Rua

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Lave sua rua ,como se fosse sua calçada.

E de repente bateu uma vontade de dançar no meio da rua, de abraçar as pessoas , de dar risada alto, de perder a compostura...E de repente a gente lembra que pessoas educadas tem que ter sempre um bom comportamento...E dando de ombros, a gente esquece de todas as regras e se permite cometer alguns delitos, só pra se ter certeza de que ainda não se esqueceu como é ser feliz de verdade!

Maria não saía de casa, não andava na rua e não comprava maquiagem. Maria ficava em casa sozinha, olhando pro teto. Maria não gostava de conversar, não falava com os pais e não tinha amigos. Maria tinha um peixe que chamava Beto, que comia pouco e ficava no copo. Maria não tinha sonhos, mas também não tinha frustrações. Maria era saudável, porém comia pouco. Maria não tinha roupa rosa, muito menos sandálias de salto. Maria ria pouco, falava pouco e vivia pouco. Maria não era bonita, nem interessante e muito menos legal. Maria vivia o tédio, conversava tédio e dormia tédio. Maria não se olhava no espelho, não usava saia e não passava batom. Maria ficava em casa o dia todo lendo, lendo um livro que ganhou. Maria virava noites para acabar de ler aquele livro. — O livro de Maria falava sobre uma garota perfeita, mas que tinha uma vida parecida com a sua. Ela era linda, mas não saía de casa, nem tinha amigos, e adorava ler. Lia tanto que um dia entrou dentro de uma história. E lá ela viveu mais do que tinha vivido em toda sua vida. — Maria se achava parecida com o livro. Maria queria ser como a personagem do livro, não bonita, mas com a capacidade de entrar na história. Maria lia pra espantar o tédio, a tristeza, e a saudade. Maria dormiu com o livro na mão e acordou dentro da história. Maria encontrou com a garota, e conversaram muito. Maria estava decidida a ficar no livro, quando a menina gritou “Não fica Maria, compra maquiagem e vai viver tua vida. Lá fora é difícil, mas lá fora é vida".

Cara hoje eu encontrei ela na rua.
- E ai?
- Ela me olhou e sorriu.
- E você?
- Fui até ela.
- Vocês conversaram?
- Pouco.
- Sobre o que conversaram?
- Sobre coisas do dia-a-dia. Ela me falou sobre a faculdade, o novo emprego (...) Cara, ela está mais linda do que nunca! Seus olhos tem um brilho diferente, seu sorriso continua encantador e sua voz continua doce. Depois de tanto tempo eu mau conseguia me lembrar da voz dela. Ela me perguntou se aquela garota tava me fazendo bem, eu disse que em partes e ela sorriu.
- E você perguntou o que pra ela?
- Pra ela nada. A única pergunta que eu fiz foi a mim mesmo.
- E qual foi?
- Como eu tive coragem de deixar aquela garota incrível sair da minha vida?

(...) Tua ausência me transborda. Nos perseguimos na rua, no jazz da esquina, na literatura e entre casais felizes na confeitaria. Uso a camisa que esqueceu na última visita, experimento as bermudas largas que você deixou misturadas às minhas roupas no armário, mas é segredo (...).

Fico assustada quando a autopromoção de, por exemplo, "dar um pedaço de pão ao morador de rua, fotografar e colocar no face" é motivo de milhares de curtidas/comentários/compartilhamentos, como se a generosidade e solidariedade fossem raras e não intrínsecas na maioria dos seres humanos; como se não houvesse pessoas anônimas espalhadas pelo Mundo se doando literalmente para mudar a realidade de outros, não só com pão, mas com vida! Que tenhamos sabedoria para compartilhar tudo aquilo que possuímos de melhor com os que realmente necessitam e que a nossa mão esquerda não saiba o que faz a direita, conforme Mateus 6:3. (PLDD)

“Era uma cidade cheia de mendigos. Mendigos ricos e pobres. os pobres, moradores de rua, gastavam todo o dinheiro que ganhavam mendigando em bebidas. Os ricos, donos de mansões, gastavam todo o dinheiro que ganhavam enquanto mendigavam amor.”

lixão


Sempre é assim,
Jogam lixo na rua,
A consciencîa nunca foi grande,
Eles acham que o mundo é lixão,
Não é não.
Quando dormir eu vou fazer um pedido:
Que esse mundo mude,
Façam uma limpeza,
porque se o mundo é seu você deve cuidá-lo muito bem...

ESQUINAS...

Na rua em que passávamos,as esquinas que nos encontrávamos,ainda existe e você parece não ligar.

Estou amando..O dia,a rua,o vento,as pessoas,os livros,meu lápis,minhas ideias, estou amando ..

Banho de chuva,
Descalço na rua
Olhando o céu
Pensamentos aleatórios ao léu.

Ele tinha o tipo de beleza que te faz parar no meio da rua e ser atropelada pelo tráfego

Enxuga esse rosto. Levanta, menina. Vai dar uma volta na rua, um mergulho na praia, toma um sorvete, liga pra uma amiga. Faz alguma coisa. O que não pode é se entregar. O que não pode é deixar rolar essa tristeza toda e não fazer nada.

Raramente você encontra garotas incríveis na rua, nas festas, bebendo e pegando geral.. Normalmente elas estão em casa, trancadas, chorando por um idiota.

Pedaços de um José de sobrenome Qualquer que ninguém se importa quem é. Zé na rua é só mais um alguém onde qualquer um é ninguém.

Nada abala a minha fé
Desde sempre é assim que é
Na luta na rua nos corres sempre pronto
Sigo firme na trilha voando ou a pé.

Eu poderia estar andando na rua olhando para o céu. Poderia estar atento ao celular falando com um cliente enquanto eu caminhava e me perdia dentro dos meus passos. Poderia ter visto apenas uma folha no meu caminho, ou poderia não ter visto. Mas foi nesse instante em que andava pelas ruas que eu vi, senti e percebi o amor. Vi uma folha que para mim era uma mensagem de quem fui. Vi um coração. Vi um momento da minha vida em que eu queria me recompor ou me decompor, naquele solo duro e com pedregulhos, era frio. Eu esperava por manhãs que anoiteciam... Por ventos que pudessem me levar. E apesar de estar em meio a tantas pedras, durezas e solidez... Eu ainda sentia minha essência ressoar dentro de mim para me lembrar: você ainda é vida, luz e é energia. E foi quando me desapeguei das circunstâncias, quando parei de tentar controlar os ventos, de me vitimizar para justificar o que não precisava de justificativas... Foi aí que me desfiz, perdi aquele meu eu que já não era mais.

A Casa

Naquela casa abandonada
Existia um casal
Hora brigava, hora se amava
Mas naquela rua não tinha outro igual

Hoje eu olho e vejo a casa escura
Tão sombria e abandonada
Nem parece aquela casa
Onde um casal tanto se amava

Eu passava e ouvia brigas
Dias sim, dias não
Mas eu tinha a certeza
Daqueles dois era feito um só coração

Passo lá todos os dias
E observo aquela luz queimada
Se ninguém veio trocar
É porque realmente é o fim da morada

Torço pra que um dia
Alguém ali possa viver
Nem que seja outro casal
Mas daqueles dois eu jamais irei esquecer

-Nossa! A rua tá morta...

-Sim, a internet a matou!

Me perdi no céu das suas pintas
Me encontrei no céu da tua boca
Tu é labirinto, rua sem saída
Me rendi a tua alma nua, vem cá