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Saudades do Amigo de Infancia

Cerca de 145321 frases e pensamentos: Saudades do Amigo de Infancia

“Nao há forma para definir o presente, quando tento o descrever já é passado”

“A única lei que conheço e respeito é a lei simples da natureza. Se colhe apenas o que se planta, todavia se formos considerar a lei humana da retórica, alguns plantam outros colhem na seara alheia.”

Não entro em luta armada com estúpido, minha luta é no campo das idéias, mas neste século não há luta de idéias, os homens já foram todos derrotados pela vaidade do falso conhecimento.

O que é um "ideal moderno? Na cultura brasileira, temos necessidade urgente de nos reinventar, precisamos de uma "Semana de Arte", com mais disposição para o novo, um evento que supere o de 1922, resta nos perguntar? Temos, por ventura, um Manoel Bandeira, ou um Osvaldo de Andrade, Mário de Andrade, um Villa-Lobos, e outros tantos que se aventuraram contra o velho parnasiano?

"Pessoas comuns se casam e envelhecem juntas, não raro se tornam inimigas. Pessoas especiais e evoluídas emocionalmente se tornam irmãos. Contudo, as pessoas inteligentes se separam antes que aconteçam as duas coisas."

Nenhum homem é uma ilha," pobre John Donne.

"Todo homem é um oceano de imensidão e profundidade insondáveis. O homem só se revela quando ama e para quem ama.

Só conhecemos nós mesmo o próximo, quando estamos ligados pela força imensurável dos afetos verdadeiros, sejam estes de amor e de sublime amizade."

AOS AMIGOS QUE MORAM COMIGO NO LUGAR MAIS SECRETO DO MEU SER.

Somos nós que construímos, no coração dos amigos, a nossa própria morada.

Resta saber com material edificamos a nossa tenda no coração do amigo, com quem pretendemos conviver por longo tempo ou por uma eternidade. Algumas moradas são refúgios eternos, para onde corremos em épocas de fortes temporais.

Me alegro por ter encontrado espaço no coração de quem tanto respeito e admiro, meus amigos, embora poucos, são para mim abrigo contra as tempestades do mundo!.

E quantas casas cabem em nossos corações? Alguns, infelizmente, por imaturidade emocional não expandiram a área do coração afetivo, para abrigar mais de um amigo, e são muitas vezes até ciumentos e injustos.

Contudo, estes, às vezes impedem que pessoas boas de coração puro se acheguem ao porto deserto do seu coração e ali façam morada.

Quão bom é conviver com verdadeiros amigos, tê-los como amparo, em tempos de alegria e em tempos de aflição.

Evan do Carmo 11/08/2018

"Sou cético com relação a muitas coisas, este ceticismo me ajuda a ter clareza quanto ao que de fato acredito..."

SOMOS TODOS ZÉS-NINGUÉM

Por que deixamos de beber uma taça de vinho a mais, em público, pensando nas consequências? Por que nos importamos com o que outros dizem ou pensam sobre nós?
Somos todos Zés-ninguém, e quanto ao destino: iguais, com o mesmo fim caótico, irrefutável...

Meu pai, que era um nobre, porém indouto, dizia:

"Não devemos guardar para amanhá o prato feito para o dia de hoje ".

Que a vida é efêmera e sem garantias de final feliz, todos sabem, mas o que mais agrada aos seres humanos, isto de forma generalizada, é ser juiz da vida dos outros, embora pratiquem publicamente ou secretamente aquilo que condena nos outros.

MINHA MUSA

Ela era linda,
encantadora
em todos os sentido.

A ponto de me deixar mundo,
calado diante do abismo
que era sua alma
inteligente,meiga, doce
apaixonante, inesquecível
inebriante.

Era minha musa ,
vinho e fantasia
mulher proibida,
dela fiz um poema de morte,
e uma prosa de vida...

"O Poeta é um fingidor", Fernando Pessoa sabia bem o que quer dizer isso, pois levou a vida a inventar outras mil pessoas, com o fim de esconder quem de fato era: Um gênio incompreendido, um débil fingidor da sua real essência mortal e decadente... é dessa matéria que se forjam os poetas geniais.

⁠VIDA DE CRIANÇA

Vida de criança
É pular brincar sorrir
Ir pra escola todo dia
Pro futuro garantir
Criança inteligente
Sabe as coisas dividir
Pois tem hora de estudar
E hora de se divertir
O papai e mamãe
Só precisam ajudar
A fazer dever de casa
Pra depois se esbaldar
Na piscina ou pula-pula,
Bicicleta ou futebol.
Depois do dever de casa
Você escolhe o melhor.


Pra Benício e Giovanna.

O IRREPETÍVEL


Há acontecimentos na vida que não admitem reedição.
Por mais que a memória tente rearrumar as peças, por mais que o coração procure réplicas, por mais que o desejo se vista de esperança, certos encontros pertencem a um único instante do universo, e jamais regressam com a mesma força.


Não porque falte coragem.
Não porque falte amor.
Mas porque o caos — esse dramaturgo secreto — escreveu um enredo que não se repete.


Há amores que não voltam porque não nasceram para durar: nasceram para revelar.
Há paixões que nos atravessam como relâmpagos — belas, breves, devastadoras — e deixam em nós uma claridade que nenhuma rotina suporta.
E, ainda assim, tentamos.


Tentamos reescrever a história.
Tentamos transplantar a emoção de um corpo para outro, como quem tenta acender uma fogueira com cinzas frias.
Tentamos encaixar um novo rosto no formato exato do antigo.
Tentamos repetir o gesto, o riso, o perfume, o tremor, como quem repete feitiços que perderam o encanto.


Mas o coração não aceita imitadores.


O que nos marcou não foi apenas a pessoa — foi o instante.
A circunstância.
O invisível.
Aquela interseção secreta entre tempo e alma, onde algo se abriu dentro de nós e nunca mais fechou no mesmo lugar.


É inútil reinventar o que foi único.
O universo emocional não admite plágio.


Há feridas que só aquele corpo sabia curar.
Há abismos que só aquela voz sabia atravessar.
Há silêncios que só com aquele olhar faziam sentido.
Há vertigens que só aquele toque despertava.


Transferir esse sentimento para outro contexto é como tentar mover uma constelação inteira para outro céu.
Nenhum encaixe funciona.
A geometria do amor é exata demais para ser manipulada.


Talvez seja essa a beleza brutal da experiência humana:
nem tudo é reaproveitável.
Nem todo amor é reciclável.
Nem toda paixão sobrevive à tentativa de repetição.


O que vivemos uma vez, vivemos uma vez apenas.
E é justamente essa precariedade que faz do instante um milagre.


Não caberá em outro corpo.
Não caberá em outra história.
Não caberá em outra tentativa.


O máximo que podemos fazer é honrar a verdade do que sentimos — e seguir.
Não como quem busca substituições, mas como quem reconhece que há acontecimentos que são portas: abrem-se uma vez e nunca mais se repetem no mesmo lugar.


E talvez seja assim que o caos nos ensina:
não para que reconstruamos o que acabou,
mas para que aceitemos que o irrepetível também é uma forma de eternidade.

O IRREPETÍVEL


Há coisas que não se repetem.
Não por falta de tentativa, mas porque o mundo não devolve o mesmo vento duas vezes.


Você até buscou a fresta que um dia se abriu — a mesma luz, o mesmo acaso, a mesma vertigem. Procurou outro corpo onde a memória coubesse, outra pele com o mesmo ritmo secreto, outro olhar capaz de fazer a respiração errar o passo.
Mas não havia réplica.


O que aconteceu — aconteceu numa combinação que não se fabrica:
um gesto que não estava previsto,
uma falha no tempo,
uma distração do destino.
Foi ali que algo passou por você e não voltou.


Depois disso, tentou reorganizar o enigma.
Mudou a cena, trocou os nomes, alterou o cenário — e o milagre permaneceu imóvel, como se dissesse: não me convoque.
Há eventos que não obedecem.


Você percebeu tarde que não buscava outra pessoa.
Buscava o ruído exato daquele instante — aquele som que só seu coração reconheceu e nunca mais ouviu.
Mas não se captura o eco de algo que só existiu no momento em que rompeu o silêncio.


O resto é tentativa.
E tentativa tem outro brilho.


O que ficou não é lembrança, é marca:
um leve desvio na alma, um lugar onde o mundo tocou e retirou a mão antes que você entendesse o gesto.
Não há como refazer isso.
O universo não trabalha com versões revisadas.


Há histórias que não querem continuação.
Querem apenas ser o que foram:
um rasgo preciso,
um acontecimento sem repetição,
um idioma que você só escutou uma vez
e nunca mais soube pronunciar.

⁠UM QUADRO DA INFÂNCIA

Sem mostrar resistência a essa vontade
de visitar os tempos de criança,
ponho na mão meu livro de saudade
e folheio lembrança por lembrança.

O olhar de minha mente assim me invade
a infância por inteiro, e logo alcança
uma linda menina da cidade,
loura, de olhos azuis e fala mansa.

Foi ela, certo dia, sol já posto,
que, após eu mal pisar sua calçada,
parou-me, com as mãos prendeu-me o rosto,

esfregou sua boca em minha boca,
e em seguida, saiu em disparada
para dentro de casa, como louca...

Inserida por memoriadekleberlago

⁠BARCOS DE PAPEL (soneto)

Na chuva da temporada, pela calçada
A enxurrada era um rio, e o meio fio
O teu leito, com barragem e desafio
Na ingênua diversão da meninada

Bons tempos felizes, farra, mais nada
Ah! Os barcos de papel, inventivo feitio
Cada qual com um sonho e um tal brio
Navegando sem destino, a sua armada

Chuva e vento, aventura e os barquinhos
Tal qual a fado nos mostra os caminhos
E a traçada quimera no destino velejada

Barcos de papel, ah ideais, são poesias
Que nos conduzem nas cheias dos dias
No vem e vai, no balanço, da jornada...

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
27/06/2020, 11’05” – Triângulo Mineiro

Inserida por LucianoSpagnol

Saudades da infância quando acreditava em fadas, duendes e em um mundo melhor.

Me pego aqui sozinho e me lembro do passado
Saudades da infância, eram tempos dourados
Muita coisa acontece e eu não me manifesto
Minha cabeça está em guerra, minhas atitudes em protesto
Neste mundo onde tudo é proibido
Não vou me importar com o que vão pensar
Vou sonhar, vou sorrir, vou chorar, eu vou ir e desabafar!

Que saudades daquela infância
Cabelos ao vento,


Correndo descalço pelas ruas de barro,
Sob os olhares dos moradores nas janelas de suas casas.


Hoje eu percebo que na mesma rua de minhas lembranças, o que eu vejo é medo e insegurança.


Triste realidade!

Saudades da minha "Velha Infância"

Infância pra mim significa muitas coisas, ate porque foi nela que eu vivi um dos melhores momentos da minha vida' hoje tenho saudade sim. Muitos dizem que, quem vive de passado é museu ..concordo plenamente, mas você não acha que tem momentos de la que valem apenas ser lembrados? como a infância por exemplo' ..
lembro-me que eu brincava a noite com meus melhores amigos de "pira garrafão, pira se enconde entre outros", era tao bom, quando tinha uma oportunidade eu agarrava as meninas la rsr. Brincava de futebol, vôlei, "policia ladrão" casinha rsr ..essa era a parte melhor d=que tinha, pois eu era o pai hehehe. Lembro também que agente brigava muito, mais no outro dia tava la novamente, brincado e se divertindo, diferente de muitos hoje em dia, que brigam ficam dias sem se falar. Só quem conviveu comigo naquela época sabe o quando era bom.
ah... saudade dos meus amigos, fico imaginando como eles devem estar agora.. se tem são casados ou se já tiveram filhos rsr, pelo que já mim disseram,, muitos deles já são comprometido, e desde já desejo muitas felicidades. Já se faz tanto tempo que não os vejam, alguns eu mantenho contato pelas redes sociais e por tel, espero que aqueles que nunca mais vi, não tenha acontecido nada de mal, espero que esteja tudo bem ...
Se tivesse que fazer um pedido, pediria a voltar no passado e parar na época que eu era criança, e rever os amigos, enfim voltar a inocência de ser uma criança.
Oh' quem dera se os adultos tivessem um pouco da inocência de uma criança, pensando bem, muitos tem, mas não a soltam, deixam sempre presas.
Ser criança é bom ate demais, porque não sofre por amor, não se apaixona, ate porque queria ter 1.000 vezes "um joelho ralado do que um coração ferido"
Quando lembro de quando eu era criança, bate uma saudade muito grande.

Abraços para meus amigos de Infância!

Inserida por EduardoMonteiro