Saudade de Filho que Estuda Fora
Agradeço por cada noite desperdiçada em conversas sem sentido.
Agradeço por cada noite, não chegamos a lugar nenhum, mas você sempre esteve aqui.
há sempre um dia que a solidão enfastia, e o pensamento se perde, mas continuo presa a um fio de vida...e m' acolho na saudade.
Eu sei que Deus está comigo
Mesmo se eu estiver em perigo
Mas mudando de assunto totalmente
Eu vou dizer o que passa na minha mente
Estou com saudade
Daqueles sorrisos que me enchiam de felicidade
Uma parte do meu coração quer muito reve-los
Mas a possibilidade disso não acontecer sempre está em meus pesadelos
Mas como a tempestade eu quero que isso passe e um novo dia floreça com muito brilho
Que eu possa um dia encontrar essas pessoas no meu trilho
Mas eu aguardo um novo dia
Para eu poder recomeçar sempre irradiando com muita alegria
E o que eu escrevo em homenagem a pessoas muito importantes que chamamos de amigos
E Preta!! só restou minha caneta, pra falar das coisas bestas que fico a lembrar.
Escrevendo meus poemas sobre todos meus dilemas, tenho tanto pra falar.
Tou falando de saudade , compondo a realidade que passei nega.
Aqui, ainda me encontro, meio sem porto e sem lar feito um potro sem vigília que se perde ao galopar... Campeio meus pensamentos em busca do seu olhar, arfo no peito uma saudade, um suspiro ao respirar... de alguém que já partiu e não há mais de voltar.
Avessos...
Em avessos me fiz, fios e fios desfiei
e prá ti, só pra ti, me doei...
Foi tanto de mim...tanto, tanto...
E foi tal o descaso que portas tranquei
e num casulo me enrodilhei...
...e ali em silêncio, fiquei...
E nem tentei, os fios juntar
e nem tentei me reconstruir,
e nem tentei me resgatar...
(ania)
Uma linda e fria tarde chuvosa, um cenário ideal para escrever...
Ainda tenho que descobrir a razão pela qual meu coração se afrouxa e desperta em minha mente, essa vontade inexplicável de escrever, o frio me deixa vulnerável e impaciente.
Maldito vento sul, que vem trazendo e soprando essa fria saudade, que vem com a chuva molhar meu rosto e trazer ao coração a lucidez.
Maldita também a lucidez, que te traz e te refaz dentro de mim, que me traz a memória, tudo que venho tentando esquecer, toda essa ausência que me faz sofrer, quem nunca sentiu o peso da indiferença não sabe o que é de amor sofrer.
Talvez eles ainda olhem a foto do outro, porque não? Ela porque viu uma foto no instagram de um amigo que postou um dia atrás, e perceba o quanto aquele sorriso está mais lindo ainda. Talvez ele esteja agora olhando foto dela, lembrando da covinha do rosto dela quando sorri. Porque não? Alguns detalhes se perderam no tempo, pode ter muito tempo que não se veem. Talvez continuem fazendo as mesmas coisas que faziam, só que agora separados. Insistem em assistir séries que assistiram juntos, os filmes e relembrem todos os passos que deram juntos. Escondidos choram de saudades um do outro, quando a noite cai e a solidão pesa. Talvez ele ainda tem aquela cara de manhoso quando deitava no colo dela, pedindo um cafuné e sinta saudade do quanto ela era boa nisso. Talvez ela ainda sinta a falta das risadas ecoadas quando desciam as escadas do prédios porque o elevador tinha parado de funcionar. Talvez ele trema toda vez que escute o nome ela, quando os amigos sem perceber tocam no nome. Quem sabe sintam saudades nos trajetos percorridos um do outro, o restaurante que ela mais gostava e a cidade que dizia que queria conhecer. Talvez ele visite essa cidade com outra pessoa e sinta um aperto no coração de saudades dela, e ela descubra que ele foi com a outra e chora escondida pra ninguém ver. Talvez as lembranças ainda estejam vivas, dia a dia, e ela passe na frente da casa dele e não tem coragem de tocar o interfone e dizer, desça, estou com saudade. Talvez ele mude o trajeto de sua casa, com medo de encontrarem e não ter palavras pra dizer nada a ela. Talvez pensem todos os dias um no outro, abre o whatsapp na esperança que ele o chame pra conversar e ele olhe as fotos no instagram dela, cheio de saudade e apesar disso, preferem o silêncio. Que arde dia após dias, querendo apenas um oi, um olá, mas não se falam, por simples orgulho e um medo de um novo adeus.
Ela pode estar agora lendo a carta que veio com flores no dia dos namorado que ele deu, suspirando a poesia, e ele esteja lendo suas palavras e bilhetinhos que ela escrevera, querendo reviver tudo. Pode estar procurando ela em outra, e ela ele em outros, em vão, aumentando a saudade, e a vontade de quem alguém o tire da memória.
Talvez ele nem consiga mais falar o nome dela, e talvez ela fale com as amigas o nome dele todo dia, até o dia que cansar e preferir relembrar em silêncio.
Ele pode estar escutando a música de deles, as bandas estranhas que descobriram ou aquela musica que tocou quando viajaram. Ou quem sabe ela fica observando vozes tentando encontrar a voz parecida com a dele.
Talvez ele esteja lendo agora a jura de para sempre escrito num texto antigo, e que isso o atinja como uma flecha acertando o coração, que dói. E ela esteja escrevendo e pensando nele, em todos os toques e beijos e que delicadamente uma lágrima cai.
Talvez percebam que fazem mais falta do que imaginam, e que a tristeza da saudade não passará, e a distancia não curará. Agora talvez, ele só quer estar nos braços dela e ela nos braços dele.
De algum jeito eles sentem falta, só não admitem, mas agora ou em algum tempo vão perceber que estar juntos é o que fazem felizes, e não tem graça Paris ou Veneza com outra pessoa. Porque eles só pensam em uma coisa, que voltem e que sejam felizes. Talvez eles voltem, mas o orgulho não os deixam reconciliarem. Talvez sim, talvez ou talvez não. Só restam a ele essa quebra de silêncio e orgulho que faz que tudo dê errado e impedem de serem felizes.
E quando as nuvens na noite desencobrir as estrelas
eu com certeza vou te ver distante de mim
mais brilhando com tal intensidade que parecerá estar diante de meus olhos.
Março foi teu nascimento para no mesmo mês ressurgir como uma estrela no céu.
Ó meu deus o que fazer com tanta saudades eu amo tanto vc minha linda e sinto tanto saudades que nem mesmo o trabalho tampa a falta e a saudades que sinto de vc te amo princesa bjusssss
Sem querer perdi você, sem querer pedi perdão, sem perceber derrubei o copo, mas do nada juntei os panos e saí, corri por uma estrada sem fim, cansei e olhei pra trás e nada sublimava você, e então percebi que cada vez mais distante tornava, e sua presença virou em mim um obstáculo que não mais fluía. Adormecer sem ti é como me deitar sem sonhar, levantar sem querer, bocejar forçado. Onde andará quem um dia sorriu pela última vez em um tom de "Saudações estou aqui"
Depois que te conheci
Tudo mudou pra valer
Deixei um pouco de mim
Levei tanto de você
Imaginei tantos planos
Planejei tanta loucura
E agora estou aqui
Tentando achar a cura
Pensando o que deu errado
Juntando o que restou
Pois saudade é o que fica
De quem não ficou
Teu rosto
Onde um índio passa e canta
E se enlaça em Caymmi e Mozart
Foi-se depressa tal como a jangada
Cujo limite são as léguas do mar.
A amizade é graça
cartas nunca escritas, notícias sem dar.
Ah Amazônia das fugas e percursos
Teu rosto invade e alaga devagar.
Feliz Natal!
A vida é tão frágil, por isso temos que viver o hoje, afinal, não sabemos se teremos um amanhã!
Pessoas são frágeis, por isso, temos que aproveitar o máximo de tempo com quem amamos, pois elas talvez também não estejam aqui amanhã!
Hoje eu aprendi a dar importância às pequenas coisas, aos pequenos gestos, aos simples momentos, mas que me revelaram uma gigante importância.
Então, neste Natal, viva intensamente cada segundo com todos que ama, afinal, sua ceia poderá ser biscoito água/sal e suco sem açúcar, mas o que mais sentirá falta será das pessoas que ama!
CONVÍVIO DOS MORTOS
Quero tudo que não me foi,
Tudo talvez o que não mais é
A despedida da antiga e errônea dor
Da pobre esperança sensata
constituída em fé.
Quero abraçar esta noite nebulosa como última,
aquela que não se veem a chegar
A que possui dois córregos de um mesmo rio separados,
Que sem escolha trilharei...
Ao certo, onde será o que se esperam?
Quero junto a ti nesta sossegada paz
Ir além do conhecido, do eterno
Do místico ao surreal,
Do terço à boêmia.
Quero esse sentimento mentiroso e egoísta
Devastador!
Que o que em outrora, de um lado da moeda, consolador!
Quero estar com olhos de enfermos e desfalecidos diante de tuas faces e momento,
Ver-te de baixo
Para que nao o veja,
O olhar negro, abetumado, abioso,
Pois bem sei que o lugar que virgílhas
Em mero relance antigas idas,
Não encontrarás o recinto que cobriu-me
Como o soprar da ultima vela.
Não quero enxergar o que os os lhos inibem
As neblinas que não se dissipam,
Omite ao olhar a certa cegueira
Sob tão cedo catatumbas bem mal cuidadas,
Que não tiveram a verdadeira despedida
Desta face de teus cabelos
E do medo que se prega.
Em suspiros que sussurram, se proliferam
E nao se passam, se propaga
Contaminam este convívio dos mortos,
Inquieto, constante, devaço, tenebroso
Infecta os vivos que temem, não deixam a de temer...
E nestas caminhadas noturnas que rogam
Suplicam ao tempo que não permitira esquecer
O vácuo deste solo sem saída
Que o menor ser procura romper,
Quero encontrar este endereço baldio
Que se fez morada e não flui
Que vaga e não dilui
Neste imenso cemitério que não mórbido
Se tem o que não foi,
O que apenas se constitui.
Willas Fernandes. 17.12.15.
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