Sangue
À cruz Jesus permitiu que três pregos perfurassem o Seu corpo para doar a última gota de sangue em prol da salvação de toda a humanidade.
Prescrevendo Deus uma nova Aliança, sancionada com sangue humano na cruz, fica descartada qualquer acordo mediúnico entre vivos e mortos e desacreditadas as revelações e mensagens de autores inspirados pelos demônios.
Se um pingo é letra, então o derramamento de sangue de Jesus testifica que a carta de Deus é a salvação dos homens, escrita nas Escrituras.
Viver de frustrações é o mesmo que bater em ponta-de-faca aos poucos até ver a cor do sangue para dizer a si mesmo que não vale à pena alimentar a causa do estrago mental negativo.
A gratidão pode ser uma pequena lembrança humana; mas, a de Deus foi oferecida na cruz com o sangue do Seu Filho, para a nossa salvação eterna.
Cruz e credo: uma tem o sinal de sangue e a outra o sinal da fé; então basta saber qual é o verdadeiro fundamento que edifica o coração.
Jesus escreveu a Sua história com sangue; procure escrever a sua com fé e obediência à Palavra de Deus, fazendo boas obras.
Á água trabalha nas engrenagens da vida humana; mas, o sangue precioso de Jesus trabalha na construção de sua vida eterna, porque Ele é a fonte viva.
A Terceira Idade tem o coração mais trabalhado: já deu muito sangue na vida e se vier com mais dias abençoados é pouco para falar da tamanha felicidade.
Seja fiel ao caminho da salvação, pois por preço de sangue ela foi comprada para lhe indicar a direção da sua felicidade eterna.
Jerusalém já pagou em dobro pelos seus pecados. Quanto aos meus Cristo já pagou no Seu sangue com bons atos.
A verdadeira identidade da igreja foi registrada nos Céus pelo precioso sangue de Jesus Cristo, cuja filiação pertence ao Pai Eterno.
Hemodiálise não purifica o sangue do pecador espiritualmente, mas o sangue de Jesus, derramado por nós na cruz, traz a purificação de todos os nossos pecados no coração.
Em tempos de guerra
Em tempos de guerra, a bandeira branca tornou-se vermelha pelo sangue derramado por homens violentos e degenerados.
A guerra gritou por ouro e prata, mas foi a vida que se tornou o preço.
Nunca foi a vida que valeu pouco, e sim a vontade de construir a paz.
A Portugal devemos tudo: o nosso sangue, a nossa história, a origem das nossas instituições livres, o espaço amplo que habitamos.
