Sábio

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A confiança do ímpio é a ponta de sua espada, a do sábio sua sabedoria nascente em seu coração;

O ignorante tem certezas
O sábio tem dúvidas
E o poeta tem hipóteses
Cada um tem suas próprias verdades;

Acreditar em Deus é tão ilógico quanto negá-Lo. O sábio se move na complexidade, não na resposta.

Saber muito da alma é coisa de sábio. Todos nós poderemos aprender, só não podemos armar-nos em espertos!
Aprender requer humildade, parecendo mesmo que somos burros aos olhos dos espertos...

O sábio escolhe a simplicidade, pois nela habita a tranquilidade do espírito.

O sábio não sofre dano, apenas mudança.

O preço da compreensão é ser sábio ou inteligente e por esse motivo ser incompreendido.

O ignorante coloca a culpa no outro;
O culto coloca a culpa em si;
O sábio não culpa ninguém.

Enquanto o homem comum expressa suas certezas, o sábio se debruça sobre o silêncio para ouvir a sabedoria do mundo; já o tolo, perdido em palavras, se afana em discussões estéreis, pois é na escuta atenta que encontramos a verdadeira eloquência da alma.

A verdadeira sabedoria reside no reconhecimento humilde das fronteiras da nossa compreensão; sábio é aquele que, consciente da vastidão do desconhecido, se permite aprender com outrem.

No Olhar do Sábio


No olhar profundo de um sábio, calmo e raro,
Não há respostas, nem um simples amparo.
Há um silêncio que é prece e é perguntas,
Onde o Eterno e o humano levantam suas pontas.


De um lado, o Homem, feito de terra e temor,
Com o peso na alma e um quieto fervor.
Do outro, o Infinito, a voz sem qualquer som,
Que desenha mundos no mais fundo dom.


É neste abismo, nesta fronteira estreita,
Que a alma se perde e, perdida, se aceita.
O sábio não fala, apenas contempla a trilha
Onde a alma e a razão, enfim, se encontram.


Não é um debate, nem um duro questionário,
É o suspiro da terra buscando o seu sólio.
É a mão que se abre, vazia e serena,
Aguardando a resposta que acalma ou que envenena.


No olhar do sábio, a dualidade cessa:
D'us e o Homem na mesma quietude acesa.
E quem o encara, por um instante breve,
Vê a ponte impossível que o silêncio tece.
Cristina Santana

A sabedoria é a busca do sábio e o contentamento é a satisfação do tolo.

Ser sábio não é acumular respostas,
mas reconhecer limites e caminhar dentro deles.
O vento me atravessa sem pedir licença,
a terra me sustenta sem exigir mérito,
e nisso há uma lição contínua,
pois a humildade é consentir em ser conduzido,
sem máscaras, sem defesa.
E assim sigo leve, porque, ao aceitar quem sou,
a luz encontra uma passagem natural
e não precisa disputar espaço para me alcançar

Desafios estarão constantemente ao nosso redor, assim como a construção da vida, mas o sábio sempre escolhe valorizar a vida em primeiro lugar!

A distinção entre o sábio e o ignorante reside na maneira como ambos utilizam seu próprio tempo.

Um cristão fiel, corajoso, sábio e eficaz persevera nas provações e nas adversidades, produzindo frutos visíveis de obediência e se firma em maturidade espiritual.

A tecnologia aumenta as habilidades dos indivíduos, transformando um sábio em um professor e um tolo em um grande tolo!

O sábio experiente prova sua autoridade não pelas palavras, mas pelas ações que sustentam o que ensina publicamente aos seus leigos ouvintes.

Não seja excessivamente justo nem demasiadamente sábio; por que destruir-se a si mesmo?

Bíblia Sagrada
Eclesiastes 7:16.

Talvez eu não seja sábio,
nem chegue eu aos pés dos escritos antigos,
pois sou apenas pó que caminha,
errante em um mundo que não compreendo por inteiro,
obra de uma consciência maior do que a minha.


Sou transitório,
passageiro entre o nascer e o desaparecer,
e habito uma anomalia que chamo de vida,
sem conhecer-lhe a origem nem o fim.
Pois a sabedoria
é o nome que damos
àquilo que pensamos ter entendido,
ainda que o entendimento nos escape como vento entre os dedos.


E se aquele que fez todas as coisas
viesse a corrigir o que julguei correto,
não se revelaria, então,
a limitação da minha própria razão?
Não seríamos tolos
mesmo quando nos julgamos inteligentes?
A vida, portanto,
é um desdém ao entendimento humano,
pois quanto mais cremos saber,
mais nos é revelado o quão pouco alcançamos.


Somente chamo de sábio
aquele que está além da morte e da vida,
além do tempo e da matéria,
o próprio que não compreendemos
e que, ainda assim, sustenta todas as coisas.