Saudade de Filho que Estuda Fora
Desejando encorajar o progresso de seu jovem filho a piano, uma mãe levou seu pequeno filho a um concerto de Paderewski. Depois de sentarem a mãe viu uma amiga na platéia e foi até ela para saudá-la. Aproveitando a oportunidade de explorar as maravilhas do teatro, o pequeno menino se levantou e eventualmente suas explorações o levaram a uma porta onde estava escrito "PROIBIDA A ENTRADA". Quando as luzes abaixaram e o concerto estava prestes a começar, a mãe retornou ao seu lugar e descobriu que seu filho não estava lá. De repente, as cortinas se abriram e as luzes caíram sobre um impressionante piano Steinway no centro do palco. Horrorizada, a mãe viu seu filho sentado ao teclado, inocentemente catando as notas de "Cai, cai, balão". Naquele momento, o grande mestre de piano piano, e sussurrou no ouvido do menino: "Não pare, continue tocando". Então, debruçando, Paderewsky estendeu sua mãe esquerda e começou a preencher a parte do baixo. Logo, colocou a sua mão direita ao redor do menino e crescentou um belo acompanhamento de melodia. Juntos, o velho mestre e o jovem noviço transformaram uma situação embaraçosa em uma experiência maravilhosamente criativa. O público estava perplexo. É assim que as coisas são com Deus. O que podemos conseguir por conta própria mal vale mencionar. Fazemos o melhor possível, mas os resultados não são exatamente como uma música graciosamente fluída. Mas, com as mãos do Mestre, as obras de nossas vidas verdadeiramente poem ser lindas. Sinta seus braços amorosos ao seu redor. Saiba que suas fortes mãos estão tocando o concerto de sua vida. Lembre-se: Deus não chama aqueles que são quipados. Ele equipa aqueles que são chamados. E Ele sempre stará lá para amar e guiar você a grandes coisas. Só é últil o conhecimento que nos torna melhores!
Como pode a distancia tentar nos afastar se meu coração te prende dentro dele e minha alma te segura tal qual uma planta que se agarra em uma arvore para jamais se soltar...
UM BRASILEIRO DE VERDADE
SEMPRE LUTANDO POR NOSSOS FILHOS BRASILEIROS
HOMEM DE REAL VALOR PELAVIDA SEMPRE LUTOU
UNINDO CONHECIMENTO COM A FORÇA DE TRABALHO
NUNCA DESISTINDO DE SUAS METAS
JUNTO COM FILHOS NORAS E NETOS
IRÁ FORTALECER NOSSA SOCIEDADE E NOSSAS FAMILIAS
NA DEDICAÇÃO DE SUA VIDA A NOSSO PAÍS
INSTANTES VALEM POR DIAS INCANSÁVEIS
SUA IDADE AVANÇADA NÃO É DESCULPA PARA O LABOR
HORAS DE QUALIDADE TÊM DEDICADO COM SEU SUOR
IMPORTÂNCIA SEMPRE DEU AO ENSINO E AO APRENDIZ
MUITO TEM FEITO PELA AGRICULTIRA BRASILEIRA
UNINDO O BRASIL DE NORTE A SUL COM O MUNDO
REEDUCANDO O FILHO DO AGRICULTOR PARA VIDA
AMANDO TODOS, COM CARINHO, RESPEITO E CIDADANIA
Quando meu filho nascer, não façam desta vida um estandarte, nem acenem para ele com esperanças de melhores tempos.
Quem garante?
AS MÃES E SEUS FILHOS
CERTO DIA...
TRÊS MULHERES FORAM ATÉ UM POÇO BUSCAR ÁGUA.
ALI, JUNTO AO POÇO ,
UM VELHINHO ESCUTAVA O QUE AS MULHERES
CONVERSAVAM.
UMA DELAS DISSE:
-MEU FILHO É O MAIS ÁGIL E RÁPIDO DE TODOS OS ALUNOS NA ESCOLA.
COM TODA CERTEZA, ELE SERÁ UM GRANDE ATLETA E DESPORTISTA.
VAI GANHAR MUITAS MEDALHAS E DINHEIRO. VAI FICAR RICO COM O ESPORTE.
AÍ A OUTRA MÃE DISSE :
-MEU FILHO, ELE TEM A VOZ MAIS MELODIOSA DE TODOS OS ALUNOS DA ESCOLA.
NA CERTA SERÁ UM GRANDE CANTOR.
VAI GRAVAR MUITOS DISCOS.
ELE TAMBÉM VAI GANHAR MUITO DINHEIRO
E VAI FICAR RICO.
E,POR ÚLTIMO, DISSE BEM BAIXINHO...
A TERCEIRA MULHER :
-MEU FILHO NÃO FAZ NADA DE ESPECIAL.
DEPOIS DESTA CONVERSA...
AS TRÊS MULHERES PEGARAM CADA UMA OS SEUS PESADOS BALDES
PARA VOLTAR PARA CASA.
NESSE INSTANTE, VIERAM CORRENDO AO SEUS ENCONTRO OS TRÊS FILHOS.
O PRIMEIRO FAZIA PIRULETAS,UMA ATRÁS DA OUTRAS.
O SEGUNDO CANTAVA COM UMA SABIÁ.
O TERCEIRO PORÉM, PEGOU O PESADO BALDE DE SUA MÃE E O LEVOU PARA CASA.
FOI ENTÃO QUE A PRIMEIRA MULHER VIU O VELHINHO E LHE PERGUNTOU, ESPERANDO UM ELOGIO:
-O QUE O SENHOR ACHOU DE NOSSOS FILHOS?
O VELHINHO,RESPONDEU :
SEUS FILHOS?
EU SÓ VI UM !
FOI AQUELE QUE PEGOU O BALDE DE SUA MÃE E O LEVOU PARA CASA.
"cada mãe avalia os seus filhos assim com este velhinho"
revista que eu assino...
"mensageiro luterano"
maio de 2006
autor desconhecido
ser mãe é uma coisa, ser filho é outra coisa. um tem que deixar o outro respirar se quiserem chegar a algum lugar.
Menino levado a tona das cores
Filho de Macunáima
Neto da sensibilidade
Guerreiro amazônico da arte
Passeando de ubá com simplicidade.
No silêncio, na distância crucial que tortura e agoniza, eternizamos com a candura de um possível sublime amor
Nunca prefira um filho a outro, ame-os como são e respeite seus caminhos, projetos e, principalmente, sonhos. Nunca prometo aquilo que você não pode cumprir, pois a promessa de um pai não cumprida frustra os sonhos daquele que você gerou e deve honrar por toda a vida.
Não há dinheiro no mundo que compre o sorriso de confiança e abraço sincero de um filho. A vida passa num instante e muitas vezes é tarde demais... Longe demais... Triste demais... E aquele momento especial se perde para sempre...
Filho
Que primor de criatura é aquela?
Que se ri do seu doce viver?
Que é feliz sem de nada saber?
Um alguém assim: puro e ingênuo
Que age por instinto e sente por prazer
Ah! O prazer de amar essa criatura...
Essa criatura linda e pura
Essa perfeição que Deus me concedeu
Mais que tudo, o meu amor é teu
De tudo que possa fazê-lo chorar..
O mínimo de "tudo" é capaz de fazê-lo brincar...
Essa maravilha que vive de inocência
Num mundo mágico e colorido
Um pedacinho da gente com vontade própria...
" A Verdadeira Missão que Deus envia
Ao seus filhos nunca pelas mãos dos Homens
Só pelas Mão do Pai é sempre recomeça."
Colo 1. A parte do corpo humano formada pelo pescoço e ombros. 2. Local onde o filho se sente protegido pela mãe. 3. Abrigo (de amigo) 4. Refúgio para as horas tristes.
Os seres humanos não nasceram para viverem sozinhos, não a toa, são uma das únicas especies animais, em que a cria depende exclusivamente do auxilio da mãe, por um longo periodo de tempo, seja por proteção, alimentação e aprendizado. Por viverem juntos, acabam por criar laços, vincúlos e relações especiais. Laços esses, que às vezes, se tornam uma dependencia estranha.
Para cada ser humano, existem pessoas que são especiais, não por terem algo especial, apenas porque elas são o ‘colo’ desse ser humano. Comumente, essas pessoas são as mães, os pais, irmãos, ou alguém da familia, e às vezes, alguém de fora, que você conheceu por conhecer, pelo destino mesmo, esses são os amigos, os amores…
O colo de uma pessoa especial, nada mais é que o local onde nos sentimos mais seguros, onde derrubamos algumas, senão todas as máscaras, onde confiamos nossas verdades e mentiras, nossos defeitos e virtudes, tudo que vier a cabeça, sem ter medo do julgamento que virá, pois confiamos nesse julgamento.
Algumas espécies de aves, tem um local para voltar a cada nova estação, é lá que se sentem seguras para perpetuar a espécie, são os chamados ninhos. Para nós, seres humanos, os nossos ninhos, são um abraço apertado dessa pessoa especial, que nos aquece, protege, encoraja, fortalece e alegra.
O incrivel, é que tem vezes que o nosso abrigo some, o local que cativamos tão bem, simplesmente some, e aí como ficamos? Para onde correr?
Por serem humanos, assim como nós, nosso ‘colo’, é instável, e vulnerável, que acaba por fugir, ou desaparecer, nas horas que mais precisamos, ou em horas que nem precisamos, mas que nós queriamos que estivessem ali, de reserva, esperando por nós. Isso porque somos egoístas, e sujeitos a esse sentimento, acreditamos que dividir o abrigo, poderia nos fazer perdê-lo, e aí temos ciúmes, bobos ou não. Porque o abrigo é nosso, queremos que ele sempre esteja ali, esperando para nos atender, nos ajudar, nos levantar, mas não é assim. Seres humanos são um ninho, que precisam de outro ninho, e assim por diante, porque somos carentes, ou seja, às vezes o colo é recíproco, porém, por existirem pessoas defeituosas, nem sempre a reciprocidade garante segurança desses ninhos.
Havia aquele garota, que dizia não sentir, conquistava dizendo não querer, e na verdade sempre queria. Ela era egoísta o bastante, para gostar de ver vários garotos atrás dela. Não que ela consumasse as conquistas, apenas, os enebriava com seu charme, e os fazia ‘seus’, suas reservas, seus abrigos, as amigas dela até reclamavam, que ela tinha mais amigos, que amigas.
Só que também existia esse garoto, despreocupado e livre, que acabou por ser cativado por ela, e respondeu com carinho, ela o colocou no banco, e ele não se importou, continuou sua vida. Isso a intrigou, a fez correr atrás dele, e consumar o sentimento, desaparecendo logo depois. Ele ligou algumas vezes, mais para saber noticias dela, do que para tentar continuar a consumar o sentimento, mas ela o esnobou.
Ele seguiu sua vida, fluindo mais uma vez, e ela ficou ofendida, no começo, depois foi atrás. E aí eles seguiram, se perpetuando um ao outro, a um relacionamento estranho. Em que ele sabia que ela nunca seria dele, e ela sabia que ele não iria parar sua vida para tentar suprir as falhas emocionais dela. Eram o ninho um do outro, porque cada tampa tem sua panela, mesmo que ela não se encaixe perfeitamente, só de tampar, já estava de bom tamanho.
Independente da diferença, dos defeitos, das falhas. Era onde se sentiam seguros, e onde iriam procurar abrigo, quando tudo o mais falhasse.
E lá ia ele, sem prestar no caminho atenção
Era mais um desses inumeros filhos de Adão
Que todos os dias perdem mais uma daslições
Ensinadas naquela lendária criação
E sem perceber tragados são
Para um mundo cheio de desilusões
Ia alegre e entusiasmado
Só por estar bobamente apaixonado
Por aquela filha de eva
Que tão pura parecia ser,
Mas que sem perceber passou a ter
A mais sombria das trevas
E nenhum dos dois percebeu tal fato
Até que um acidente envolvendo um pobre gato
A fez mostrar sua verdadeira face
Uma dignissima e fria classe
Diante da ceifadora silenciosa e calma
Que vinha lhe roubar a alma
Foi aí que ele percebeu a grande ofensa
Que sua amada cometeu ao ignorar a morte
Sem perceber que estava abusando da sorte
Ao encará-la com total indiferença
Pobre criança, foi levada tão jovem
Pela foice que os túmulos movem
Levando consigo também o inocente coração
Daquele coitado filho de Adão
Que outrora era tão sorridente
Agora acabou por ser tão cruelmente
Para com aquelas pessoas que ficam comovidas
Com o final de uma qualquer vida
Pobre e tolo filho de Adão
Tão jovem e tão inocente
Nunca percebeu que para a Morte
Não importa o quão seja forte
Sempre terá um vulnerável coração
Que possa ser emagado cruelmente
E foi só quando solitário morreu
Que lembrou daquela lição
Ensinada ao seu antepassado chamado Adão
E finalmente percebeu
Que não deveria anseiar mulher aleia
Senão acabaria preso numa viciosa teia
Tecida pelo pobre coitado
Que teve seu amor roubado
E acabou por inconscientemente desejar
A morte daqueles dois foram se amar
Sem se importar com seus sentimentos
Geradores dos frios pensamentos
Culpados pela infortúnia sorte
Que abateu os amantes com a morte
No transcorrer da vida percebemos que a nossa estrada não é a mesma de nossos filhos, por isso eles devem andar sozinhos.
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