Sapato

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Lembre-se, a ansiedade é só uma pedra no seu sapato, ache um jeito de tirar ela.⁠

Estou escolhendo um vestido
Provando este sapato
Porque em breve eu estarei solteira

Selena Gomez

Nota: Trecho da música Single Soon.

⁠Conhecimento sem humildade, é como usar um sapato novo em um pé sujo....

⁠Apenas um vestido bonito
O seu sapato é de grife famosa
Mas não te leva a nenhum lugar
A tira colo quanta amiga gostosa
Que saem toda noite pra caçar
Você fala tudo o que pensa
Mas nunca pensa pra falar
Esse teu crime não compensa
O tempo vai passar
E você toda em forma
Vai ser a musa do verão
Hoje linda vc tá na moda
Amanhã já virou liquidação.

⁠O amor deve ser como sapato velho

O amor deve ser como o sapato velho e surrado que ajustou ao defeito dos pés. Se não ajustar é porque não é amor!

Élcio José Martins

Mais importante que qualquer sapato é o pé dentro dele.

Insistir em algo que nunca dará certo, é como calçar um sapato que não serve mais.
Machuca,causa bolhas e as vezes até sangra.
Aí você percebe que o melhor é ficar descalço.
Deixar totalmente livre o coraçao enquanto vive.
Deixar livre os pés enquanto cresce.

O pobre é como sola de sapato: o trabalho o consome.

Assim como o sapato da Cinderela não coube em outros pés, o que é seu só serve a você.

No olhar das pedras, sinto-me uma zebra, no sapato aí da ia.
A aia da mente, luz da gente, pé que sente, demente que mente.
Um dedo, semente.
A mão, fruto contente.
Ela lá, eu cá, amor de corrente.
Fluido, terno, e diferente.

⁠O egoísta tem a capacidade mental limitada, só consegue enxergar o seu próprio sapato.

⁠Se o sapato não lhe serve, deixe-o onde o encontrou.
Não é seu, nunca foi, nem nunca será.

Vi no ato um rato com um gato junto com um pato que estavam usando um par de sapato que pertencia a um novato de fato.

Não quero ser a ‘pedra no seu sapato’, ou até mesmo; um obstáculo na sua vida…
Eu realmente não te mereço.

Para andar com o sapato dos outros, tem que arte e não técnica, senão cai.

Se você esmaga uma barata sob o sapato, o mundo aplaude em silêncio: herói anônimo, salvador do asco, executor do invisível inimigo que rasteja nas sombras da cozinha. Ninguém chora pela carapaça estalada, pelo corpo achatado que some no lixo. É justiça prática, vingança contra o repulsivo, o que fede e contamina. Mas mate uma borboleta — ah, que crime! Suas asas iridescentes, pintadas pela alquimia da natureza, tremem no ar como um verso de Mallarmé. Esmagá-la é vandalismo contra a beleza, profanação do frágil milagre que dança no jardim. De herói a vilão em um piscar de antenas. Eis o enigma: o julgamento não reside na morte, mas no estético que a encobre. A barata é o feio encarnado ,crocante, marrom, legionária das trevas, merecedora do extermínio por sua mera existência. A borboleta, em contrapartida, é o belo efêmero, embaixadora do verão, cujo voo evoca a alma poética que lateja em nós. mata-la fere nossa própria sensibilidade, como se o sangue colorido manchasse o quadro da vida. Aqui começa a tirania do olhar: a moral não julga atos, mas aparências. O que repele é punível; o que encanta, sagrado. Essa dicotomia revela o abismo humano: vestimos a ética com roupas de nosso gosto. O herói mata o monstro disforme; o monstro, ele próprio, devora a flor alada. Filósofos como Kant sussurraria sobre o sublime no terror da barata, enquanto Nietzsche riria da fraqueza que poupa a borboleta por vaidade. No fim, somos prisioneiros do espelho: o que é belo absolve, o feio condena. E assim, entre o estalo da barata e o adeus da asa, ergue-se o tribunal supremo, não da razão, mas da retina.

Você me dói. Me dói como quem entra pela ferida já aberta e dança nela de sapato sujo. Me dói como febre que não quer ir embora, como saudade de um toque que nunca veio. Eu queria te amar com leveza, mas você me amarrou a um piano e me jogou no fundo do mar — e agora toda vez que tento respirar, sai uma melodia de dor.

⁠O sapato amarelo

Eu planejei comprar um sapato amarelo amanhã,
mas hoje ganhei um vermelho.

Recebo o carinho de quem me deu o vermelho,
e não comprarei mais o amarelo,
pois agora já tenho um sapato novo.

Pra quê ter tantos pares se só tenho dois pés?

Meu boné me deixa bonito e combinaria muito com o sapato amarelo,
mas não com o vermelho.

Boné e sapato vermelho, nada a ver.

Visto o vermelho e mostro que respeito o carinho de quem me presenteou.
Mostro, mostro e me mostro.
Ponho na gaveta o boné,
abandono o sonho do sapato amarelo,
e assim deixo de lado o desejo de construir a mim mesmo.

Não são as rochas da montanha que te farão desistir, mas o grão de areia no seu sapato.

Inserida por AndreiaLoureiro

Experimentar Deus é como provar um sapato. Doloroso se o número é pequeno ou prazeroso se cabe em nossos pés.

Inserida por hideraldomontenegro