Reflexão de um sábio
O sábio é um homem livre, saudável e feliz; não é escravo de nenhuma forma de apego. Ele tem ciência que quando um processo chega ao final, é porque um novo ciclo se inícia em sua vida - trazendo outras grandes experiências. Quem se apega sofre, e quem sofre adoece. A doença é sempre uma escravidão. Mas aquele que tem valor para seguir em frente: expande-se em conhecimento e melhora a sua saúde, ao dar-se conta que pode ser um ser; plenamente, livre e feliz.
O sábio é aquele que sabe que não possui imunidade suficiente para combater seu próprio pecado.
Por isso, ele se dá à graça, pois ela é o único anti-vírus capaz de curar o homem contaminado pelo pecado!
Conflitos pessoais já estão claros, explica!
Não são eles de interesse de outros,
É sábio cada um cuidar dos seus.
Se achar humilde já não é ser orgulhoso?Se achar sábio já não é tolice?E acreditar que está salvo,sera que é a perdição?
"Cultivem as boas amizades" dizem os sábios, "só não deixem de usar um bom adubo e não as cultivem em solo arenoso" eu complemento.
Cuidado com a língua desenfreada, muito pode ajudar do que atrapalhar. Os sábios observam, enquanto o mal trama e fazem calúnia.
Num mundo cheio de "sábios", a verdadeira sabedoria esta na humanidade de reconhecer que o saber é infinito.
Pedagogo, o único sábio, erudito, que caminhará na estrada de todo homem aprendiz, o seu ofício é diferençar com saber a realidade do educando.
O homem sábio não copia, cria. Por mais que o ser humano que quer ser um artista rebusque novos universos por meio de outros, a sua arte será algo superficial e já existida, pois alguém antes dele já criou, em razão não conseguirá ter reconhecimento pelo seu trabalho, devido ser um "trabalho" que já existe, é como se resumisse um livro, a obra verdadeira sempre será única e preferencial ao seu público.
"O sábio a cada erro por ele cometido ou por outras pessoas, procura aprender para não errar naquilo de novo, porém o tolo persiste nos mesmos erros".
O sábio e o anfitrião
Um homem na sua exuberância e equívoco conforto, na mesa de um bar, com muitas bebidas e com várias pessoas em volta, conhecidas suas, provavelmente, vê um sábio do outro lado da rua e o chama pra se juntar a ele. O sábio, na sua perturbante tranquilidade, aproxima-se, mas nega-se a beber o que é-lhe oferecido, mas reflete por alguns segundos sobre a pergunta que o anfitrião lhe faz:
- Nessa mesa, quem são os meus verdadeiros amigos?
Então o sábio responde:
- Os seus verdadeiros amigos se encontram aqui, porém, não são nenhuma dessas pessoas.
- Quem são, então?
- As bebidas sobre a mesa, essas são suas verdadeiras amigas. Elas te acompanhariam mesmo estando sozinho. E ainda digo mais, se não fosse por elas, ninguém dessa mesa estaria aqui.
O anfitrião não foi mais o mesmo desde esse dia. Concluiu que algumas amizades não solidificam-se com álcool, pelo contrário, são tão frágeis que até um sopro forte as consomem, simplesmente desaparecem.
Humano
Eu sou o que ama e odeia o que fere e é ferido,
Sou o sábio e o inexperiente que ri e chora.
Eu sofro pelo amor e machuco por amar,
Sou um ser racional, mas ajo sem pensar.
Eu sei dialogar, mas prefiro a guerra,
Posso errar, mas não aceito quem erra. Sou hipócrita.
Sou o maior acerto da natureza, mas também sua maior praga,
Eu posso saber de tudo, mas nunca me conhecerei.
Eu sou a complexidade dos pensamentos,
Eu sou o ser humano
Porque somos assim? Porque que ao mesmo tempo que sábios, complexos e racionais, somos tão tolos, rasos e insanos? Porque? O que é o homem?
