Rural
Para compreensão dessa Imagem, venha comigo; e, imagine a Mão de um Trabalhador Rural. Agora, imagine esse Trabalhador lá na Itália. Homem Simples, Humilde, quase “Rude”. Mas... com um Coração Único e Alma Grande. Agora, imagine assim: Fim de Tarde, num Vinhedo, quando de repente, sua Filha de seis anos aparece fazendo uma surpresa. E esse homem, ao vê-la e, encher-se de alegria, deseja apenas uma coisa. Dar um Presente á sua Filha.
Imagine, então, junto ao solo e abaixo do capim, uma flor tão pequenina que mal se vê. Mas, com o Coração cheio de Amor, os Olhos da Alma são abertos a toda beleza... por mais “discreta”, que possa parecer. Então... esse simples homem de mãos grandes clama a licença e colher a Flor. A Flor que presenteia sua Menina, sua Filha, seu Amor. E eu... eu registro a imagem, eternizando-a em minha essência para quando chegasse a hora, entregar a você. A Flor que por tantas vezes colhi para ti. E se ainda não o fiz... talvez seja porque você ainda não chegou.
Anderson Araújo
A saída dos jovens rurais não implica uma crise da reprodução social da família rural e, respectivamente, da unidade de produção.
As organizações inteligentes e estratégicas contratam jovens com origem rural, justamente, porque carregam consigo competências humanas fundamentais para o sucesso como a garra, vontade, dedicação, esforço, resiliência e persistência.
Seria ingênuo ignorar que a mulher rural não ganhou espaço na sociedade e na própria família, através de suas lutas, reivindicações e avanços na Constituição Federal, e, talvez, seria ousado demais afirmar que, repentinamente, a mulher é autônoma, independente e velou-se de qualquer ato de dominação masculina, seja em âmbito de representação social ou na dinâmica interna da propriedade.
O meio rural está em constante metamorfose constituindo um universo recodificado, heterogêneo, plural, simbólico e cheio de vida.
A Extensão Rural contemporânea não pode furtar de se comunicar, seja de forma presencial ou pelo digital.
O maior problema da sucessão familiar rural é a in-comunicação entre pais e filhos na agricultura familiar.
Os agricultores familiares não estão preocupados com a sua metodologia na Extensão Rural. Essa é uma preocupação estritamente do Extensionista.
O futuro da extensão rural, sem dúvida, dependerá de investimentos públicos, tecnológicos e de contratação constante de extensionistas rurais atentos e compromissados com seus territórios.
(Zuin; Redin, 2026, p. 122)
No século XXI, a juventude rural vive uma intensa mobilidade social, entre o ir e vir, sair e ficar transitando entre o rural e o urbano de forma mais acentuada.
(Redin, 2019, p. 73)
O fluxo entre a cidade e o meio rural está cada vez mais efervescente a ponto de que o rural também pode ser considerado um espaço apenas de moradia.
(Redin, 2019, p. 67)
Por fim, a juventude rural em movimento representa o principal elo do processo de desenvolvimento social das comunidades rurais.
(Redin, 2019, p. 75)
É preciso que a juventude rural seja protagonista não só em espaços rurais, mas no cenário urbano e político.
(Redin, 2019, p. 58)
O laboratório de observação da juventude rural é antagônico, rico pela sua complexidade.
(Redin, 2019, p. 75)
Neste novo contexto comunicacional das TDIC, o extensionista rural não é mais a principal fonte de informação sobre tecnologias para os seus sistemas produtivos.
(Zuin; Redin, 2026, p. 16)
