Saudade de Casa

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Vivo numa casa que tem palmeiras,

E você ainda não se deu conta,

Que eu vivo à beira mar.

E que da vida só levarei as grandezas,

Para sempre esquecerei as pequenezas,

´- eu vivo para escrever e sonhar.

O Frei me disse que o escritor tem uma

sina: "- O escritor de tanto escrever acaba

deixando a vida levar...".



Ainda sou moça tenho muito o que viver,

escrever e te amar.

Hoje passei a minha tarde pensando

o nosso amor na beira da praia,

- eu estou a te esperar.

Vivo nessa roda viva escrevendo,

Doidamente cada perfume do meu

pensamento,

Nascido do sentimento,

E forte como filho do vento.



Ao cair desta tarde, apreciei você meditando

na areia da praia,

Deixei o mar tocar os meus pés,

O céu estava brilhante e remexido,

Fiquei de longe te olhando...,

A tua pele macia...,

A tua barba e o teu sorriso branco.

Sim, vi um pássaro voando desacompanhado

voando na imensidão;

Foi um sinal divino que você estará chegando

para me tirar de vez da solidão.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Sempre tem
um vizinho
que se abraça
com o capeta
e depois se casa.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Amar verdadeiramente é como deixar a sua casa com as portas e as janelas completamente abertas para o sol entrar. Amar é liberdade!

Inserida por anna_flavia_schmitt

Desejo um Ano Novo
para a gente gostar
mais da gente,
da Família da gente,
da casa da gente,
dos vizinhos da gente,
da rua da gente,
da cidade da gente,
do estado da gente,
do país da gente,
do continente da gente
e do mundo da gente.

Feliz 2020!

Inserida por anna_flavia_schmitt

Não adianta só mandar o povo se recolher em casa se a maioria não tem comida para se alimentar direito, para manter pessoa forte é necessário uma boa alimentação. O povo precisa comer. Alimentem o povo, pelo amor de Deus! Sem alimentação decente não há imunidade que se sustente.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠A porta que leva
ao jardim dos fundos
de casa foi aberta,
e fui em busca
de ares ocultos,

Para receber
os teus olhos lindos
capazes de cruzar
nossas fronteiras
e desatar defesas;

És o meu melhor
esquema e ainda
nem aventa isso,
a Lua sabe o quê
para nós imagino.

Para me orgulhar
das tuas mãos que
sabem desarmar
com amor e delícia
as bombas internas:

Todo dia poemas
e confissões tenho
escrito porque sei
que você lerá como
merecem ser lidos,

Não nos vemos
e nos sentimos,
porque em nós
há algo de infinito,
e o Universo protege.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Quem não tem palavra não pode exigir nada. Um intruso não pode dar ordens aos donos da casa.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Aos quatro ventos
disseram que vivo
no mundo da Lua,

Se esqueceram
que a Lua é
a casa dos poetas,

Com os pés feitos
de ipê amarelo
e pluma ousada,

Que não cala
jamais deixando
ninguém calar,

E quer saber
quando a tropa
e o General irão soltar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Timbó Poética

Do Médio Vale do Itajaí
tu abriga a poesia,
o endereço da Casa do Poeta,
a minha alegria de te ver
esbanjando cada melodia
e a gentileza de sempre
que que me dá força
fazendo com que surja
um poema novo todo o dia
que tu me leva pela mão
para passear por cada rima.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Como a flor aguarda ser
Regada pelo dono da casa,
Vesti-me de esperança;
Para me abastecer
De notícias de liberdade
Como tem que ser.
Era para ser
a sua vez
E a dos demais,
De novo roubaram
A minha santa paz.
Após as oitenta e uma
Voltas complexas,
Não há como calar
Que existem cativos
Da pior loucura,
Pois há uma Ditadura.

Inserida por anna_flavia_schmitt

“O medo de sair de casa me assombra,
se pelo menos soubesse que te encontraria,
numa esquina qualquer da vida.
Mas, na cidade onde moro não há esquinas.
As ruas são infinitamente movimentadas.
pessoas não param, não se cumprimentam,
por isso tenho medo de sair de casa, contudo,
a solidão com quem habito em quatro paredes,
já começa a me espreitar, como um monstro
se aproxima de mim, receio que em breve me devorará.”

Inserida por EvandoCarmo

Numa manhã fria de maio,
em casa do poeta Evan do Carmo,
nasceu a poesia.

Nasceu à revelia
do poeta e da musa
Ruiva de cor e de olhos negros
deram-lhe o nome de felicidade
contudo, poderia se chamar
Giovanna ou Beatriz
Nasceu com enfado
nasceu com preguiça,
mas nasceu sorrindo
não como outrora
a Ninfa nasceu feliz,
não nasceu chorando
como a poesia de Hamlet,

E por que isto se deu?

É que a loucura humana
em celebre audiência
encontrara-se à noite com a lucidez
firmaram um acordo solene
e tiveram como prova a consciência
doravante viria ao mundo
apenas filhos saudáveis
pois o mundo se rendera tardiamente
à carência da cultura e à indigência.

Inserida por EvandoCarmo

“A poesia será sempre o teu abrigo
Uma casa segura, um conforto
Preenchendo a tua vida vã, vazia
Na agonia velada do teu rosto.”
―Evan Do Carmo

Inserida por EvandoCarmo

Construam o mundo com palavras

Importante se fazer casa
pois nela mora o homem físico
serve de abrigo contra o sol e a chuva,
e de aconchego para as crianças.

Mas quanto se a fazer livros
neles moram o espírito da humanidade
os segredos dos homens do futuro
e dos deuses do passado
a esperança de se fazer,
no futuro, um mundo melhor.

Casas podem ser derrubadas
as ideias nunca, uma vez soltas no ar
não voltam mais às suas origens
criam raízes, dão frutos.

Casas mudam um cenário rural e agreste
mudam uma cidade e até um país, mudam aldeias.
Livros mudam o mundo, mudam os homens
fortalece o espírito abatido, libertam as almas.

Inserida por EvandoCarmo

“Nada se compara com a satisfação de voltar para casa, contudo, a nossa casa é aquele lugar onde sabemos que tem alguém à nossa espera. A Minha Casa sempre serão os braços de Iranete Do Carmo

Inserida por EvandoCarmo

DESORDEM, ARTE EM MOVIMENTO

Amo a deserdem da casa
em que duas almas habitam
almas que se doam,
se completam.

Amo assim também o desalinho
da cama úmida de amor e sexo
amo a desordem da paixão
onde não há regras,
tabus ou convenções.

Amo as coisas fora do lugar
papel rasgado,
poemas sendo escritos

Amo a vida de hoje
rejeito o desespero do amanhã
amo a cozinha desarrumada
onde faço amor e poesia
amo tudo que é belo
amo o que somos
arte em movimento!

Inserida por EvandoCarmo

⁠"É preciso saber a hora de deixar a casa, quando o anfitrião se diz cansado da nossa visita."

Inserida por EvandoCarmo

Saiu de casa,
ainda escuro,
fechou sua porta,
saltou um muro
partiu para a lida,
cuidar de porcos
ossos do ofício
coisas da vida
cena impressionista,
natureza morta
sina do artista.

Inserida por EvandoCarmo

⁠Ó medo que me amedronta ao sair
De casa, em busca de quem me conforte
Se pudesse encontrar-te, ó doce sorte,
Em algum ponto dessa vida a fluir

Nesta cidade que me cerca a dor,
Não há esquinas, só ruas agitadas
Pessoas que não se olham, nem se amam,
Tenho receio de sair desse torpor

A solidão me acompanha nesse andar,
Em quatro paredes, mas não me basta,
O monstro dela parece me atentar

Não quero que ela me devore, é gasta
Minha alma, preciso me libertar
Compartilhar a vida, talvez a encontre lá

Inserida por EvandoCarmo

⁠O medo de sair de casa me assombra,
se pelo menos soubesse que te encontraria,
numa esquina qualquer da vida.
Mas, na cidade onde moro, não há esquinas.
As ruas são infinitamente movimentadas.

[Verso]
Medo de sair pela porta
Desejando te encontrar com certeza
No barulho movimentado desta cidade
As ruas não têm mais esquinas

[Verso 2]
Multidões empurram dia e noite
Sentindo falta de lugares onde poderíamos
Nos encontrar na luz
Mas as sombras roubam nossa luta

[Refrão]
Cidade sem esquinas
Fora de controle
Não consigo encontrar amor no trânsito
Tudo está tão estático

[Ponte]
Rostos aleatórios passam por mim
Apenas reflexos nos meus olhos
Esperando que nossos caminhos se cruzem
Mas não há onde se esconder

[Verso 3]
Ruas intermináveis e solo agitado
Não consigo te ouvir no som
O ruído da cidade me mantém preso
Mas ainda espero que você apareça

[Refrão]
Cidade sem esquinas
Fora de controle
Não consigo encontrar amor no trânsito
Tudo está tão estático

Inserida por EvandoCarmo