Sabor
"O gosto da minha saudade
tem sabor de chocolate,
doce que invade,
aquece e não se abate,
derrete na boca,
na mente se espalha,
amor que retorna,
memória que não falha."
Talvez seja tempo de redescobrir o sabor das frutas maduras nos quintais...Tempo de redescobrir a alegria do essencial - a certeza de que, mesmo nos dias cinzentos, Deus guarda o brilho do tempo bom no coração dos que creem nas suas promessas: "As coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu, e não subiram ao coração do homem, são as que Deus preparou para os que o amam."1Corintios 2.9
Chocolate Branco
Você tem sabor de chocolate branco, meu Aladim.
Eu me reservo… me entenda.
Qual seria a graça de não te olhar com tanto carinho?
Não chore, apenas olhe para mim.
Minha boca te vê e se anima.
Corra… me abrace e me beije.
Não mergulhe em devaneios nem em pensamentos amedrontados.
Quem, naquela multidão, iria olhar para a menina que se tornou mulher?
O verdadeiro sabor da vida começa no instante em que você compreende o propósito espiritual da sua existência.
Para trazer uma palavra para um poema
é preciso conhecer bem o sabor dela;
ela é o pé de alguém na situação...
As palavras pipocam na mente
Exalando o sabor da diversão
Basta aquecer as palavras certas
Na chama da imaginação
E com o poema ainda quente na mão
Saborear cada palavra
Nessa emoção
Eu buscava o sabor dourado da esperança, sua doçura luminosa, mas encontrava o gosto azul da melancolia, o amargor cinzento da ausência. Mas uma luz me cobria e eu sentia o sabor cristalino da paz, a leveza da manhã. Sua lembrança era o gosto rubro do amor e o sabor prateado da lua. Mas ardia a dura violeta da saudade, enquanto eu buscava o som luminoso da liberdade, sem perder a delicadeza transparente do afeto, na esmeralda dos sonhos no vermelho silente e solar da eternidade. Eu senti a voz aveludada do tempo no murmúrio sedoso da chuva e o canto macio dos pássaros era uma sinfonia em minha alma. No entanto, ardia o quente áspero do esquecimento na canção morna do verão. Eu sentia enfraquecer o meu corpo no silêncio cortante da ausência, mas a música líquida das fontes trazia sua delicada voz solar. O eco suave era a fala mansa do vento. Leve como a brisa na melodia transparente. Era o perfume luminoso do amor, na voz cintilante do desejo, a fragrância cálida da paixão que ruborizava meu rosto ao olhar seus olhos brilhantes na cândida alegria da tarde. O aveludado aroma da presença fazia a música macia da pele. E a voz doce das recordações é uma saudade teimosa que nunca vai embora e insiste no perfume estelar da união. A claridade do amor. A doce tristeza da saudade me deixava pensativa, vivendo no presente o passado distante. A voz pálida das lembranças que se fazia a escuridão doce da melancolia no aroma distante de quem anda errante a divagar memórias e a comer o tempo. Queimava o sabor nebuloso da perda, na canção fria da solidão, o eco azul dos dias perdidos, no silêncio do que ficou. Nem o perfume das galáxias podia redimir a música dourada dos astros. Mas a voz potente do universo faz calar o pranto e a claridade sonora das estrelas tem o toque luminoso da eternidade.
A voz mineral do crepúsculo tinha o perfume geométrico da eternidade e o sabor translúcido da expectativa, que tinha a textura azul do silêncio no brilho aromático da memória a carregar a luz dos anos e o sabor oblíquo da saudade. O eco da floresta de distância cristalina dourava a retina na claridade áspera do destino, que tecia a melodia da solidão no toque alaranjado do esquecimento. O epitáfio sonoro das estrelas reluzia na voz líquida dos séculos com o resquício de ternura e o cheiro celeste da contemplação na paz do infinito. O murmúrio esmeralda das colinas reluzia a música translúcida da aurora que já previa o gosto do luar e a fragrância silenciosa da neve com a textura do afeto na sonoridade violeta do horizonte. A luz macia da lembrança tinha o sabor azul escuro das madrugadas. A voz cintilante das fontes celebrava o escarlate do desejo no aroma cristalino das ausências na veia líquida do amor e no prateado do vento, que trazia a doçura luminosa dos sonhos revestidos do eco aveludado do passado. A música da tarde se estendia no verde da chuva de outono na textura sonora do universo com o gosto da serenidade branca do inverno atemporal sobre o toque aveludado do tempo a se espraiar por um instante no aroma vermelho da melancolia, que entretanto fazia ouvir a voz transparente dos rios no sabor solar da alegria. A consistência líquida das estrelas corria sobre o murmúrio cintilante das árvores na canção cristalina da verdade. O perfume turquesa do silêncio tinha a claridade melódica da alma e a esmeralda da sonoridade prateada da chuva. O gosto macio da lua tinha a voz rubra do coração e a forma luminosa do afeto no perfume mineral da madrugada, descomprometida com qualquer sentido no tom lilás da saudade de claridade doce no mar, com ondas de constelações no ardor branco da paz interior. O pensamento tinha o sabor arqueológico da memória na voz cósmica do vazio na metafísica do tempo ontológico da existência e a melodia espectral da consciência levava consigo a claridade ancestral da alma, cujo gosto era o silêncio invisível do destino na luz argumentativa da razão. As mentes deliravam de fome do abstrato da liberdade e em transe ouviam a melodia da impermanência na luz sideral da esperança.
Tempere a vida com amor e sinta a diferença no sabor.
Porque quando a vida é temperada com amor, até o amargo vira aprendizado.
"O melhor sabor da vida é a cumplicidade de dividir os dias, os sorrisos e o amor com você."— Anjinha Sensual
O aroma oblíquo dos séculos cai na sonoridade azul da eternidade no sabor crepuscular das horas. A textura silenciosa do futuro descansa meu corpo fatigado pela movimentação do dia. Será um dia passado se o brilho áspero das eras são esquecidas, mas a temperatura violeta da memória faz mais forte a lembrança do amor, que surge exasperada, pois eis que são correntes do tempo e as mãos bradam por liberdade. As lembranças moram em um labirinto e voltam várias vezes ao mesmo lugar. É uma face que surge na parede sorrindo indiferente, talvez, se caminhos opostos não atravessam a cidade. No entanto, as palavras me resgatam e oferecem saídas através do perfume mineral da lógica, que altiva se faz racional. E na claridade sonora do pensamento penso em esquecer na noite escura, sujeito a perigos de ternura. Resta a luminosidade amarga da consciência e eu nego o sabor da boca se o dia foi pacífico e muito mais gratidão eu sinto. Tentar fortemente esquecer é fazer a memória cada vez mais vívida, então eu apenas me conformo a ver o copo meio cheio no murmúrio cristalino do conceito de que não há mal que sempre dure e paradoxalmente estou plena de alegria se a melancolia não entorpeceu o dia produtivo. A culpa são das noites escuras, que mais exaltam a cor da saudade. Mas não se come saudade nem amor, e sou privilegiada se tenho três refeições diárias. Diria que é uma forma torpe de diminuir a idealização, mas estou no sossego de casa e se bem pensar não me falta nada. O mais são pormenoridades e no estelar vazio dos minutos eu vislumbro o silêncio azul das nebulosas de meu peito e combato sentimentos ardilosos na geometria do infinito, que traz muitas promessas de prosperidade e tudo é relativo se o brilho dos vocábulos me enchem de bem estar e posso dizer que a felicidade está em mim, que em mim nasceu e reluz em meus olhos.
A Partir da sua Risada, Um Sabor de Felicidade
A sua risada espontânea é alta e gostosa de se ouvir; transmite o entusiasmo da infância, e puxa a lembrança de que, a partir da simplicidade, é possível ser feliz, pois a vida não é feita apenas de cobranças e de seriedade. Assim, ela encanta pelo seu jeito de ser: reúne profundidade, bom humor, espontaneidade e amor; a essencialidade de menina em uma linda mulher que aguça o sabor de uma felicidade genuína que faz o viver ter mais valor. A cada riso, uma conquista.
EU, DENTRO DE MIM!
Por vezes nos achamos perdidos
Sem o sabor de viver a vida
Paramos consumindo futilidades.
Por vezes deparamos com a tal lucidez
Entre choque de realidades e fantasias.
Somos um nada no meio de tudo
E na cabeça rolam muitas emoções
Que nos alucinam noite adentro.
Temos que vivermos cada instante
De formas a buscar alternativas
Mas por impacto de nossa natureza Encontramos com certas adversidades
Que frustram as nossas expectativas .
Mas isto faz parte do cotidiano
Que as vezes deixa o ritmo desenfreado...
E, quando topamos com uma muralha
Entendemos que somos seres humanos.
As reflexões nos trazem ao isolamento
Para que avaliemos o passado e presente
Em busca de um futuro com solidez
E não cairmos nas armadilhas da estupidez
De pensarmos quem somos realmente
Ou que ao inverso do que imaginamos
A fragilidade nos deixa frustrados ...
Por estes momentos é que renascemos
De choques que sacodem corpo e alma
Para que entendamos que entre fases
Vamos intercalando as nossas atitudes
Revendo valores num mundo caótico.
Precisamos da verdade dos caminhos
Que entre espinhos e flores
Vamos dissipando nossos momentos
Na magia de sobrevoarmos nosso interior
Para encontrarmos o verdadeiro eu
Que existe dentro de nós mesmos!
AUTOR – JOÃO BATISTA BARBOSA
POESIA
Um ciclo interminável de exorcismo e consumo. Exorcizar. Consumir. É um sabor que ninguém conhece. O gosto de uma maldição. Como ingerir um pano usado para limpar o vômito. Exorcizar. Consumir. Para quem? Desde aquele dia... Tem passado pela minha cabeça. O que eu vi não era nada fora do comum. Um mal hediondo conhecido por todos. Sabendo disso muito bem... escolhi protegê-los como um feiticeiro de jujutsu. Não perca o seu caminho. Cumpra seu dever como um feiticeiro de jujutsu.
O sabor das lágrimas vem de alegrias e tristezas . As tristezas nos ensinam o caminho da alegria e do prazer de viver sentimentos opostos ,mas com a intenção de encontrarmos os nossos puros desejos ... lagrimas sejam por quaisquer motivos, depois de choradas, fazem entender que sentimentos pulsam em nossas vidas para dar sentido e valor ao que sente os nossos corações!
João Batista Barbosa
"Não me moldo ao sabor do vento. Minha essência permanece intacta, mas minhas ações refletem a forma como me tratam."
