Sabor

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"O sabor do Amanhã"


Nunca fui uma pessoa muito participativa
Em dias festivos, nem sempre estava presente..
"Talvez amanhã", eu sempre dizia,
Mas quem é que promete que esse amanhã chegue?


Apesar de ser assim, não é que eu odeie sair
Raramente saio de casa, mas quando saio, tudo é novo..
Cada saída é uma descoberta, uma memória
Acaba sendo mais um motivo para sair!


E quando percebo, já se passaram horas e horas,
Já está na hora de retornar; eu presumo
O quão passageiro pode ser o amanhã?


Quando vejo o tempo passar, uma melodia toca no ar..
Só depois de um longo tempo percebi,
O quão doce o amanhã poderá soar!

O Sabor do Teu Hipnotismo

Hipnotismo naturalmente prazeroso que posso saborear olhando no universo profundo dos teus olhos, mergulhando no teu lado atrevido, no teu jeito charmoso — uma combinação incrível,

Onde o sonho intenso tem um sabor de realismo, com sentimentos e instintos em um encontro poético audacioso; sem espaço para o impossível e todo o tempo desfrutado é pouco;

Portanto, o gosto do teu fascínio hipnotiza entre as tuas curvas e a tua profundidade; por alguns instantes, a sanidade excessiva parece ser loucura, e o desejo insano se veste de liberdade.

⁠No teu abraço encontrei o calor da amizade, nos teus lábios descobri o sabor do pecado.

⁠Boa noite
Um boa noite com sabor de chocolate
Um boa noite com cheiro de flores
Um boa noite de bom trate
Um boa noite cheio de amores
Um boa noite com tranquilidade
Um boa noite sem dor
Um boa noite abastada de felicidade
Um boa noite abençoada pelo Senhor!

Foste a amante adorada, que povoou meu passado de cores e de sabor... De nossa cama, outrora, fico a relembrar agora, como era louco esse amor!

O sabor da vida sempre depende de quem a tempera.
Eu jamais quero te perder de vista, jamais quero viver a minha vida sem você por perto, pois desde que te conheci, a minha vida ganhou mais sentido. Você me deixa louco, você me tira do sério, você me impressiona, me faz rir e sorrir como ninguém nunca fez e você me faz acreditar que a vida tem sentido! Você me deu sentido para viver! Não economizar temperos, prá Vida dar sabor!

O natal tem cheiro, tem gosto, tem sabor de infância... Infância logo lembra-nos da inocência e inocência lembra-nos da esperança.
Então que seja essa a magia que nos conduza a um Natal cheio de alegrias, Paz, Amor e Compaixão.
E que jamais nos esqueçamos de ser um pouco criança, na humildade, simplicidade e perseverança.
Nos encaminhando para o melhor que podemos e devemos ser.
Um belo, alegre e Feliz Natal!

Bom dia!


Que hoje você seja sal que dá sabor e preserva o que é bom, e luz que ilumina, aquece e guia. O mundo precisa do seu amor que transforma, da sua fé que inspira e das suas atitudes que refletem a bondade.


Não esconda o que você tem de melhor. Brilhe, tempere a vida de quem cruzar seu caminho e faça deste dia uma oportunidade de servir e abençoar, Pois foi para ser sal e luz do mundo que o criador lhe presenteou com a vida!, 07:55, Entregue, Na lista

Talvez seja tempo de redescobrir o sabor das frutas maduras nos quintais...Tempo de redescobrir a alegria do essencial - a certeza de que, mesmo nos dias cinzentos, Deus guarda o brilho do tempo bom no coração dos que creem nas suas promessas: "As coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu, e não subiram ao coração do homem, são as que Deus preparou para os que o amam."1Corintios 2.9

Chocolate Branco

Você tem sabor de chocolate branco, meu Aladim.

Eu me reservo… me entenda.

Qual seria a graça de não te olhar com tanto carinho?
Não chore, apenas olhe para mim.
Minha boca te vê e se anima.

Corra… me abrace e me beije.

Não mergulhe em devaneios nem em pensamentos amedrontados.
Quem, naquela multidão, iria olhar para a menina que se tornou mulher?

O sabor da vida não está no que se vive, mas no momento em que o espírito entende seu propósito.

O verdadeiro sabor da vida começa no instante em que você compreende o propósito espiritual da sua existência.

Eu buscava o sabor dourado da esperança, sua doçura luminosa, mas encontrava o gosto azul da melancolia, o amargor cinzento da ausência. Mas uma luz me cobria e eu sentia o sabor cristalino da paz, a leveza da manhã. Sua lembrança era o gosto rubro do amor e o sabor prateado da lua. Mas ardia a dura violeta da saudade, enquanto eu buscava o som luminoso da liberdade, sem perder a delicadeza transparente do afeto, na esmeralda dos sonhos no vermelho silente e solar da eternidade. Eu senti a voz aveludada do tempo no murmúrio sedoso da chuva e o canto macio dos pássaros era uma sinfonia em minha alma. No entanto, ardia o quente áspero do esquecimento na canção morna do verão. Eu sentia enfraquecer o meu corpo no silêncio cortante da ausência, mas a música líquida das fontes trazia sua delicada voz solar. O eco suave era a fala mansa do vento. Leve como a brisa na melodia transparente. Era o perfume luminoso do amor, na voz cintilante do desejo, a fragrância cálida da paixão que ruborizava meu rosto ao olhar seus olhos brilhantes na cândida alegria da tarde. O aveludado aroma da presença fazia a música macia da pele. E a voz doce das recordações é uma saudade teimosa que nunca vai embora e insiste no perfume estelar da união. A claridade do amor. A doce tristeza da saudade me deixava pensativa, vivendo no presente o passado distante. A voz pálida das lembranças que se fazia a escuridão doce da melancolia no aroma distante de quem anda errante a divagar memórias e a comer o tempo. Queimava o sabor nebuloso da perda, na canção fria da solidão, o eco azul dos dias perdidos, no silêncio do que ficou. Nem o perfume das galáxias podia redimir a música dourada dos astros. Mas a voz potente do universo faz calar o pranto e a claridade sonora das estrelas tem o toque luminoso da eternidade.

A voz mineral do crepúsculo tinha o perfume geométrico da eternidade e o sabor translúcido da expectativa, que tinha a textura azul do silêncio no brilho aromático da memória a carregar a luz dos anos e o sabor oblíquo da saudade. O eco da floresta de distância cristalina dourava a retina na claridade áspera do destino, que tecia a melodia da solidão no toque alaranjado do esquecimento. O epitáfio sonoro das estrelas reluzia na voz líquida dos séculos com o resquício de ternura e o cheiro celeste da contemplação na paz do infinito. O murmúrio esmeralda das colinas reluzia a música translúcida da aurora que já previa o gosto do luar e a fragrância silenciosa da neve com a textura do afeto na sonoridade violeta do horizonte. A luz macia da lembrança tinha o sabor azul escuro das madrugadas. A voz cintilante das fontes celebrava o escarlate do desejo no aroma cristalino das ausências na veia líquida do amor e no prateado do vento, que trazia a doçura luminosa dos sonhos revestidos do eco aveludado do passado. A música da tarde se estendia no verde da chuva de outono na textura sonora do universo com o gosto da serenidade branca do inverno atemporal sobre o toque aveludado do tempo a se espraiar por um instante no aroma vermelho da melancolia, que entretanto fazia ouvir a voz transparente dos rios no sabor solar da alegria. A consistência líquida das estrelas corria sobre o murmúrio cintilante das árvores na canção cristalina da verdade. O perfume turquesa do silêncio tinha a claridade melódica da alma e a esmeralda da sonoridade prateada da chuva. O gosto macio da lua tinha a voz rubra do coração e a forma luminosa do afeto no perfume mineral da madrugada, descomprometida com qualquer sentido no tom lilás da saudade de claridade doce no mar, com ondas de constelações no ardor branco da paz interior. O pensamento tinha o sabor arqueológico da memória na voz cósmica do vazio na metafísica do tempo ontológico da existência e a melodia espectral da consciência levava consigo a claridade ancestral da alma, cujo gosto era o silêncio invisível do destino na luz argumentativa da razão. As mentes deliravam de fome do abstrato da liberdade e em transe ouviam a melodia da impermanência na luz sideral da esperança.

O aroma oblíquo dos séculos cai na sonoridade azul da eternidade no sabor crepuscular das horas. A textura silenciosa do futuro descansa meu corpo fatigado pela movimentação do dia. Será um dia passado se o brilho áspero das eras são esquecidas, mas a temperatura violeta da memória faz mais forte a lembrança do amor, que surge exasperada, pois eis que são correntes do tempo e as mãos bradam por liberdade. As lembranças moram em um labirinto e voltam várias vezes ao mesmo lugar. É uma face que surge na parede sorrindo indiferente, talvez, se caminhos opostos não atravessam a cidade. No entanto, as palavras me resgatam e oferecem saídas através do perfume mineral da lógica, que altiva se faz racional. E na claridade sonora do pensamento penso em esquecer na noite escura, sujeito a perigos de ternura. Resta a luminosidade amarga da consciência e eu nego o sabor da boca se o dia foi pacífico e muito mais gratidão eu sinto. Tentar fortemente esquecer é fazer a memória cada vez mais vívida, então eu apenas me conformo a ver o copo meio cheio no murmúrio cristalino do conceito de que não há mal que sempre dure e paradoxalmente estou plena de alegria se a melancolia não entorpeceu o dia produtivo. A culpa são das noites escuras, que mais exaltam a cor da saudade. Mas não se come saudade nem amor, e sou privilegiada se tenho três refeições diárias. Diria que é uma forma torpe de diminuir a idealização, mas estou no sossego de casa e se bem pensar não me falta nada. O mais são pormenoridades e no estelar vazio dos minutos eu vislumbro o silêncio azul das nebulosas de meu peito e combato sentimentos ardilosos na geometria do infinito, que traz muitas promessas de prosperidade e tudo é relativo se o brilho dos vocábulos me enchem de bem estar e posso dizer que a felicidade está em mim, que em mim nasceu e reluz em meus olhos.

Amar é tão gostoso, mesmo sabor de uma fruta saborosa, é maravilhoso ter o gosto na boca.

A Partir da sua Risada, Um Sabor de Felicidade

A sua risada espontânea é alta e gostosa de se ouvir; transmite o entusiasmo da infância, e puxa a lembrança de que, a partir da simplicidade, é possível ser feliz, pois a vida não é feita apenas de cobranças e de seriedade. Assim, ela encanta pelo seu jeito de ser: reúne profundidade, bom humor, espontaneidade e amor; a essencialidade de menina em uma linda mulher que aguça o sabor de uma felicidade genuína que faz o viver ter mais valor. A cada riso, uma conquista.

Permita-se sentir
O sabor que veste
As camadas
Do teu próprio sorriso.

Um ciclo interminável de exorcismo e consumo. Exorcizar. Consumir. É um sabor que ninguém conhece. O gosto de uma maldição. Como ingerir um pano usado para limpar o vômito. Exorcizar. Consumir. Para quem? Desde aquele dia... Tem passado pela minha cabeça. O que eu vi não era nada fora do comum. Um mal hediondo conhecido por todos. Sabendo disso muito bem... escolhi protegê-los como um feiticeiro de jujutsu. Não perca o seu caminho. Cumpra seu dever como um feiticeiro de jujutsu.

O PRIMEIRO BEIJO

Me lembro com encanto
Meus lábios beijando os seus
Tinha sabor de morango com gotas suaves de mel

Seu beijo me transportou,
Dançando a valsa do amor
Num ritmo de alucinar
ao mesmo tempo na terra
Pelo brilho sereno da lua
Nas grandes ondas do mar

Te teus abraços e beijos
Sempre vou me lembrar
Como melaço de cana caiana
Meus lábios impregnar

Com todo amor e carinho
No rolar de nossos corpos
No amor serei fiel
Pois quem ama neste mundo
Merece de ouro maciço
Divino e lindo troféu

Impossível esquecer o sabor dos beijos teus
Naquela noite em festa
O primeiro beijo
Que você me Deu