O rei Salomão foi sábio diante de muitas nações da sua época, mas tolo perante Deus, porque adorou deuses que não lhe deram sabedoria, riqueza nem paz.
“O sábio evita que seus defeitos sejam conhecidos, mas o tolo os revela.”
Carlos Eduardo Balcarse:
“O problema não é possuir imperfeições; é transformar limitações em identidade. O sábio reconhece suas sombras e trabalha para iluminá-las. O tolo expõe seus defeitos com orgulho e chama de autenticidade aquilo que muitas vezes é apenas ausência de autocrítica.”
O último suspiro do sábio foi: "A tolice é vaidade e a sabedoria é vaidade! Mas o respeito profundo de buscar a Deus é o que mais importa nesta vida."