Saudade de Filho que Estuda Fora

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⁠"A ausência da essência, favorece o caos, de uma vida vazia"

Inserida por TanileSilva

⁠Se nesta relação o outro só te oferece ausência, por que você se cobra de estar tão presente? Por que ainda se doa e simplesmente para longe não voa?

Inserida por felippepimenta

Meus filhos terão computadores, sim, mas antes terão livros. Sem livros, sem leitura, os nossos filhos serão incapazes de escrever – inclusive a sua própria história.

O que nos leva a escolher uma vida morna? A resposta está estampada na distância e na frieza dos sorrisos, na frouxidão dos abraços, na indiferença dos "bom dia", quase que sussurrados.

Sarah Westphal

Nota: Trecho do poema "Quase", muitas vezes atribuído erroneamente a Luis Fernando Veríssimo.

Não deverão gerar filhos quem não quer dar-se ao trabalho de criá-los e educá-los.

Platão
Críton (Sobre o dever).

Nossa dor vem da distância entre aquilo que somos e aquilo que idealizamos ser.

Alain de Botton

Nota: A frase costuma ser atribuída a Friedrich Nietzsche. Na verdade, a frase foi dita por Alain de Botton na série "Philosophy: A Guide to Happiness" (transmitida em 2000), no episódio sobre Nietzsche, intitulado Nietzsche on Hardship (Nietzsche e o Sofrimento, em tradução). O pensamento é uma interpretação das ideias de Nietzsche feita pelo escritor Alain de Botton, e também está presente em seu livro "As consolações da filosofia" (2000).

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Solidão é a distância
que o separa de você mesmo
e não a distância
que o separa dos outros.

Não sou nenhum anjo. Sou filho da vida.

Ainda que chova, ainda que doa. Ainda que a distância corroa as horas do dia e caia a noite sem estrelas, o mundo brilha um pouquinho mais a cada vez que você sorri.

Quanto mais a sociedade se distancia da verdade, mais ela odeia aqueles que a revelam.

Selwyn Duke
Stopping truth at the border: banning Michael Savage from Britain. Renew America, 6 mai. 2009.

Nota: A citação costuma ser erroneamente atribuída a George Orwell.

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Não é a distância que mede o afastamento.

Não, eu não estou solteira. Estou em um relacionamento de longa distância porque o meu namorado mora no futuro.

Olhar para trás após uma longa caminhada pode fazer perder a noção da distância que percorremos, mas se nos detivermos em nossa imagem, quando a iniciamos e ao término, certamente nos lembraremos o quanto nos custou chegar até o ponto final, e hoje temos a impressão de que tudo começou ontem. Não somos os mesmos, mas sabemos mais uns dos outros. E é por esse motivo que dizer adeus se torna complicado! Digamos então que nada se perderá. Pelo menos dentro da gente.

Muitos filhos só entenderão que deveriam ter conhecido e amado mais seus pais no dia em que eles fecharem os olhos para sempre.

Posso pegar meu telescópio e ver milhões de quilômetros de distância no espaço; mas também posso pôr meu telescópio de lado, ir para o meu quarto, fechar a porta e, em oração fervorosa, ver mais do Céu e me aproximar mais de DEUS do que quando estou equipado com todos os telescópios e instrumentos do mundo.

Longas amizades continuam a crescer, mesmo a longas distâncias.

Teus filhos não são teus filhos. São filhos e filhas da vida, anelando por si própria. Vem através de ti, mas não de ti. E embora estejam contigo, a ti não pertencem. Podes dar-lhes amor, mas não teus pensamentos, pois eles têm seus pensamentos próprios. Podes abrigar seus corpos, mas não suas almas, pois suas almas residem na casa do amanhã, que não podes visitar-se quer em sonhos. Podes esforçar-te por te parecer com eles, mas não procureis fazei-los semelhante a ti, pois a vida não recua, não se retarda no ontem. Tu és o arco do qual teus filhos, como flechas vivas, são disparados. (...) Que a tua inclinação na mão do arqueiro seja para alegria.

Khalil Gibran
O profeta (1923).

Um pai sábio deixa que os filhos cometam erros.

Você é jovem, meu filho, e, com o passar dos anos, o tempo vai mudar e até mesmo reverter muitas das suas opiniões presentes. Abstenha-se, portanto, um tempo de configurar-se como um juiz dos maiores assuntos.

Reconstruindo o mundo

O pai estava tentando ler o jornal, mas o filho pequeno não parava de perturbá-lo. Já cansado com aquilo, arrancou uma folha - que mostrava o mapa do mundo - cortou-a em vários pedaços, e entregou-a ao filho.

“Pronto, aí tem algo para você fazer. Eu acabo de lhe dar um mapa do mundo, e quero ver se você consegue montá-lo exatamente como é”.

Voltou a ler seu jornal, sabendo que aquilo ia manter o menino ocupado pelo resto do dia.

Quinze minutos depois, porém, o garoto voltou com o mapa.

“Sua mãe andou lhe ensinando geografia?”, perguntou o pai, aturdido.

“Nem sei o que é isso”, respondeu o menino. “Acontece que, do outro lado da folha, estava o retrato de um homem. E, uma vez que eu consegui reconstruir o homem, eu também reconstruí o mundo”.