Saudade do meu Homem
A verdade de suportar tanta, mais tanta dor de saudade de meu coração, é que lembro que dentre poucos os homens eu vivi com você o maior dos amores. O amor que não tem fim, verdadeiro, real, puro amor. Amado e ser amado! Isto é o que verdadeiramente me suporta, que seca a chaga, que para o sangramento... Eu encontrei meu verdadeiro, único e eterno amor no meio daquela grande multidão!
As lembranças dilaceram o meu coração, a saudade repousa no meu ser, faz brotar dois rios, que escoam sem destino... ah, memória que me rouba o pouco tempo que me resta... que consome o meu cotidiano. Quanta falta você me faz... os momentos vividos são tão efêmeros, que saudades...
Meu amor
Há tanto não te vejo
Quanta saudade
Quanto desejo
Espero me ver logo nos braços seus
Meu amor
Quanta falta você me faz
Eu quero você
De uma forma eficaz
Peço que você volte logo a meu Deus
Meu amor
Nesta solidão permaneço
Com saudades suas
Sem você, sem endereço
Te peço, volta logo para os braços meus.
Hoje como todos os dia senti aquela saudade de casa, ao suspirar senti o vento tocar meu rosto, que viajei no tempo das minha lembranças e revi o filme da minha vida.
das coisas mais simples a chaleira do café no fogão a lenha,dos gritos de minha mãe acorda pra vida e ao abrir os olhos estava eu em uma metrópole turbulenta e competitiva, assustada com o que me tinha acontecido em breve espaço de um piscar de olhos as palavras de mãe nunca me saiam da cabeça " Acorda pra vida, porque nada é fácil, haverá obstáculos e dificuldades mas lute sempre e desistir nunca, para ser alguém na vida você tem que estar sempre a busca"
Talvez não te amaria se você morasse ao meu lado, a distância me trouxe saudades e a saudade me lembra amor.
Matei a saudade. Matei a saudade de tudo, dos seus beijos, do seu carinho, das suas mãos em meu corpo. Ter-te naquele momento em minhas mãos, me fazendo subir um calor absurdo em meu corpo, me fazendo me sentir a melhor, me fazendo me sentir mulher de verdade. Só você sabe como lidar comigo, só você...
Que saudade eu estou de meu amigo que morreu; Foi sem perceber, O que será que aconteceu? Ele morreu.
Com saudade eu estou, Não posso negar. O que vou fazer? Sem ele a me guiar?
Quando estou sozinho; Começo a pensar, Quem serão meus amigos? Com quem devo andar?
Jardins do amor
No meu jardim do amor
Tem uma violeta da saudade
Um cravo da paixão
E uma margarida da amizade.
Tem também
Um girassol da eternidade
Um lírio da paz
E uma orquídea da felicidade.
No meu jardim do amor
Plantei uma lavanda da simplicidade
Uma tulipa da alegria
E uma petúnia da lealdade.
A flor que jamais plantarei?!
É a Hera da inveja
E a que sempre te darei?!
A rosa do amor.
' Eu não sei se nesta chama ainda queima esperança, mais só sei que a saudade ainda queima no meu coração... ‘
Se em meu mundo você não estiver, será como se nada mais existisse a não ser a saudade de te ter por perto.
saudade
Eu não sei o dia que você vai volta,
Mas meu amor por você nunca ira apagar
Eu me lembro das suas explicações irreais sobre nos,
O tempo, o amor, mas tudo ficou em meus sonhos que não quero relembrar abandonada entre essas fotografias me.
Reviro ao avesso aonde você esta?
Perdido em meio aos meus sonhos...
Quando o tempo avisar
Que eu não posso mais cantar
Sei que vou sentir saudade
Ao lado do meu violão e da minha mocidade.
Nota: Trecho da música "Folhas secas", composta por Nelson Cavaquinho e Guilherme de Brito: Link
...MaisSaudade concreta
Ah, meu amor!!!!
Como pode ser a saudade abstrata
Se ainda sinto o seu cheiro
E o gosto do seu beijo
E escuto a sua voz
E ainda tenho sua pele em minhas digitais?
Ah, meu amor!!! Não são lágrimas,
São gotas de saudade que brotam dos meus olhos.
Festa junina
Que saudade das festas juninas do meu Rio de Janeiro. A igreja católica se engajava pra valer em comemoração aos santos reverenciados neste mês, são eles: Antonio, João e Pedro. A quermesse não decepcionava para fazer acontecer à festa junina no pátio da igreja próximo a minha residência. Lembro-me que antigamente, lá pelos anos setenta e início de oitenta, no mês de junho a população se movimentava como um todo. As ruas eram enfeitadas com bandeirinhas coloridas, os bambus limitavam a extensão do espaço da rua utilizado formando um arco, as barracas não podiam faltar principalmente a de pescaria, maçã do amor, a de arremesso de meias nas latas empilhadas, entre tantas outras. As quadrilhas disputavam palmo a palmo qual era a melhor e todos se atreviam dançar, até as escolas tinham o evento popularmente chamado de caipira, as mães participavam atentamente para que seus filhos dançassem com os coleguinhas de classe e a parte que eu mais gostava de assistir era o casamento. Os baloeiros nos recepcionavam com enormes e lindos balões e armações pra lá de criativas, mas hoje virou crime soltar balões por causa dos riscos de incêndio. Já em torno de nossas residências não faltavam às fogueiras para assar batatas e nos aquecer junto a um quentão maravilhoso diante de um inverno bem friento. Esta época era propícia para o inicio de novos relacionamentos amorosos, novas amizades e uma interação maravilhosa entre a vizinhança. Mas hoje tudo parece ter esfriado, as pessoas andam muito distantes umas das outras, as festas populares como a junina já não as atraem mais e a colaboração tão desejada no passado ficou para trás, não existe mais interesse de uma maior aproximação. O mundo mudou para pior e o maior reflexo é a distância provocada pela mudança de relacionamento, que deixou de ser aquela aproximação tão natural para ser uma relação online, mais cômoda e fria, sem verdade alguma, não tem mais o famoso olho no olho, uma pena!
