Saudade de Filho que Estuda Fora
O passado tão lindo, e maravilhoso que me fazia feliz, quando lhe via ou brincava com você, está sempre presente na minha memoria e tão reais nos lugares onde estivemos juntos. Agradeço a Deus pelas oportunidades de te abraçar, te beijar e lhe fazer dormir. Agora o sofrimento e a saudade me acompanham, porque vejo você, ainda que invisível, à brincar e correr por todos os lugares...
Seus beijos são como fogo ;
Fogo que arde em desejo por você.
Os dias que passam sem você são frios.
Inverno de saudade que me ivade;
Mas, logo os dias vêm, tudo passa;
Me trazem você de volta;
Pra manter essa chama acesa.
Somos mais um entre tantos
Angustiados, inacabados,
Unidos pelo mesmo tom.
Divididos, razão e emoção.
Ancorados na ilusão do tempo.
Dizendo, queremos volta-lo
Eternizados no momento perfeito. Saudade!
Licença poética:
Existe uma canção no silêncio de um fim de tarde,
Assim é o pôr do sol no sertão, a lua toca violão,
Quando a fogueira acende a saudade.
"Minha vida é mais bonita
quando estou ao teu lado.
Tudo tem mais cor e eu só posso
agradecer por esta amizade abençoada!
Indecisão
Estarei aqui
De baixo dessas estrelas
Onde a brisa do mar nos abraçou
Onde o meu guia jamais me calou
Onde eu sei que você me deixou
Estarei aqui
Desejando um beijo seu
Procurando qualquer sinal que se perdeu
Na esperança de tocar-te... esquecendo o meu lado ateu
Estou aqui... para variar
Criando utopias em susurrurar
Para ninguém ouvir o meu rogar
Para ninguém desejar as formas... o seu tocar.
Será que estarás aqui?
Me pergunto ferozmente
Com a saudade corroendo a minha mente
Me perdendo nesse deserto ardente
Que é a solidão.
Não aguento mais procurar
Vou embora sozinho a pensar
Será que o meu amado me esqueceu no além do mar?
Espero que você não tenha outro alguém
Mas se estás feliz, posso seguir também.
Aguentei bastante, desejo que saiba disso
Minha esperança foi forte, mas eu tenho juízo
Não irei esquecer de você, nem pretendo, meu amado
Mas o afago da saudade me deixa desequilibrado
Na corda bamba do seu amor aclamado.
"""""""""""""""""""Ínfima Existência"""""""""""""""""""
Se eu tivesse que dizer exatamente o que sinto, te poluiria.
Quando pequeno desconhecia o todo que me rodeava e desde então o mesmo me encanta. Vai segundo vem segundo, e não me esqueço. As experiências que tenho só servem pra me acarretar mais dever. Dever com a ínfima existência da minha pessoa. Essas palavras que deixo são a esperança de manter a mesma.
A química e o magico se misturam de uma forma desconfortável. Gostaria de poder amar um e odiar completamente o outro, contudo não sou dono do cosmos, mas filho dele.
Sinto falta de chá de erva doce pela manhã...
UM NOVO OLHAR PARA AS LUZES DE NATAL
Em um certo dia do ano de 2021 eu havia saído com minha família e decidimos dar uma volta no centro para olhar as luzes de natal, porém, neste dia pela primeira vez eu vi algo a mais eu vi aquelas luzes de uma forma que nunca tinha visto antes, meus olhos estavam brilhantes mas dessa vez por que além de achar muito lindo e de me trazer uma alegria aquelas luzes me deram um novo olhar.
Observando as luzes eu reparei que tinha muita luzes
acesas e poucas que ficam um mais apagadas, eu vi aquilo come se fosse minhas memórias.
As luzes bem acesas eram os momentos bons, as saudades, as alegrias, o clima de verão, o cheirinho de terra molhada,as nostalgias, enfim tudo aquilo que traz boas sensações; e as luzes que estavam mais fracas eu via como se fosse os momentos ruins, ou lembranças de alguém que me magoou, as vezes que me senti sozinha, ou que fui humilhada por terceiros, tudo aquilo que trazia sensações ruins.
Pensando nisso aquelas luzes ficaram aí da mais lindas, e minha paixão por elas que eu tinha dês de criança aumentou ainda mais, porque agora não via como simples luzes coloridas mas sim como uma forma de compreender melhor meus sentimentos e pensamentos.
Também me fez pensar se algum dia eu fiz a luz de alguém se enfraquecer, e que eu jamais queria ter feito isso.
Eu vivo em base de acender as luzes de natal das pessoas que eu me importo ou até das que eu nem conheço tão bem, é como se acender as luzes delas (fazê-las felizes) fizesse com que minhas luzes se acendesse também, ou seja, fazer pessoas felizes é o que me faz feliz, não a nada tão lindo quanto um sorriso e uma risada verdadeira.
Conclusão: viva sempre focando nas luzes acesas, e tente ao máximo acender cada dia mais as suas luzes e a de quem está ao se redor.
Seja feliz,fassa as pessoas felizes, não se prenda a coisas/sentimentos ruins. Mire e acerte direto na felicidade.
18/12/2017💔🖤
Quando vc saíu das nossas vidas, e tudo que era preciso para me desmoronou em uma notícia!
𝚂𝙸𝙽𝙲𝙴𝚁𝙰𝙼𝙴𝙽𝚃𝙴... A saudade que tenho de vc dói, mais por um momento é bom (“𝘔𝘦 𝘭𝘦𝘮𝘣𝘳𝘢 𝘲𝘶𝘦 𝘷𝘤 𝘦𝘹𝘪𝘵𝘪𝘶 𝘢𝘲𝘶𝘪”)!
𝘑𝘶𝘯𝘨𝘩𝘺𝘶𝘯🤍🕊
Poema - A Jardineira de Curitiba
Não escrevo a mim
Eu escrevo a alguém
No fim da folha, deixo um relevo
Assinatura à caneta para quem
Me fez sorrir, me fez chorar
Esteve a partir e perdeu-se em mim
Au' Revoir, disse à vida de mártir
Da poesia, à minhas linhas de marfim:
Cantei canções amargas e sem cor
Colhi as sargas, sem flores sofri
Pueril rancor, de mim não largas
À morte, recados que um dia escrevi
Ó amor, enxergue, ela só responde na hora
Não deixe que em ti leve este mal à dentro
Pois aqui fora, ele à ela reacende e reergue
O que esteve apagado por muito tempo
Estas rosas secas, estes frutos podres
Não regaram as freiras, desde às dezoito:
Tornou-se um jardim de dores enfáticas
Onde o delírio do homem permanece acoito.
Sem ti, cara dama, senti as dores
Sem incentivos de quem ama, fomos
Atrás de flores, retornando à goma
Regai nosso jardim, pois melhores juntos somos
assim se passou mais um dia de Natal, levantaram-se as estrelas, e os horizontes estiveram sossegados, e nós deslumbrámo-nos, com a família ao redor, abolimos o tempo e por um bom par de horas abrimos o caminho para a paz, e perpassou por ele um caudal de tempo passado e que ainda nos traz saudade.
Na maioria das vezes, só saberemos o quanto a presença de alguém era importante, quando na sua ausência ela fizer uma grande falta.
Em Brasília, cidade das pedras portuguesas,
Onde a arquitetura impõe suas certezas,
Há um sentimento sombrio de desesperança,
Onde a tristeza dança em cada lembrança.
As ruas delineadas, frias e retas,
Refletem uma alma em busca de respostas,
A saudade permeia os corações solitários,
Em meio a um mar de incertezas e cenários adversários.
As pedras, silenciosas testemunhas do tempo,
Contemplam a melancolia que se faz presente a todo momento,
A nostalgia paira no ar, como um manto de dor,
E a desesperança invade cada recanto com fervor.
O medo sussurra ao pé do ouvido,
Espalhando inseguranças e desassossego aturdido,
Os sonhos se esvaem na vastidão do concreto,
Deixando um vazio profundo e incompleto.
Brasília, cidade de ângulos retos e sentimentos curvos,
Onde a tristeza habita os corações mais reservos,
A desesperança tece teias em cada pensamento,
Deixando o horizonte envolto em lamento.
Mas em meio às pedras portuguesas, uma chama persiste,
Uma luz tímida, que mesmo triste, insiste,
No poder da transformação, na força da esperança,
Para romper as amarras da desesperança e da bonança.
Que a saudade encontre seu lugar de acolhida,
Nos corações resilientes, na alma atrevida,
Que o medo seja um mote para a coragem surgir,
E que as incertezas sejam oportunidades de existir.
Pois mesmo em meio à desesperança e tristeza,
Há uma resiliência que a cidade enaltece,
Brasília, com suas pedras e histórias entrelaçadas,
Guarda a esperança de dias melhores, renovadas.
Que a desesperança e a tristeza possam se dissipar,
Deixando espaço para a alegria voltar a ecoar,
E que a cidade possa reencontrar sua luz,
Em meio às pedras portuguesas, no compasso da cruz.
Em Brasília, cidade das retas infinitas,
Onde o concreto se ergue em altas vistas,
Há uma atmosfera densa de melancolia,
Onde a saudade vagueia, o medo se cria.
Nas ruas largas e desertas, ecoam os passos,
Dos corações solitários, em tristes compassos,
A desesperança permeia cada esquina,
De um lugar onde as incertezas se aninham.
Os monumentos frios, impessoais e imensos,
Refletem a alma vazia, quebrada em pedaços,
Os sonhos outrora vivos, agora adormecidos,
Na poeira das promessas não cumpridas.
E no coração da cidade, um silêncio profundo,
Onde o eco da tristeza ressoa, fecundo,
O olhar cansado dos que buscam um abrigo,
Na imensidão de concreto, perdidos, sem-abrigo.
A saudade, essa dor pungente, se insinua,
Pelas avenidas, pelos parques, na alma nua,
E os corações, em vão, buscam aconchego,
Mas encontram apenas a desesperança, no seu apego.
As lágrimas rolam pelos rostos envelhecidos,
Pelos sonhos que murcharam, sem terem sido vividos,
O medo paira no ar, qual sombra aterrorizante,
Crescendo nos corações, como uma erva sufocante.
Mas mesmo em meio às trevas da desesperança,
Resiste uma chama tênue, uma esperança,
Que clama por dias melhores, por uma nova aurora,
Por um renascer que dissipe toda essa angústia que aflora.
Pois Brasília, apesar de sua frieza e solidão,
É berço de sonhos, de lutas e superação,
E no peito de cada brasiliense, ainda pulsa,
A força para enfrentar o desespero que se avulta.
Que a saudade, o medo e as incertezas,
Se transformem em sementes de novas certezas,
E que no horizonte, enfim, se vislumbre a esperança,
Para que Brasília possa renascer em uma dança.
Que a desesperança dê lugar à resiliência,
E a cidade revele sua verdadeira essência,
Pois só assim, nas ruas amplas e céus abertos,
Brasília encontrará o alento para vencer seus desertos.
Não é a mesma coisa…
Olhar o por do sol sem sua presença
A beira do mar sentindo a boa e velha brisa
Eu só queria estar com você
Mesmo sabendo que isso nunca vai acontecer
Talvez tenha perdido nossa única oportunidade
Mas o que fazer? agora é tarde
Tivemos os melhores momentos bons e ruins
E lembro de todos eles mesmo assim
Querer poder ser e estar
Mesmo sabendo que isso esse dia nunca vai chegar
Essa sensação angustiante de querer quem já se foi
E pelos meus erros peço que me perdoe
E ainda assim no lapso de euforia
Uma memória boa se inicia
E o choro por sua vez
O acompanha no fim do dia
Eu te amo, mamãe.
Quantas vezes deixamos de dizer essas doces palavras,
apesar de saber o quanto ela desejava ouvi-las?
E, agora, as dizemos em oração.
Saudade de minha mãe
Demorou, mas reconheço...
De coração, teus cuidados agradeço,
pois sempre corria quando eu precisava,
dizendo que me amava.
Fizestes do amor o caminho,
para encher-me de carinho.
Sempre com seus cuidados,
e seus beijos ternos e carinhosos,
quando estávamos dengosos.
Mãe, doce palavra, que chega n'alma,
e que sempre na dor, nos acalma.
Mãe quero apenas te abraçar,
e todo meu amor lhe dedicar.
Desculpas venho lhe pedir,
pelas vezes que te fiz se afligir.
Mãe, antes tarde do que nunca.
Por que não disse que te amo mais vezes?
Mãe, onde estiveres...
Perdoe-me agora, tá?
Venha secar esta lágrima teimosa...
O saudosismo é uma sensação tão poderosa, ao ponto de projetar na existência humana, uma extrema necessidade de acreditar em uma realidade paralela onde o esquecimento, a morte, a dor e o sofrimento não existam, por mais que isso seja uma vã e tola ilusão do eu. Os pressupostos de pós-vida são muletas Metafísicas de subterfúgio de sentido existencial, fruto do desespero mediante o desamparo e separação dos entes que amamos.
Há um tempo atrás, eu me lembrava de você com saudades, com uma nostalgia bonita do que foi sem nunca ter sido. Hoje, nas raras vezes que penso em você, eu sinto saudades de mim, da pureza que você levou, dos meus sonhos que você matou e do horizonte que se estendia à minha frente cada vez que eu abria as janelas da alma e olhava pra dentro de mim.
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