Rubem Alves Saudades
Eu faço um som🎵
pra te fazer melodia
mudo todo o seu ritmo
pra te fazer canção
só pra pulsar seu coração ❤
O meu ódio é a minha principal fonte de inspiração. Escrever foi uma maneira civilizada que encontrei para "dar o troco".
Quem eu sou, como pessoa, não tira de você a significância ou insignificância que o seu "eu" indica; mas pode causar inveja, ciúme ou até repulsa, depende apenas do que você pensa a respeito de si próprio, ou da forma como se sente acerca si mesmo; e vice-versa.
Aquilo que o outro é, como pessoa, não nos tira a significância ou insignificância que o nosso "eu" indica; mas pode nos causar inveja, ciúmes ou até repulsa, só depende daquilo que pensamos sobre nós próprios, ou da forma como nos sentimos acerca de nós mesmos; e vice-versa.
O meu ódio é a minha principal fonte de inspiração, escrever é uma maneira civilizada que encontrei para "dar o troco"; é meio que um jeito de ir me refazendo, de ir juntando os "caquinhos" e continuar seguindo em frente; sem fingir que eu não importasse ou que não me lembrasse.
A Terra é o jardim de Deus, e pelo visto nós somos as pragas maléficas do seu jardim, e provavelmente super autodestrutivas também.
Venha ser feliz
Eu não tenho tempo a perder
Agora não dá mais, agora é pra valer
Não quero mais mentir
Eu nem tô mais a fim de esconder
Eu não quero fingir
Amor, amor, diz sim
Depois você pode se arrepender
Não deixe o amor pra depois
Meu amor
Não deixe o amor se perder assim
Ei, amor
Você sempre diz que me ama
No fim, só quer cama
Oh, amor, meu amor
Quando alguém se encontra cansado de tudo, é porque distanciou-se de si mesmo, é preciso reconectar-se com o seu verdadeiro eu, para restabelecer as energias e o equilíbrio entre corpo e espírito. Uma maneira de fazer isso é ter autorrespeito.
A política brasileira não passa de um conto de fadas madrinhas; varinha tem de sobra, só não funcionam.
Através dos argumentos de um debate, pode-se também distinguir o grau de civilidade escolar de uma região, ou de um país.
⁉ Através dos argumentos de um debate, pode-se também distinguir o grau de civilidade escolar de um povo.
⁉
Às vezes me sinto numa arena medieval, onde a Esquerda e a Direita se destroem, enqto os brasileiros se dividem em fanáticos torcedores; e a “estratégia" da malandragem é parte da definição do jogo.
Hoje, 11/02/2019, inesperadamente, me acordei às 5h da manhã, e como havia perdido o sono, resolví ligar a TV, coisa que eu não costumo fazer, e foi quando ví o Boechat, acho que no Canal Livre, foi o primeiro rosto que eu ví neste dia. Fiquei assistindo um pouco, mas não estava atenta ao programa, nem mesmo sei quem era o entrevistado, porque ao ver o Boechat, tentei me lembrar de uma postagem que eu havia feito sobre a Ministra Cármen Lúcia que, se não me engano, foi entrevistada por ele nesse mesmo programa. E como um assunto, automaticamente, puxa outro, logo em seguida me peguei pensando em quão bom jornalista era o Boechat, na verdade naquela hora era "é", mas infelizmente, horas depois já era "era".
Eu estava para sair de casa quando o telefone tocou, por volta das 13:30h, e uma amiga me contou o que tinha acontecido com o Boechat, pois ela sabia o quanto eu o admirava. Fiquei muda. Não acreditei naquelas palavras. Ela havia se enganado. É um engano dela, eu pensei. Eu só acreditei quando eu vì a jornalista Sandra Annenber lamentando a morte inesperada do Boechat, no Jornal Hoje da Globlo. Aquilo foi um choque. Aí fiquei pensando, como é que pode, que coisa assim pudesse acontecer, tão depressa, com alguém tão importante pra nação...
Sem desmerecer os demais profissionais da área, pra mim, o Ricardo Boechat havia se tornado o melhor jornalista brasileiro de todo este tempo. Ele não apenas apresentava bem as informações, como também interagia com elas, era capaz de compreender e de se envolver responsavelmente com as notícias que ele mesmo nos noticiava.
Ele me representava, ele falava o que, na maioria das vezes, eu queria falar, quando via uma determinada matéria no jornal, e não podia. Ele não era como um "robô", frio e indiferente, e era justamente isso o que eu mais gostava nele, era GENTE como a gente, e se preocupava com a gente, com toda a gente brasileira, enfim, era inteligente.
Eu, como cidadã, me sentia segura em ter alguém do quilate do Boechat para nos simbolizar com tanta responsabilidade, sinceridade, honradez, dignidade, e discernimento.
E agora nem sei mais o que dizer... Sem ele, o Brasil fica mais vulnerável e muito mais pobre...
Me parece que os anjos, do bem, eståo abandonando este país... 🌠
