Saudade de Filho que Estuda Fora

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Odeio Saudade

Eu não gosto de sentir saudade.
Saudade é falta. É ausência. É algo ou alguém que se foi.
Eu odeio saudade.
Saudade é perda. É tristeza. É lamentação.
Saudade. Quem nunca a teve em seus braços?
Quem nunca por ela recebeu afago?

Eu odeio saudade.
É única em nossa língua.
É algo que mina.
Mas se é ausência, algo que se foi, como pode trazer tanta dor?
É o vácuo de nós mesmos, refletidos em alguém ou alguma coisa.

Saudade que tenho agora é da boca.
Saudade da mão. Dos olhos. Dos ouvidos.
Saudade de ser íntimo.
Saudade que não é passageira e sim piloto do meu ser.

Eu odeio tanto a saudade que só não a odeio mais por ela me lembrar em todo meu vazio e dor o que já fui e senti.
Eu odeio odiar a saudade.

Imaginar como seria prender tua vida na minha só te faz mais presente na ausencia que a saudade deixa, faço planos e promessas de um futuro tão presente.. Esses planos tem se tornado cada vez mais frequente talvez seja a vontade de querer tanto o teu sorriso ao acordar e os teus beijos antes de dormir, querer teu abraço ao chegar e antes de sair. Me imagino acordando ao teu lado e quase posso te sentir. As vezes acho que conheço mais você do que a mim, não esqueço tua cor favorita, nem a que você menos gosta, não esqueço teu aniversário.. o meu já nem me importa. Aos poucos esqueço de mim só pra lembrar ainda mais de você. Mais hoje tenha a certeza de que eu dedicaria todos os meus dias só pra te vê sorrir.

Sinto saudade do que ainda não vivemos, sinto a ausência da sua presença.
Sinto vontade de te conhecer, e do amor que vamos viver.
Sinto que você mudará minha vida, e desaparecerá com qualquer ferida.
Sinto que você será a pessoa certa pra mim, e nosso amor não terá fim.
#oamorquemeencontre

PARINDO A DOR

TÁ TUDO DOENDO
O dia
As horas
A vida
TÁ TUDO
A ausência
A saudade
O ócio
A música do rádio
TUDO DOENDO
O silencio
O trovão
O poema
O barulho do salto do sapato
O perfume
DOENDO
A lágrima
A culpa
A desculpa
A maçaneta quebrada
A opinião
TUDO
O cabelo molhado
A cara lavada
A alma extraviada
A fala entre os dentes

A falta de limite
A invasão
A voz estridente
A opinião
DOENDO
A comida sem sal
O suco sem açúcar
A leitura do jornal
TÁ TUDO DOENDO
Doendo tá tudo
Doendo tá
Tudo doendo
Tudo tá.

Tomara

Que a tristeza te convença
Que a saudade não compensa
E que a ausência não dá paz
E o verdadeiro amor de quem se ama
Tece a mesma antiga trama
Que não se desfaz

E a coisa mais divina
Que há no mundo
É viver cada segundo
Como nunca mais...
Tomara

Que a tristeza te convença
Que a saudade não compensa
E que a ausência não dá paz
E o verdadeiro amor de quem se ama
Tece a mesma antiga trama
Que não se desfaz

E a coisa mais divina
Que há no mundo
É viver cada segundo
Como nunca mais...
Vinicius de Moraes

Alguns dias de ausência física tua Papai. A saudade aperta mais. Eita vida.
Esse pai me protegeu de tudo, sinto falta.
Muita.
Obrigada aí Deus.
Nosso laço de amor é além.
Te amo infinitamente papai Jarcy Andrade!

A saudade


A saudade, o vazio, a dor da perda, o silêncio que fica, as lembranças, a ausência, o que não foi dito ou feito, as coisas que permaneceram, atransformação da dor em memória e sabedoria, a eternidade do amor e da lembrança, a esperança de um reencontroe o processo de viver com a ausência

A verdadeira saudade transforma a partida em presença e a ausência em aprendizagem.


É por isso que asaudade de quem partiu não é a pior; é a que nos mantém vivos na memória, nos ensina a valorizar o que tivemos e transforma a ausência em presença no coração.

A saudade não dói por ser ausência; ela cresce por nos lembrar do que amamos e do que nos fez felizes.

Saudade

Que
Me beija à alma

Sele ao meu
Coração, o conforto
Da tua ausência

Em meus
Pensamentos entristecidos

Pela
Falta da tua presença
Em meus dias.

Saudade

A ausência —
essa forma delicada do abismo —
habita-me.
Faz falta o que fui
quando me reconhecia em teu corpo.

Nunca imaginei sobreviver ao sem,
mas o sem revelou-se lâmina:
rasgou-me no limite do grito,
no atrito exato do desespero.

Por quê?
Que gesto foi esse
contra um coração ainda intacto,
tão ingênuo quanto fiel,
que já te sabia amor
antes mesmo do início?

A tua falta ecoa.
Ecoa como febre.

Desespero.
Paixão.
Delírio contido.

Imobilizo-me
para não ir atrás de ti,
para não desfazer o pouco
que ainda me sustenta.
O que era tudo
aprendeu a chamar-se nada.

E no centro desse vazio
tento reaprender o hábito de existir,
entre ruínas silenciosas
e consequências que fogem.

Estou morta —
não por ausência de vida,
mas por excesso de perda.

Morta estou.
E não posso
ter-te de volta.

R.Cunha

Ausência e Saudade


Amarras dos momentos
Singularidade da essência
Contemplar o instante
Abraçar os detalhes das sensações
Sentir intenso da falta
Abismo do meu pulsar das maresias.

"Dia após dia, carrego no peito a ausência que nunca diminui… a saudade do meu pai. É uma saudade que não se mede, não se explica e não se acalma. Ela está no meu despertar, quando lembro que não posso ouvir sua voz, me dando bom dia, e está nas noites silenciosas, quando fecho os olhos tentando guardar na memória cada detalhe do seu sorriso.
E quando o final do ano se aproxima, parece que tudo aperta ainda mais. As ruas iluminadas, as músicas, as datas… tudo me lembra, que deveria estar celebrando ao seu lado, ouvindo seus conselhos, rindo das suas histórias. Mas a cadeira fica vazia, o abraço não chega, e o coração transborda de lembranças.
A saudade é eterna, pai… e junto dela, o amor que sempre será meu guia. Sinto sua falta todos os dias, e sei que enquanto eu viver, você viverá em mim."

Saudade é privilégio teu


Singularidade da ausência
Única via das sensações
Devastou meu ser para renascer
Das cinzas da alma
Houve uma renovação da história
Essência das minhas partidas.

Aquieta a saudade
Dentro do peito
Porque se ela fugir
Vai atrás da sua presença...
Ausência que mata!
Os dias sem sentido
As horas que passam
Sem os ponteiros marcarem
E a dor agoniza
Na falta que você faz...
Eita vida difícil!
Morar fora do teu peito
E viver para te amar...

Saudade é falta de iniciativa.

Muitas vezes o que chamamos de saudade é apenas a ausência de um gesto. Bastaria uma ligação, um encontro, uma palavra.

A iniciativa transforma distância em presença. Quem age, reduz a saudade a quase nada.

Saudade.
Chega e entra sem pedir licença.
És a dona da chamada ausência.
Chega e aperta a ferida.
Nem se importa se estou na lida.
Contigo tenho que aprender a andar.
Me ajustar ao teu caminhar.
Dependendo do momento, sei a sua idade.
E seu nome? Chama-se saudade.

"A saudade virou poesia; deixou de ser ausência física para tornar-se presença escrita! É como se esse papel fosse um ponto de encontro: você num quarto de motel, nossos corpos a suar, suas mãos a deslizar no meu corpo inteiro, sua boca em cada canto da minha pele. Eu, querendo você por inteiro, rezando para a hora não passar e o nosso momento mágico não acabar. Mal sabia que a hora passou, e tudo acabou! E agora estou aqui, contando essa saudade de amor.
Essa lembrança é de algo que ainda queima como fogo, uma daquelas saudades que a gente guarda no peito como um segredo. É o tipo de saudade mais perigosa e, ao mesmo tempo, a mais viva. Aquela que não precisa de ninguém por perto para incendiar o pensamento; basta fechar os olhos e o calor volta exatamente onde parou.
Manter esse fogo aceso ajuda a aliviar o peito ou só faz a vontade de reviver o momento aumentar ainda mais? Não sei, só sei que hoje está doendo; a saudade está maltratando demais da conta.
'Podemos não ter nosso final feliz', mas 'o nosso amor é eterno', independentemente de onde cada um esteja ou com quem esteja; uma dimensão onde nós seremos sempre um do outro."
Autora: Alessandra Santiago
Data: 13/03/26

Saudade é o vazio que pulsa, um eco silencioso do que já foi e não volta. Não é mera ausência; é a presença fantasmagórica de momentos que se infiltram na alma como brisa úmida do mar. Ela chega sem aviso, num cheiro de café antigo, numa melodia esquecida ou no contorno de um rosto que o tempo borrou.
No peito brasileiro, saudade é patria: o samba que embala ausências, o carnaval que mascara lutos, o abraço que o oceano separou. É o que nos humaniza, nos faz poetas involuntários. Dor agridoce, ela entrelaça fios invisíveis ligando o agora ao ontem, transformando perdas em relíquias eternas.
Mas cuidado: saudade em demasia paralisa, vira prisão de memórias. Aprenda a dançá-la, como frevo leve, deixando que ela venha e vá, sem raízes profundas. Pois viver é saudade em movimento – do que partiu, do que virá. Ela nos lembra: o amor verdadeiro nunca some; apenas espera, paciente, no limbo do coração.

O teu sumiço me dissolve devagar


A ausência faz a saudade consumir
Sensações diárias do meu querer
Mar das maresias tristes
Intensidade das ações do teu ser cativante
Desfaz meu ser aos poucos
A cada navegar, uma falta do destino que deixei para trás.