Sangue
Mas toda música é sobre dentes de ouro, vodka, drogas no banheiro; manchas de sangue, vestidos de festa, destruição no quarto de hotel. Nós não ligamos, dirigimos Cadillacs nos nossos sonhos... Mas todo mundo tem cristais, carrões,, diamantes em seus relógios, jatinhos, ilhas, tigres em coleiras de ouro. Nós não ligamos, não estamos interessados em seu caso de amor...
Ser um Meio-sangue é perigoso. É assustador. Na maioria das vezes, acaba com a gente de um jeito penoso e detestável.
Enquanto o sangue escorre do meu coração
que o sentimento saia e mude minha direção,
a um caminho ao qual possa encontrar
algo para essa dor apagar!!!
Me fez morada em seu ventre e fez de sua casa o meu lar.
Fui cordão de seu umbigo, sangue de seu sangue, no meu DNA os seus genes, na minha personalidade os seus ensinamentos.
Minhas atitudes são reflexo de seus exemplos e meu caminho resultado de seu esforço.
És alma que emana calma, és prece que enobrece...
És a fonte da energia mais límpida e do amor mais puro.
Mãe... a você minha eterna gratidão,
eu fui o seu motivo e você é a minha razão.
Meu sangue é de um rubro intenso,
quase veludo.
Gotas esvaídas na areia de agosto.
E um cheiro adocicado
nas farpas da cerca de arames.
“Siga como se sua vida fosse as batidas do seu coração.
Como o coração bombeia o sangue para seu corpo funcionar.
Você bombeia o seu caminhar, para chegar onde quer; Faça da sua vida as batidas do seu coração.”
Oh morena linda
Todo garoto deseja te ter
Você com esse carisma
Faz meu sangue de amor ferver
Aquele sorriso dela
Hmm... Cara me deixa louco
Quando fala que vem me visitar
Vixe... Fico todo nervoso
Na presença dela
Me sinto um ser divino
Aquela gloriosa garota
Deixa qualquer um assanhadinho
Nesse último parágrafo
Eu me disperso
Helida Neves é para você
Que eu fiz esses versos.
Depois de decidir seguir esses princípios, não importa quanto sangue e lágrimas derramar, siga-os! É isso que significa ser um cavaleiro.
Ácidos.
E obtive sede de sangue. Parada em degraus gastos arrepiei-me ao sentir a loucura escorrendo em minhas veias. Olhei aquela carcaça imunda que exalava inveja por todos os poros e percebi minhas garras alongarem-se em direção àquela jugular. Eu a mataria, juro que mataria, apenas por despeito.
Você é como um vírus que penetra nas minhas veias, percorre o meu sangue e chega até o meu coração. Por isso estou com uma doença chamada paixão.
Para você, revelo humilde: o que importa é a Senhora Dona Vida, coberta de ouro e prata e sangue e musgo do tempo e creme Chantilly às vezes e confetes de algum carnaval, descobrindo pouco apouco seu rosto horrendo e deslumbrante. Precisamos suportar. E beijá-la na boca.´ De alguma forma absurda, nunca estive tão bem.
Tom, som, timbre...
Nos encontramos na música
como Água e Sangue se misturando nas veias,
Eu Água
Você sangue.
Vampiro SangueSSuga
Tudo começou como nessa batida do coração
Explosão, Explosão
Peças espalhadas pelo chão
Depois que tudo aprendi
Percebi, Conheci
Aquilo que não devia existir
Porque?
Saudades trazem estranhas sensações
Porque?
O tempo vai e as coisas se comparam com um NÃO
E você E você
Nada fez e se fez
Como mais um simples Cidadão
Mais eu, eu
Não sei quero apenas uma afirmação
Porque não pode exitir esse tanto ladrão
Então eu decidi
Mudar meu voto
E cantar e cantar e cantar e cantar
Esse pobre, explorado
Nessa vida desumana
Em ma caixa como um rato
Esse triste e suado
Salário minino miserável
Que todos sabem e um pouco para a furtuna de um todo
Ainda e meiado entre impostos isolados
Nesses quais nunca intendi,
Dizem por aí que os escritores têm sangue frio.
Não, não é bem assim!
A gente apenas entende que alguns personagens precisam sair, para que outros possam entrar. E às vezes, também tem aqueles que precisam morrer, definitivamente, em nossa história.
"Nada vai me fazer desistir. Pois tenho no sangue a força e a coragem pra continuar. Sou eu que decido quando é pra chorar ou sorrir. Nunca vou me deixar controlar."
Como o sangue se vê melhor nas luvas brancas, o horror se mostra melhor quando é cortês. Pelo que se relata, os nazistas, pelo menos alguns deles, distinguiam-se nesse papel. E todos compreendem que uma parte da ignomínia alemã esteve nisso, nessa mistura de barbárie e civilização, de violência e civilidade, nessa crueldade ora polida, ora bestial, mas sempre cruel, e mais culpada talvez por ser polida, mais desumana por ser humana nas formas, mais bárbara por ser civilizada. Um ser grosseiro, podemos acusar seu lado animal, a ignorância, a incultura, pôr a culpa numa infância devastada ou no fracasso de uma sociedade. Um ser polido, não. A polidez é, nesse sentido, como que uma circunstância agravante, que acusa diretamente o homem, o povo ou o indivíduo, e a sociedade, não em seus fracassos, que poderiam servir de desculpa, mas em seus sucessos.
