestade viva e destruidora.


Minha boca clama por seus lábios, minha pele arde de desejo e nada,nada mais faz sentido.As palavras já não saem, já perco o raciocínio.
Você é voracidade, fome e tesão,você é a sede,e eu a gota de orvalho, o veneno e eu antídoto, o fio que arrebenta toda esperança, o apagão na minha claridade.


Você é o que eu nunca senti,o que eu nunca desejei,o que eu nunca queria encontrar.
E mesmo assim meu maior prazer, seria ter você incendiando meu mundo,devastando meu ser e inundando minha mente e meu corpo,me deixando em êxtase.

Quando o corpo grita, até os guerreiros mais corajosos precisam aprender a lutar de joelhos.


Trecho do livro Lá em casa – uma contemplação da família perfeita SQN

DISTONIA E O AMOR



A distonia limitou o meu corpo

Porém, não limitou o meu amor

Que continua crescendo

Mesmo com tanta dor

As reminiscências são a forma mais sutil de percorrer o túnel do tempo, não com o corpo, pois o tempo não retorna, mas com a alma, que revisita o passado para resgatar momentos, imagens e encontros que se tornaram inesquecíveis.

O luto é um território onde o tempo anda diferente. Não é atraso, nem falha — é o corpo e a alma tentando compreender a ausência que não cabe em palavras. O luto não é um túnel escuro, como tantos dizem; é uma travessia, sim, mas uma travessia feita de noites e amanheceres entrelaçados, onde dor e amor caminham de mãos dadas.

Perder alguém é sentir o mundo deslocar-se um pouco para o lado, como se tudo estivesse igual, mas profundamente alterado. E, ainda assim, dentro dessa ferida aberta, existe um brilho silencioso: é o amor que permanece. O luto nada mais é do que o eco desse amor, tentando encontrar um novo lugar para morar dentro de nós.

A verdade é que não “superamos” o luto — nós o integramos. Aprendemos a carregar a ausência com mais leveza. Aprendemos que lembrar não é sofrer, mas honrar; que chorar não é fraqueza, mas prova da presença que existiu e transformou quem somos. Com o tempo, a dor muda de textura: deixa de ser um corte bruto e se torna cicatriz sensível, que dói quando tocamos, mas também nos recorda de que vivemos algo real, grande, importante.

Brilhar no luto não significa esconder a dor, mas permitir que ela se transforme. É deixar que o amor que ficou ilumine as partes escuras. É reconhecer que, embora alguém tenha partido, aquilo que essa pessoa despertou em nós — ternura, coragem, riso, memória — permanece vivo.

No fim, o luto é uma prova silenciosa de que tivemos a sorte de amar alguém a ponto de sua ausência mudar nosso mundo. E, pouco a pouco, aprendemos que seguir em frente não é deixar para trás, mas caminhar levando junto — de outro jeito, em outro ritmo, mas com o mesmo amor.

Às vezes o corpo e a alma só pedem
pausa, não solução. Não é sobre força ou coragem, é sobre permitir-se descansar, mesmo que seja só por hoje, mesmo que seja no silêncio ou na solidão.

Chorar não é o oposto de ser forte.
É o corpo dizendo “ainda tô aqui, mesmo quebrado”. Gente forte não é quem não desaba, é quem levanta todo santo dia com a alma em pedaços e ainda tenta dar um jeito.

Ela olha outra agora,
e eu finjo que não desmorono.
digo que esqueci, mas meu corpo ainda lembra
o cheiro, o riso, o espaço que ficou frio.

Tá tudo bem sentir medo.
Ele aparece quando a alma percebe que algo precisa mudar,
mas o corpo ainda não sabe como seguir. O medo não é INIMIGO, é o teu aviso de que algo importa demais pra ser ignorado.